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EDITORIAL: Mudanças, perspectivas e muita ciência

Na PUC-Campinas, os últimos meses foram marcados por reuniões e comunicados, apontando professores e professoras que assumem a administração da Universidade, a partir de fevereiro de 2018. O atual Vice-Reitor, Professor Doutor Germano Rigacci Júnior, assume a Reitoria e sua equipe já está definida. Esta edição do Jornal da PUC-Campinas traz informações sobre o novo Reitor e sua visão sobre o futuro imediato da Universidade.

A edição também trata de outras perspectivas, além daquelas administrativas, que ultrapassam os limites dos campi universitários. Trata-se de artigo sobre as possibilidades (e dificuldades) da recuperação econômica do Brasil, que todos esperam, mas que ainda não está totalmente definida, nem garantida.

Expectativas – e críticas – também estão na análise sobre os horizontes do ensino no Brasil, em especial o Ensino Médio, que, uma vez mais, passa por reformas e alterações cujos efeitos positivos não parecem totalmente assegurados.

Na mesma linha de temas pedagógicos, a matemática, que assusta a quase totalidade dos estudantes brasileiros, aparece nas páginas desta edição como objeto de ensino e ferramenta do cotidiano, em uma análise lúcida e esclarecedora sobre a dificuldade de as escolas articularem funcionalmente essas duas vertentes nas estratégias de ensino.

Mas, se para muitos a matemática aparece como problema, ela é solução nas ciências exatas, que estão em alta na Universidade. De um lado, por conta do convênio de estímulo à investigação científica e tecnológica, assinado entre a PUC-Campinas e a Telefônica. De outro, pelo sucesso do ex-aluno de Engenharia Elétrica, selecionado para participar do Leaders in Innovation Fellowship, na Real Academia de Engenharia, em Londres, onde vai mostrar como o seu projeto ajuda a acessibilidade de rotas dentro de estabelecimentos às pessoas que desconhecem o local e, sobretudo, portadoras de deficiência visual.

Além das exatas, as Ciências da Terra e a Biologia também têm espaço nesta edição, em artigos que tratam das oscilações climáticas e regimes de chuva, revelando, também, os perigos de plantas ornamentais, muitas vezes cultivadas em casa, mas que podem até matar apreciadores incautos.

No campo das ciências que tratam do corpo humano, você acompanha, nesta edição, sugestões eficientes sobre dietas e regime, que resultam, de fato, em peso menor e não em saúde pior, como pode acontecer aos praticantes desavisados.

Da realidade orientadora das ciências para a diversão encantadora da ficção científica, o Jornal da PUC-Campinas registra o aniversário de lançamento de E.T. – O Extraterrestre, resgatando fatos e análises sobre o filme de Spielberg.

Muita coisa para saber, outras tantas para debater, fazem desta edição do Jornal da PUC-Campinas utensílio ideal para tudo quanto compete à comunidade acadêmica: pensar, perguntar, pesquisar, debater, ensinar e aprender.

Tecnologia, Educação e os talentos da PUC-Campinas

A edição de setembro do Jornal da PUC-Campinas traz boas notícias para os pré-vestibulandos, que estão avaliando a carreira que desejam seguir e, consequentemente, o Curso Universitário que pretendem fazer no ano que vem. Trata-se do anúncio de cinco novos Cursos já arrolados na lista de ofertas do próximo vestibular, envolvendo Gestão Pública, Comercial, Financeira, RH e Tecnologia da Informação, todos na modalidade Educação a Distância. Além de anunciar os novos Cursos, a matéria aborda aspectos e características desta modalidade de ensino, que se impõe como tendência.

Ainda no universo da tecnologia, o Jornal mostra como será a participação da Universidade na quarta edição do INOVA Campinas, o mais importante evento regional de tecnologia, que vai contar com cerca de 30 projetos apresentados por alunos da PUC-Campinas.

Neste mesmo campo do conhecimento, ajustados ao diapasão tecnológico, três professores de áreas diferentes, Publicidade e Propaganda, Sistemas de Informação e Engenharia Elétrica, comentam características, impactos e perspectivas futuras da humanidade frente às novas tecnologias, apresentando um balanço de onde (e como) poderemos chegar, enquanto sociedade, levados por Big Data, Internet das Coisas, Computação em Nuvens e outras “novidades” do gênero.

A edição de setembro mostra, também, o talento e as habilidades da aluna do quarto ano de Relações Públicas que integra a lista das dez classificadas, entre mais de mil inscritas, do projeto “As Líderes do Futuro”, focado na descoberta e revelação de mulheres com potencial para exercer cargos de liderança.

Da mesma forma, superação e sucesso caracterizam o percurso do ex-aluno que se entusiasmou com a vida universitária e agora é professor doutor no Curso de Medicina, deixando um recado muito claro sobre o tema: “A magia do mundo acadêmico contagia o ex-aluno, que, orientado por seu professor, transmite o processo de ensino-aprendizagem adiante”.

Mas, ao lado de histórias de sucesso, a educação no Brasil, incluindo aquela de nível superior, ainda precisa superar muitos obstáculos e consertar severas distorções de acesso social, de todos e para todos, conforme mostra o artigo sobre a luta pelo direito à educação no Brasil, sob uma perspectiva histórica e o olhar analítico de um professor de Direito.

Além da colaboração dos professores, os jornalistas do Departamento de Comunicação da Universidade também foram a campo reunir boas indicações de cinema e recolher dados para mostrar gente que se realiza ajudando gente, em matéria sobre o pessoal que trabalha com a ONG Grupo Primavera, no Jardim São Marcos, em Campinas, arrematando informações que estimulam a leitura atenta desta edição e o seu uso como material para refletir, debater, ensinar e aprender…

Não perca a oportunidade.

Tecnologia, Inovação e Novidades da PUC-Campinas

O segundo semestre de 2017 começa turbinado na PUC-Campinas. Nas asas da tecnologia, esta edição acompanha o embalo apresentando matérias sobre doze novos Cursos, cinco deles a distância, que alinham a Universidade com as tendências contemporâneas do ensino, seja aquele exercido em sala de aula, seja aquele efetuado a distância. Além de amplo comentário sobre os Cursos, conduzido pelo Pró-Reitor de Graduação, Professor Dr. Orandi Mina Falsarella, aqui você conhece todos os detalhes do Universo PUC-Campinas, espaço de contato da Universidade com o público da região, em especial os vestibulandos.

A tecnologia está presente, também, em quatro matérias, que analisam desde os impactos das inovações na economia, até as casas sustentáveis propostas pela moderna arquitetura, passando pelas alterações do universo poético patrocinadas pela tecnologia e pelo olhar vigilante da crítica, que analisa distorções que ela pode causar na sociedade, críticas estas presentes no cinema e nas reflexões filosóficas.

Tecnologia faz lembrar, também, que, por conta dela, o mundo está cada vez menor e os países cada vez mais próximos, tema da matéria sobre dois seminários pautados nas relações da China com a América Latina. A abordagem do assunto ajuda o leitor a entender como o Curso de Relações Internacionais da PUC-Campinas prepara profissionais que vão atuar nesse complexo universo globalizado.

Problemas que desarticulam a sociedade, como o consumo de drogas e, em sentido contrário, ações que integram socialmente as pessoas, usando a dança como ferramenta, também estão nesta edição, que ainda traz versos de Mário Quintana, para ler e pensar sobre o Dia dos Pais, informações importantes sobre o Programa PUC-Campinas Empreende e orientações sobre a prática de exercícios físicos nos dias frios de inverno.

Como sempre, as matérias trazem a chancela dos jornalistas que integram o Departamento de Comunicação Social da Universidade e dos Professores, Mestres ou Doutores nos assuntos que tratam, reunindo razões de sobra para classificar o Jornal da PUC-Campinas como fonte de aprendizagem e referência de reflexão.

 

Tecnologia para a democratização da informação

Por Prof. Dr. Wagner José Geribello – assessor especial da reitoria

Quando quiser, onde estiver…

A partir desta edição, fica assim o acesso ao Jornal da PUC-Campinas, agora disponível também em equipamentos móveis.

Isso significa que se o celular está à mão, o Jornal da PUC-Campinas também está, graças ao novo aplicativo que permite ler, armazenar, reler e consultar cada edição, no momento desejado, ou necessário, de modo tão fácil como enviar um WhatsApp, ou rolar uma Play List.

Ampliar, melhorar e facilitar o acesso via aplicação tecnológica faz parte do conceito que norteia este Jornal, buscando mudar sempre e melhorar cada vez mais o envolvimento com a comunidade acadêmica, informando, comentando, provocando o posicionamento crítico e trazendo à baila temas que estimulem o debate sobre a atualidade, em todo espaço e momento do ambiente universitário.

Assim, o aplicativo está sendo oferecido sem custo nem pré-condição e esperamos sua manifestação, com críticas, sugestões e apreciações que nos ajudem a continuar nossa política de aprimoramento do Jornal da PUC-Campinas que é de todos nós, por direito, preceito e, agora, também pela facilidade de acesso.

Marcando o lançamento do novo aplicativo de acesso, esta edição traz muitos e variados temas, incluindo as perspectivas de viagens e intercâmbios para o período das férias que se aproximam. Traz, também, um tanto de resgate cultural e outro tanto de reflexão sobre as Festas de Junho, em que os Santos Pedro, Antônio e João são lembrados com a peculiar afeição das manifestações culturais nascidas do povo e nele arraigadas, na forma de quermesse, mastro, quadrilha e casamento na “roça”.

Cinema também aparece com destaque nesta edição, no comentário do Professor Cauê Nunes e nas sugestões do Festival Varilux de Cinema Francês.

A programação das solenidades, bem como das atividades científicas e culturais marcando os 76 anos de fundação da PUC-Campinas, comemorados neste mês, está presente em igual medida nesta edição, que coloca você em sintonia com a comunidade acadêmica, naquilo que ela tem de mais atual e marcante, tudo isso disponível no seu celular.

Política Internacional, empreendedorismo e novos caminhos

Por Wagner Geribello

Mensalmente, a equipe do Departamento de Comunicação Social da PUC-Campinas repete o ciclo de produção deste Jornal, começando pela seleção de temas de interesse da comunidade acadêmica.

Parte dos assuntos emerge de fatos e acontecimentos que despontam na mídia e polarizam as atenções da sociedade, sobre os quais docentes são convidados a lançar um olhar analítico, a partir das suas áreas de atuação, competências e conhecimento.

Neste mês, a pauta está centrada no polêmico fenômeno Donald Trump, analisado por um historiador, que traz alguns questionamentos e outros tantos esclarecimentos sobre idas e vindas da conjuntura internacional, relacionadas ao presidente americano.

Do terreno inseguro da atualidade, saltou-se para o horizonte simultaneamente promissor e incerto do futuro, mostrando que empreendedorismo é um caminho importante a ser considerado frente à perspectiva de que, em duas décadas, cerca de 60% das profissões hoje existentes terão desaparecido do mercado de trabalho. Para os alunos que estão preparando o futuro e planejando carreiras, a matéria constitui item obrigatório de conhecimento e reflexão.

Ainda com relação às perspectivas futuras, esta edição trata dos Campi Inteligentes, mostrando como a tecnologia vai melhorar, em todos os aspectos, os espaços em que a comunidade universitária exerce suas atividades. Considerando a impressionante cifra de 30 mil pessoas circulando pelos Campi da PUC-Campinas, diariamente, bom saber como a tecnologia da informação vai ajudar a gestão de diversos itens que afetam diretamente essa gente toda, do trânsito, ao abastecimento de água.

Referenciada no mês de maio, tempo de frio e data das mães, esta edição também tem espaço para esses assuntos, recomendando cuidados com doenças respiratórias por conta do frio e sugerindo investimento total na qualidade do relacionamento com os filhos, uma vez que o cotidiano moderno rouba muito em quantidade da convivência que mães e filhos querem e precisam ter.

Fatos interessantes e novidades sobre o Sistema de Bibliotecas e Informação da Universidade, que reúne acervo superior a 760 mil itens, ecos de eventos importantes acontecidos recentemente, como o Colóquio sobre a Cultura da Paz, a 1a Mostra de Talentos da Graduação, focada na qualidade e na criatividade dos Trabalhos de Conclusão de Cursos, a Mostra de Cinema Italiano e a Campanha Maio Amarelo também estão em destaque nesta edição, reunindo motivos de sobra para ler, refletir, comentar e divulgar.

Páscoa, cultura e tradição

Por Prof. Dr. Wagner José Geribello – Assessor Especial da
Reitoria da PUC-Campinas

Páscoa compõe o tema central desta edição de abril, mês em que a Liturgia Católica celebra a Ressurreição de Jesus Cristo, legitimando a abordagem religiosa do assunto.

A Pascoa é, também, evento cultural, implicando comportamentos e características específicas ao período, desde repercussões econômicas, até hábitos que a sociedade incorpora e transforma em tradição. Assim, as matérias desta edição cobrem variado leque de enfoques do período, como as oscilações de preços de produtos “sobrevalorizados” nesta época, a exemplo do peixe e do chocolate, até a tendência cada vez mais acentuada de oferecer “presentes vivos”, no caso coelhos.

O Jornal da PUC-Campinas de abril também abre espaço para tratar de assuntos da atualidade que, de certa forma, caminham na contramão dos sentimentos e valores pascais, em especial aqueles referentes à solidariedade. A intensificação de fluxos migratórios e a tragédia dos refugiados tematizam artigo que resgata as origens e expõe as razões desse fenômeno que persiste na mídia internacional e tem reclamado ações e posições dos governos e das sociedades nacionais ao redor do Planeta.

Questões urbanas relevantes também figuram no cardápio de matérias, algumas positivas, como as perspectivas promissoras das Cidades Inteligentes, ou negativas, como a nefasta relação entre a falta de tratamento de esgoto e a consequente redução quantitativa e qualitativa da água potável disponível.

Eventos internos também estão na pauta, com destaque para a Mostra de Talentos, que valoriza e dá ampla visibilidade à produção dos Trabalhos de Conclusão de Cursos (TCC) na Graduação.

Além disso tudo, o Jornal da PUC-Campinas ainda tem cinema e informações importantes sobre o cotidiano acadêmico, reunindo razões de sobra para ser lido, comentado e também usado como instrumento de ensino e aprendizagem em aulas, estudos e trabalhos, justificando o encerramento deste editorial com desejos sinceros de boa Páscoa, boa leitura e bom aproveitamento.

 

Febre amarela, ecologia e outras ações

Logo nos primeiros dias do ano, quando alunos e professores aproveitavam os derradeiros momentos das férias, integrantes do Departamento de Comunicação Social (DCOM) e da Reitoria realizaram reuniões de avaliação e planejamento referentes às edições de 2017 do Jornal da PUC-Campinas. Objetivando melhorar sempre e qualificar cada vez mais o Jornal, as reuniões, entre diversos itens, focaram propostas de assuntos merecedores de destaque nas edições temáticas que vão circular até dezembro.

A Campanha da Fraternidade, a recepção aos alunos ingressantes e a febre amarela formam o elenco de temas centrais, contemplados nesta edição de março de 2017.

Baseada em uma temática de perfil ecológico, mas também de profundo apelo social, a Campanha da Fraternidade remete aos biomas brasileiros, riqueza maior de um País generosamente brindado pela Obra Criadora com exuberância e diversidade de flora, fauna e gente, compondo um presente que merece cuidados e zelo das instituições todas, bem como de todos os cidadãos do Brasil. Nesta edição, você vai conhecer razões, objetivos e detalhes da Campanha da Fraternidade 2017 “Biomas Brasileiros e Defesa da Vida”.

Neste mês, o Jornal da PUC-Campinas relata, também, como foi a recepção aos novos alunos, descrevendo e ilustrando os diversos programas que buscam facilitar a ambientação à vida universitária. Com mais de 75 anos de História, dois Campi, vários Cursos de Graduação, Pós-Graduação e Extensão, bem como atividades diversas, sobretudo nos campos das ciências, das artes e da cultura, a PUC-Campinas é um universo plasmado em uma Instituição que o ingressante precisa conhecer em detalhe, para explorar com intensidade na sua formação profissional, social e pessoal.

A febre amarela, que tem merecido destaque nos meios de comunicação por conta do surto registrado em algumas regiões brasileiras, integra outro destaque entre os temas tratados nesta edição. O assunto é abordado do ponto de vista das ciências médicas, trazendo esclarecimentos e recomendações oportunas, pertinentes e mesmo necessárias para o enfrentamento de uma situação marcada pelo aumento de casos e, por vezes, desconhecimento sobre ações para evitar o contágio e contribuir para reduzir a propagação do problema.

Todavia e infelizmente, essa não é a primeira vez que a região de Campinas se vê às voltas com a febre amarela. Na passagem dos séculos XIX e XX, a população local foi dizimada pela doença, com sérias consequências não só na área da saúde, mas também sérias repercussões econômicas, sociais e administrativas, incluindo ações (e por vezes a falta delas) urbanísticas de saneamento, mudança de hábitos e a noção de que o combate a moléstias dessa espécie vai muito além da competência de médicos e sanitaristas.

O jornal da PUC-Campinas resgata a febre amarela, do ponto de vista histórico e destaca o tratamento do assunto em publicações assinadas por pessoas que são ou foram alunos ou professores desta Universidade.

Além disso tudo, esta edição abre espaço para marcar o Dia da Mulher, traz a agenda atualizada de eventos e realizações e toca diversos outros assuntos, configurando um mosaico especialmente composto pelo público acadêmico, para o público acadêmico, como você.

Não ensina quem não organiza e não organiza quem não planeja…

Na atividade docente o planejamento não tem valor menor nem ocorre em menor frequência que aulas, atividades laboratoriais, procedimentos de avaliação e de recuperação que recheiam nosso cotidiano acadêmico.

A rigor, ensinar pressupõe planejamento continuado de cada aula e de cada passo, ao longo de toda a jornada que nos dispomos a percorrer, juntamente com alunos e alunas, na direção do conhecimento.

Sabemos que a aula começa no dia anterior, nos preparativos, seleção de recursos e avaliação dos métodos que definimos para momentos e conteúdos determinados. Só então, nos sentimos seguros e confiantes para entrar em sala e, como costumamos dizer “dar uma boa aula”.

Docentes mais experientes conhecem a capacidade dos alunos para distinguir e reconhecer o professor que planeja e traz a aula organizada, com ponto de partida definido, percurso traçado e objetivo ancorando, solidamente, todo o processo.

O planejamento, que trazemos introjetado, na condição de professor e professora, tem dimensões diversas, desde o microuniverso de um exercício didático, até o macroplanejamento de todo um semestre letivo.

Ajustados a essas dimensões variadas estão o tempo dedicado e o envolvimento articulado de diversas pessoas. Normalmente conduzimos sozinhos e por conta própria o planejamento das nossas aulas, mas ao planejamento individual precedem instâncias mais amplas e coletivas, como a que nos compete fazer agora, nesta Semana de Planejamento Pedagógico.

Sob orientação da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), contando com a colaboração de pessoas com amplo conhecimento de pedagogia, didática e planejamento, atuando como um Corpo Docente com objetivos congruentes e valores similares, constituímos um grupo eficiente e capacitado para planejar os largos caminhos vislumbrados para o semestre entrante, que formam a base de orientação para todas as demais ações pedagógicas, até o final de junho.

Nesse sentido, o planejamento não é só exercício de orientação técnica, mas, também, contributo à segurança que queremos e precisamos na sala de aula.

Portanto, acima e além de quaisquer outras considerações, cabe lembrar que o Planejamento Pedagógico é tão importante para cada um de nós, como todos nós, participando ativamente, somo vitais para que o planejamento renda orientação segura e ferramentas eficientes, que vamos usar a cada dia letivo.

Boas-vindas a um semestre produtivo e compensador.

 

Profa. Dra. Angela de Mendonça Engelbrecht

Reitora

EDITORIAL: 2016- um ano de conquistas

A edição 170 do Jornal da PUC-Campinas que fecha o ano de 2016 abre oportunidade para retomar e relembrar a quantidade, variedade e importância dos eventos que marcaram este ano, comemorando o Jubileu de Diamante. Trata-se, portanto, de um convite para rever as edições precedentes, que relatam em detalhes os colóquios, palestras, conferências e eventos comemorativos, trazendo para os auditórios da Universidade figuras de destaque do meio acadêmico nacional e internacional, assim como importantes representantes da Igreja, e da sociedade, todos responsáveis por momentos memoráveis de reflexão e troca de conhecimento como cabe ao ambiente universitário.

Dezembro também é tempo de Natal e a qualificação confessional da PUC-Campinas sugere o destaque do tema, que polariza esta edição.

Data maior da cristandade, o Natal marca-se pela celebração de caráter religioso e pela comemoração de perfil social, sobretudo no ambiente familiar, configurando, também, um período de reflexão espiritual.

Focada nesses aspectos, a última edição do ano colocou o Natal em pauta, trazendo artigos que refletem sobre a data, a exemplo do processo de mercantilização que descaracteriza e mesmo confronta a identidade religiosa do 25 de dezembro.

Os modos como a arte e a literatura se envolvem com o Natal também estão presente nas pautas preparadas pela editora Amanda Cotrim, incluindo considerações muito oportunas e apropriadas sobre o cinema inspirado em livros tematizados no Natal.

O espírito de Natal que se expressa em solidariedade é um outro tema com vez e voz  nesta edição, que mostra o envolvimento da comunidade acadêmica em campanhas em favor de parcelas mais fragilizadas da sociedade.

Além do Natal, também a política internacional integra a edição, nas considerações e análises da eleição de Donald Trump, que agradou alguns, desagradou muitos e surpreendeu quase todos, ecoando nas instâncias econômicas, diplomáticas, políticas e até culturais de todo o planeta.

Isso tudo e muito mais estimulam e legitimam a leitura atenta da última edição de 2016 do Jornal da PUC-Campinas, que é, também, portadora dos desejos da equipe editorial e dos colaboradores para que todos os leitores tenham um período feliz e repousante de férias, um ano novo de muita paz e um Natal comungado com amigos, familiares e entes queridos, acrescentando o compromisso de retomar nosso contato em 2017…

Até lá.

EDITORIAL- Criança: responsabilidade de todos

Usando e abusando da imagem infantil, a propaganda costuma estampar rostinhos sorridentes e sadios para alavancar o consumismo, desde a ingestão de hamburger gorduroso, até o automóvel de luxo, cuja posse transforma o pai em herói aos olhos do filho. Todavia, para além da ficção publicitária, a realidade mostra que parte das crianças não frequenta o consumo e todas, sem exceção, precisam mais que bens e serviços para conhecer um tantinho de felicidade.

Protagonista de tantos desvios e contradições da sociedade contemporânea, especialmente nos cantos atrasados em civilidade e primários em civilização, as crianças polarizam esta edição do Jornal da PUC-Campinas, que reúne artigos, entrevista e reportagens sobre a postura da academia e o olhar dos acadêmicos em relação à infância.

No campo da Tecnologia, o jornal trata dos encontros e desencontros da infância com a informação, nesses tempos em que a criança aprende a correr os dedos pela tela do celular antes de conseguir desenvoltura mínima no manejo da colher.

 O CEA colabora com o tema mostrando características e distorções dos liames entre criança e consumo, enquanto a coluna Pensando o Mundo contribui com uma análise muito atualizada do Trabalho Infantil, medievalismo que assola intensamente a cultura e a realidade brasileiras, consequenciando, nos pequenos, a esdruxula distribuição de renda na qual elites e oligarquias insistem em manter o Brasil aprisionado.

Horários, obrigações e responsabilidades que a contemporaneidade impõe à gurizada, já nos primeiros meses de vida, estão na entrevista, cujo tema é tão instigante quanto preocupante: ser criança é o mesmo que ter infância?

Apresentação de Projetos de Extensão e resumo de Dissertação de Mestrado centrados nas crianças, das Faculdades de Fisioterapia e Psicologia são as contribuições do CCV ao assunto do mês, enquanto a CACI mostra as atividades que trazem crianças para a Universidade nos períodos de férias.

Completando, a coluna cinematográfica indica dois filmes que tratam das consequências dolorosas sobre as crianças da militância política em tempos de ditadura.

A leitura disso tudo certamente vai levar a reflexões sobre a responsabilidade de todos nós, adultos e quanto os universitários podem fazer para efetivar a premissa de que o melhor da vida é ser criança.

Boa leitura!

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