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Viajar para aprender

Por Armando Martinelli

Desenvolver um segundo idioma de forma mais ágil e sólida, conhecer uma nova cultura, adquirir experiência, continuar a vida acadêmica com Mestrados e Doutorados, enfim, são muitos os motivos relacionados com a procura por intercâmbios ou viagens ao exterior, e todos sempre válidos, especialmente quando conectados ao aprendizado.

Ciente dessa valiosa contribuição para a vida acadêmica, profissional e pessoal dos alunos, a PUC-Campinas, por meio do Departamento de Relações Externas (DRE), estimula e fomenta iniciativas com esse propósito.

O Coordenador do Departamento de Relações Externas da PUC-Campinas, Prof. Dr. Douglas Ferreira Barros, informa que atualmente o DRE possui 95 parcerias com Instituições de Ensino Internacionais. “Na página do DRE, no Portal da PUC-Campinas, o aluno pode encontrar essa listagem completa, bem como outras informações sobre programas de intercâmbio acadêmico”, disse o Prof. Dr. Douglas Ferreira Barros.

http://www.puc-campinas.edu.br/dre/intercambio/#1457549172853-ea3782c8-c221

Ainda para o Coordenador do DRE da PUC-Campinas, os alunos podem se aprofundar no tema por meio do Buddy Program, programa de apadrinhamento de alunos de intercâmbio. “O Buddy Program é uma excelente oportunidade dos alunos da PUC-Campinas entrarem em contato direto com outra cultura, treinarem o idioma, fazerem novas amizades com os alunos de intercâmbio estrangeiros e integrá-los à comunidade da PUC-Campinas”, reforça o Prof. Dr. Douglas Ferreira Barros.

https://www.puc-campinas.edu.br/dre/programa-de-apadrinhamento-buddy-program/

Idiomas

Pensando em auxiliar no aperfeiçoamento da proficiência nos idiomas inglês e espanhol de alunos, professores e funcionários, a PUC-Campinas oferece cursos em diferentes níveis, de forma gratuita. Os cursos são elaborados em conjunto pela Diretoria da Faculdade de Letras e a Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PROEXT) e, normalmente, oferecidos a cada novo semestre.

Além disso, a PUC-Campinas possui programas específicos com três instituições externas, são elas:

University of Victoria (UVIC): para aprender inglês no Canadá, com 30% de desconto.

Fundación de La Lengua: com bolsa de estudos no valor de 510 euros para estudar espanhol em Valladolid, Espanha.

Campos Magnolie: desconto de 22% sobre o valor do curso para estudar italiano em Castelraimondo, Itália.

Os destinos mais procurados pelos alunos de intercâmbio, em 2016:

Viajantes por país

Figura 1. Distribuição percentual de alunos out de Intercâmbio, por País. PUC-Campinas. Departamento de Relações Externas, 2016.

Cursos em que os alunos de intercâmbio mais viajaram, em 2016:

Viajantes por curso

Figura 2. Distribuição percentual de alunos out de Intercâmbio, por Curso da Universidade. PUC-Campinas. Departamento de Relações Externas, 2016.

Informações adicionais nos seguintes links:

http://www.puc-campinas.edu.br/dre/#1459269998965-46cc33b9-600a

https://www.puc-campinas.edu.br/extensao/curso-de-extensao/?curso=236990&classe=01&aass=20171

https://www.puc-campinas.edu.br/extensao/curso-de-extensao/?curso=236740&classe=01&aass=20171

Jornal da PUC-Campinas inova e agora estará disponível também em aplicativo

Por Sílvia Perez

Garantir o rápido acesso à informação, ao jornalismo científico, a artigos e novidades da academia, por esses motivos, a PUC-Campinas lança no dia 7 de junho o aplicativo do Jornal da PUC-Campinas.

A publicação, que já era digital, se modernizou para garantir mais facilidade e agilidade aos leitores. Na ferramenta mobile estarão armazenadas as edições do Jornal a partir de maio de 2017, funcionando, assim, como uma espécie de “banca” ou “biblioteca” de consulta.

A cada nova edição, o usuário receberá uma notificação o convidando para a leitura. O aplicativo estará disponível para aparelhos com tecnologia Android ou IOS e pode ser baixado gratuitamente na Play Store ou na Apple Store.

De acordo com o Coordenador do Departamento de Comunicação Social da PUC-Campinas, Alcino Ricoy Júnior, a ideia do aplicativo surgiu para conquistar um público mais jovem. “O Jornal traz temas atuais, interessantes e de reflexão, muitas vezes em debate em sala de aula, por isso, oferecer o aplicativo nos aproxima ainda mais dos nossos estudantes, que poderão acompanhar e até mesmo repercutir as nossas matérias, com uma abordagem mais científica”, destaca.

 

Dia Mundial Sem Tabaco – Iniciativas reforçaram os malefícios do tabagismo

Por Armando Martinelli

Celebrado no dia 31/5, o Dia Mundial Sem Tabaco mobiliza inúmeras instituições ao redor do mundo em campanhas pelo controle do tabagismo, causa de diversas doenças, incluindo o câncer, e responsável por seis milhões de mortes por ano, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

A Fundação do Câncer (www.cancer.org.br) mostrou o impacto econômico do tabagismo no crescimento sustentável dos países e os riscos à saúde da população, por meio de ações em seus diferentes canais nas redes sociais. As peças trouxeram imagens e frases sobre os efeitos do tabagismo na natureza e na vida das pessoas. Na campanha, também foram apresentados dados relevantes sobre o desmatamento global, desigualdade social, poluição, custos para saúde, entre outros.

Outra campanha de impacto foi realizada pela Associação de Defesa da Saúde do Fumante (ADESF), que procurou conscientizar o público sobre os problemas do cigarro, mostrando de forma criativa, como fumar pode trazer um risco maior à vida do que atividades normalmente consideradas mais perigosas do que o ato de dar uma tragada.

São três filmes que colocam pessoas mergulhando com crocodilos; desarmando bombas ou pulando de base jump, situações cujo número de mortalidade é bem inferior ao decorrente do tabagismo. Em um deles, no comercial que compara o mergulho com crocodilos com os problemas provocados pelo cigarro, por exemplo, a taxa de mortalidade provocada pela atividade perigosa é de 250 óbitos por ano no mundo, contra uma média anual de seis milhões de mortes causadas pelo tabagismo.

Confira os vídeos nos links abaixo:

Crocodilo: https://www.youtube.com/watch?v=jE53_bE-h-U

Bomba: https://www.youtube.com/watch?v=hcefusJxxOw

Base Jump: https://www.youtube.com/watch?v=5amV8QHdhKE

 

Campi Inteligentes: Conheça o Projeto da PUC-Campinas para tornar seus Campi mais modernos e sustentáveis

Por Sílvia Perez

Provavelmente você já ouviu falar em “Cidades Inteligentes”, o tema inclusive foi abordado na edição passada do Jornal da PUC-Campinas, mas você já parou para pensar que o Campus também pode ser trabalhado com o intuito de se tornar “inteligente”? Para introduzir o assunto, devemos lembrar que não é o espaço físico que é “inteligente”, mas, sim, as pessoas que o projetam, constroem, operam, mantêm e vivem nele. A ideia básica é de que espaços para serem caracterizados como “inteligentes” fazem uso de novas tecnologias com o objetivo de melhorar a vida das pessoas que os ocupam, bem como procuram transformá-los em locais sustentáveis contribuindo para uma vida melhor para as gerações futuras.

Muito embora este tema tenha enorme amplitude permeando praticamente todos os principais problemas encontrados dentro de uma cidade, do ponto de vista da tecnologia utilizada existe uma concentração significativa na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) utilizando-a como ferramenta capaz de emprestar algum tipo de “inteligência” à mitigação dos problemas abordados.

Dessa forma, sensores, softwares inteligentes, redes de comunicação com grande capacidade e capilaridade constituem o cerne da nova forma de se enfrentar as crescentes dificuldades existentes em nossas cidades na área de mobilidade urbana, de energia, de geração e coleta de resíduos, entre outras. O advento da Internet of Things (IoT) contribuirá para a promoção e difusão desse arsenal de tecnologias colocando a robótica e a automação como instrumentos primordiais na redução de desperdícios e melhoria nas condições de vida dos seres humanos.

Nos Campi da PUC-Campinas circulam, diariamente, quase 30 mil pessoas e enfrentam situações e problemas similares aos encontrados externamente. Assim, criar novas abordagens para os problemas, bem como utilizar abordagens semelhantes àquelas que serão ou estão sendo testadas nas cidades inteligentes constituem-se oportunidades interessantes para os alunos, professores e funcionários da Instituição, de conviverem com esses problemas e soluções os quais permearão, com certeza, muitas discussões no futuro.

Houve uma seleção de cinco dimensões sobre as quais novos projetos estarão sendo desenvolvidos dentro do projeto “guarda-chuva”, Campi Inteligentes, são elas: Energia, Água e Resíduos, Mobilidade, Segurança e TIC. A PUC-Campinas, por meio de sua Pró-Reitoria de Administração (PROAD), vem suportando os Campi Inteligentes com uma preocupação constante de inovar na tratativa dos problemas enfrentados e buscar atingir os principais objetivos do projeto, aumentar a sustentabilidade dos espaços e melhorar a vida da comunidade.

Nesta reportagem será abordada apenas a dimensão da Energia. Esse é um assunto que estará cada vez mais presente no cotidiano das pessoas. São questões fundamentais: a necessidade crescente da sociedade por energia com a sua evolução; a importância de ampliar a participação das fontes renováveis dentro das matrizes energéticas dos países; a a melhor eficiência do consumo; e o aumento do controle sobre o consumo de energia buscando a redução dos custos produtivos.

Nesse cenário, o principal objetivo é transformar o insumo energia num produto gerenciável dentro dos Campi. Simplificadamente, gerenciar esse insumo significa estabelecer novos processos que permitam: reduzir o seu consumo sem qualquer tipo de perda no serviço prestado; ampliar a sua oferta principalmente por meio de fontes renováveis; rever a aquisição de energia elétrica das concessionárias: reduzir perdas nas redes; e educar as comunidades sobre o uso da energia. Diversos projetos estão em andamento a fim de perseguir esse objetivo. Serão tratados apenas dois, um pelo lado da oferta e outro pelo lado da demanda.

Falando pelo lado da demanda, o principal uso final da energia na Universidade é a iluminação. Duas vertentes são importantes nesse contexto: a primeira, tecnológica, é reduzir o consumo das lâmpadas e a segunda, educacional, é de não deixar iluminados, sempre que possível, ambientes sem a presença de pessoas.

Partindo desse conceito, a PUC-Campinas elaborou um projeto para participar do Programa de Eficiência Energética 2016 da CPFL Energia, o qual foi contemplado. Ele prevê a substituição de 15.500 lâmpadas fluorescentes por lâmpadas de LED nos prédios acadêmicos dos Campus I e II. Essa substituição deverá reduzir em 50% o consumo de energia utilizada para iluminar esses prédios e em mais de 90% o custo de manutenção dos próximos cinco anos. Além disso, a substituição provocará uma melhoria da iluminação desses locais ampliando o fluxo luminoso médio.

De acordo com o Diretor da Faculdade de Engenharia Mecânica, que encabeça o projeto, Prof. Dr. Marcos Carneiro da Silva, a lâmpada fluorescente comum tem de catálogo, uma vida útil de 10 mil horas, no entanto, na prática durante essa vida útil, ela sofre desde cedo perdas significativas na sua capacidade de iluminar obrigando a sua substituição em um número de horas muito inferior à prevista inicialmente. Já as lâmpadas de LED tem duração prevista de 40 mil horas, mantendo mais de 70% da capacidade luminosa. “Além da economia que isso representa em termos de consumo de energia, o projeto junto à CPFL também prevê colaborar para a educação no consumo de energia, por meio de palestras para a comunidade universitária. Além disso, os professores também estão comprometidos a passar a ideia adiante para os alunos em sala de aula”, destaca.

A substituição das lâmpadas já começou e todo processo deve ser concluído até junho de 2017. No Campus II, o trabalho está praticamente 100% pronto, no Campus I, a entrada do CEATEC, conhecida como Cabine 8, está em 95% e a Cabine 1 que abrange a área dos prédios H, está em 10%.

É importante destacar que a PUC-Campinas possui mais de 20 mil lâmpadas instaladas em seus Campi, esse projeto abrange a troca por lâmpadas mais eficientes nos prédios acadêmicos da Universidade, ficando as áreas administrativas para serem substituídas a médio e longo prazo.

Usina Fotovoltaica

Mais uma inovação do projeto “Campi Inteligentes” é a construção de uma Usina Fotovoltaica no Campus I, essa usina terá potência de 12,5 kWp, geração máxima de energia da usina, de acordo com a posição do sol.

A previsão é de que essa Usina Fotovoltaica da PUC-Campinas entre em operação em 31 de maio deste ano e vai gerar o suficiente para iluminar todas as salas de aula do Centro de Tecnologia e 60% das salas de aula do prédio H15, fato que foi possível pela utilização da iluminação com tecnologia LED.

“A instalação da Usina foi inovadora, pois criou um laboratório para os cursos do Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias (CEATEC) embaixo das placas solares. Esse projeto realizado pelos docentes do Curso de Arquitetura e Urbanismo, Caio Ferreira e Wilson Barbosa Neto, foi tão feliz que a maquete é fotografada por todos os fornecedores de painéis solares que nos visitam, sendo classificada como uma ideia muito inovadora. Nesse laboratório, os alunos vão poder ver como funciona e saber mais sobre geração de energia fotovoltaica, bem como estão sendo preparadas informações interessantes também para os visitantes”, explicou o Prof. Dr. Marcos Carneiro da Silva.

Projetos Interligados

Segundo Silva, quando a Usina foi pensada, a ideia inicial era de que pudesse suprir apenas a iluminação do Centro de Tecnologia, no entanto, com o projeto de substituição das lâmpadas dos prédios acadêmicos, foi possível expandir o alcance da Usina Fotovoltaica para mais 60% do prédio H15.

“Esse é o primeiro passo nesse sentido, mas o objetivo é ainda fazer muito mais para garantir a modernização e sustentabilidade nos Campi, ampliando inclusive a produção de energia solar no futuro”, concluiu o docente.

 

A Maternidade Moderna

Por Sílvia Perez

Se ser mãe antigamente já não parecia ser uma tarefa fácil, hoje em dia, a “arte” da maternidade parece ainda mais complicada. Além das inúmeras responsabilidades que um filho apresenta na vida de uma mãe, a mãe moderna tem de se desdobrar entre os afazeres domésticos, o trabalho profissional, o relacionamento com o parceiro e a criação e educação dos filhos.

O sentimento de culpa se torna companheiro das mães, já que a rotina corrida diminui o tempo de convivência com os filhos. De acordo com a docente da Faculdade de Psicologia da PUC-Campinas, Profa. Dra. Rita Maria Manjaterra Khater, as mães não devem sentir essa culpa. “O que importa é a qualidade e não a quantidade do tempo que as mães têm de interação com os filhos. É importante aproveitar esse tempo para passar exemplos, valores e estar presente”, destaca.

Na era digital, o “estar presente” não significa de corpo presente, é possível estar disponível para os filhos mesmo a distância. “As mães podem utilizar os recursos tecnológicos para acompanhar os filhos, quando são um pouco maiores, com aplicativos de mensagem para perguntar, por exemplo, como se saíram em uma prova, é uma forma de demonstrar carinho e interesse, de estar presente mesmo que não fisicamente”, exemplifica a professora.

A docente enfatiza que as mães devem deixar os diversos papéis da vida – mãe, esposa, profissional, dona de casa – fluírem sem culpabilidade. “Hoje em dia, os filhos também querem ver uma mãe moderna, que desempenhe outras atividades, por isso, a mãe não tem de sentir culpa quando está longe dos filhos. Quando deixamos de superproteger nossos filhos, eles desenvolvem uma capacidade de independência e de resiliência muito maior”, finaliza.

 

Queda nas temperaturas, aumento das doenças respiratórias

Por Armando Martinelli

A chegada do outono, e o consequente início dos meses com temperaturas mais baixas do ano, podem gerar alguns inconvenientes à saúde. Entre os mais comuns estão a proliferação das doenças respiratórias infecciosas e o acirramento das doenças respiratórias crônicas, decorrentes da associação entre a menor dispersão dos poluentes (baixa umidade do ar) com a aglomeração de pessoas em locais fechados. Essas condições são ideais para a transmissão de vírus e bactérias que passam a circular em concentração maior, enquanto o organismo das pessoas tende a ficar com a imunidade mais baixa por conta do ressecamento das vias respiratórias.

As doenças respiratórias infecciosas mais comuns são gripe e resfriado, e algumas das doenças respiratórias crônicas mais recorrentes são asma, bronquite, rinite alérgica e doença pulmonar obstrutiva.

De acordo com o Docente de Pneumologia da Faculdade de Medicina da PUC-Campinas, Prof. Dr. Paulo Roberto Tonidandel, a prevenção é uma das atitudes mais importantes e pode ser feita por meio de simples ações no dia a dia. “Alguns hábitos corriqueiros como lavar as mãos adequadamente e evitar locais fechados e com grande circulação de pessoas podem reduzir o contágio e ajudar na recuperação para quem já está doente”, disse o docente da Faculdade de Medicina da PUC-Campinas.

Ainda para o Especialista, “a boa alimentação e a ingestão de líquidos também são fundamentais, tanto para quem está saudável quanto para quem já apresenta algum sintoma de doença respiratória. Para os já portadores de doenças crônicas, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica entre outras, a melhor prevenção é o adequado tratamento das patologias durante o ano todo”.

Grupos de risco

Os grupos com maior vulnerabilidade são gestantes, idosos e crianças menores de dois anos, além de pessoas com doenças crônicas. Não por acaso são as pessoas com preferência para tomar a vacina da gripe, considerada umas das medidas preventivas fundamentais.

Para as crianças, a temporada de frio pode ser ainda mais prejudicial e, por isso, precisam de atenção especial. “É importante que os bebês sejam alimentados com leite materno, evitem locais com muitas pessoas e fiquem em ambientes limpos e arejados”, completa o Prof. Dr. Paulo Roberto Tonidandel.

Seguem alguns cuidados e dicas para a prevenção

  1. Atente-se às mudanças de temperatura ao trocar de ambiente. Vale sempre ter um agasalho a tiracolo.
  2. A circulação do ar evita a proliferação do vírus. Deixe o ambiente o mais ventilado e arejado possível.
  3. Evite locais fechados e com grande circulação de pessoas.
  4. Ao tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz, preferencialmente com lenço de papel descartável.
  5. Lave as mãos várias vezes por dia, com água e sabonete, especialmente se estiver ou passar por locais públicos. Se não tiver como lavar, higienize com álcool em gel.
  6. Se apresentar febre acompanhada de sintomas como tosse e dor de garganta, procure atendimento médico.
  7. Alimente-se bem, com muitas frutas e verduras e ingestão de líquidos.
  8. Quando gripado, evite contato desnecessário com crianças e recém-nascidos.
  9. As roupas que ficaram por muito tempo no fundo do armário podem ter acumulado poeira e outros agentes causadores de alergia. Lave-as antes de usar e mantenha-as protegidas, em sacos, ao guardá-las.
  10. Mesmo no frio, ingira dois litros de água, diariamente. Ela é indispensável para o bom funcionamento do organismo, incluindo os mecanismos de defesa.

Gripe ou resfriado: diferenças

A gripe é uma infecção mais forte do que o resfriado, costuma durar menos tempo e apresenta mais complicações. A gripe pode ser perigosa em idosos, bebês e pessoas com doenças crônicas. O resfriado, por sua vez, raramente causa complicações sérias, embora também possa impactar no dia a dia das pessoas com sintomas desagradáveis.

Gripe: mais intensa do que o resfriado, caracterizada por dor no corpo, dor de garganta, tosse, geralmente com febre.

Resfriado: tosse, coriza e espirro, sem febre.

 

Sistema de Bibliotecas e Informação da PUC-Campinas passa por reestruturação

Por Sílvia Perez

O projeto de reestruturação do Sistema de Bibliotecas e Informação (SBI) da PUC-Campinas visa garantir maior modernização de uma área vital e muito demandada em toda a Universidade, as bibliotecas.

De acordo com o Supervisor do SBI, Sérgio Eduardo Silva Caldas, a reestruturação tem o objetivo de acompanhar as mudanças da sociedade e os avanços tecnológicos. “O desafio é estruturar desde os recursos humanos, bem como nosso sistema, no sentido de trazer inovações e tecnologias para atender o novo perfil de usuários de informação”, explica.

Uma das mudanças previstas nesse processo é a possibilidade da busca integrada, ou seja, o usuário fará uma busca em um único campo, que oferecerá todo acervo disponível seja em livros, publicações ou outros, sem a necessidade de segmentar essa busca, por exemplo, por título ou autor.

Além disso, o acervo digital deve ser ampliado e os processos automatizados, garantindo maior agilidade ao usuário.

Conheça o fluxo de informações e o volume de atendimentos nas bibliotecas da PUC-Campinas em 2016:

Campus II Campus I Campus I – Unidade 2
Acervo 189.812 Acervo 283.652 Acervo 291.788
Alunos 3.160 Alunos 9.324 Alunos 3.774
Consulta 172.351 Consulta 339.336 Consulta 256.957
Empréstimos 88.867 Empréstimos 105.745 Empréstimos 111.219
Frequência 132.577 Frequência 261.028 Frequência 197.660

 

 

Desafios para as Cidades Inteligentes no Brasil

Por Sílvia Perez

A Organização das Nações Unidas (ONU) tem apontado, com certa preocupação, o fato de a população mundial estar se tornando cada vez mais urbanizada. Nesse contexto, o desenvolvimento urbano passa a ser mais um desafio coletivo enfrentado no mundo todo, devido, dentre outras causas, aos processos não planejados presentes no crescimento das cidades. Esse crescimento desordenado, muitas vezes, tem gerado impactos negativos na infraestrutura urbana, com problemas nas mais diversas áreas como transporte e trânsito, poluição, saneamento, iluminação, habitação, entre outros.

Planejar a ocupação dos espaços na cidade garante a melhor organização e distribuição do território, proporciona desenvolvimento econômico já que o planejamento vai determinar quais locais serão utilizados para moradia, comércio, serviços e lazer, garantindo, assim, uma mobilidade urbana melhor. Conhecer todo ambiente urbano, seus entornos, com suas fragilidades e potenciais a serem explorados, a idiossincrasia de sua população, com suas necessidades e expectativas, se constitui no desafio deste novo século.

Dentro desse quadro, uma nova abordagem é discutida na atualidade e, inclusive, tem sido implantada em muitas cidades do mundo que buscam fazer frente a esta realidade. De acordo com o docente e pesquisador da PUC-Campinas, Prof. Dr. David Bianchini, aos poucos, um novo conceito foi se constituindo, em meio à complexidade desse desafio. “Esse conceito, nascido incialmente apenas como Cidades Digitais, avançou para Cidades Inteligentes, cresceu ainda mais como Cidades Inteligentes e Sustentáveis e, por fim, amadurece mais recentemente para Cidades Inteligentes, Sustentáveis e Humanas”, explica.

A ideia envolve a possibilidade de um planejamento territorial mais complexo ao utilizar-se da tecnologia mais recente em seus processos, gerando uma cadeia interligada e sustentável. O objetivo é conseguir oferecer ao cidadão lazer, trabalho, escolas, enfim tudo que for preciso para uma vida com qualidade. No mundo atual, organizações importantes como, por exemplo, a ISO (International Organization for Standardization), já se voltam para ajudar nessa tarefa e apontam indicadores internacionais que permitem medir os níveis de sustentabilidade, qualidade de vida e bem-estar (Os leitores que desejaram ir mais além poderão consultar a Norma ABNT NBR ISO 37120:2017).

Bianchini destaca que, aqui no Brasil, uma das primeiras iniciativas nesse campo, é o Projeto das Cidades Digitais, que foi instituído por meio da Portaria no 376, de 19 de agosto de 2011, publicada no Diário Oficial da União, em 22 de agosto de 2011. “É de significativa importância para o Brasil a existência de um projeto estruturante cuja meta busca favorecer a criação de uma cultura digital em nossa sociedade”, afirma.

O docente e pesquisador reforça que é importante salientar que a presença de infraestrutura adequada permite o início de todo esse processo. “A iniciativa governamental no Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) busca montar uma infraestrutura que viesse a viabilizar a existência de serviços, aplicativos, dentre muitos outros projetos”, complementa.

Atualmente, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações tem o projeto Minha Cidade Inteligente, que define uma Cidade Inteligente como um território que traz sistemas inovativos e tecnologias da informação e comunicação (TICs) dentro da mesma localidade. “O projeto Minha Cidade Inteligente objetiva, além da implantação de redes e sistemas de alta capacidade, implantar serviços e infraestrutura de monitoramento e acompanhamento das condições locais, permitindo gerar dados para criação de aplicações inovadoras, bem como permitir o amplo acesso às informações. Além disso, buscará prover às localidades alta capacidade de formação e capacitação da população.”, detalha o edital do projeto.

Os projetos para a criação de Cidades Inteligentes no país vão muito além do que fornecer internet gratuita para a população, consistem em mapear o município, para garantir informações como o monitoramento do trânsito para modificar a ordem dos semáforos automaticamente se necessário. Outra característica de uma cidade inteligente e sustentável é o uso de energia “limpa”, como a solar ou a eólica, a redução dos índices de emissão de poluentes e o uso de tecnologia para otimizar serviços e melhorar a qualidade de vida da população.

No entanto, segundo especialistas são muitos os desafios para a implantação de uma Cidade Inteligente no Brasil. ‘Esses desafios passam pela busca de soluções que envolvem a sustentabilidade dos projetos. Além de implantar é preciso garantir a manutenção pelo próprio município e, aí, esbarra-se no orçamento, onde obter e manter continuadamente os recursos necessários para esse fim? Uma estrutura adequada para capacitar servidores públicos nessas cidades para que aconteça uma gestão e uso adequado da rede e dos serviços (uso e gestão de aplicativos de e-governo, por exemplo)?”, detalha Bianchini.

O cenário, apesar de difícil, ainda poderá possibilitar que o país se aproxime do ideal, já que muitas cidades se empenham realmente em atender os requisitos que as tornem inteligentes. Vão assim se destacando em áreas determinadas, apontadas como inteligentes em categorias específicas, como por exemplo, as categorias mobilidade, meio ambiente, energia, economia, urbanismo, educação, dentre outras.

Em Campinas, por exemplo, o Portal oficial da Prefeitura (http://www.campinas.sp.gov.br), traz uma notícia que revela que o município busca destaque na área. “Campinas se preparou, nos últimos quatro anos, para se tornar uma das referências do País como cidade inteligente, feito que a colocou como a cidade (não capital) mais inovadora do Brasil, segundo ranking do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação”, relata a nota.

 

O que você precisa saber sobre a febre amarela

Por Sílvia Perez

Diante do surto de febre amarela registrado em alguns estados brasileiros, a PUC-Campinas presta alguns esclarecimentos sobre a doença.

A febre amarela é uma zoonose e os casos confirmados no Brasil são classificados como silvestre, sendo os vetores responsáveis pela transmissão os mosquitos Haemagogus e Sabethes encontrados nas matas. Nesse ciclo, o homem participa como um hospedeiro acidental, no lugar dos macacos, ao adentrar áreas de mata. No ciclo urbano, o homem é o único hospedeiro com importância epidemiológica e a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos (Aedes aegypti) infectados. Segundo a Organização Mundial da Saúde, pelo menos por enquanto, não há evidências de que o Aedes aegypti esteja transmitindo o vírus, causando uma expansão urbana da febre amarela.

Desde a notificação dos surtos de febre amarela no início de 2017, vem sendo observado em nosso país um aumento progressivo do número de casos suspeitos e confirmados, de óbitos e de municípios com notificação da doença. Dentre o total de casos notificados (1006), 157 evoluíram para óbito e destes 65 foram óbitos confirmados por febre amarela (letalidade 36,1%); 89 óbitos suspeitos continuam sob investigação e 03 foram descartados. De acordo com os dados oficiais divulgados pelo Ministério da Saúde, os casos notificados estão distribuídos em 109 municípios pertencentes a 05 estados (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Tocantins, Bahia) de 03 regiões do país (Sudeste, Norte e Nordeste).

Atualmente, a reemergência do vírus no Centro-Oeste brasileiro volta a causar preocupação, com maior incidência de casos humanos em viajantes que realizavam atividades de turismo e lazer. A maior parte dos casos confirmados ocorreu em regiões turísticas de Goiás e Mato Grosso do Sul, áreas que mantêm intenso fluxo de pessoas, sobretudo durante o verão (período sazonal da doença).

De acordo com a professora da Faculdade de Medicina da PUC-Campinas, Maria Patelli, a doença pode se manifestar de diferentes formas. “A manifestação pode ser de forma assintomática, oligossintomática, moderada até forma grave e maligna. A letalidade varia de 5 a 10%, mas entre as formas graves, pode chegar a 50%”, explica.

O Ministério da Saúde informou que vai reforçar o estoque das vacinas contra a doença em 11,5 milhões de doses, mas isso não significa que todas as pessoas devam correr para os postos de saúde em busca da imunização. Devem procurar a vacina, apenas moradores das áreas onde o surto foi registrado, ou quem pretende visitar regiões silvestres, rurais ou de mata.

Vacinação

No presente, o Brasil tem 20 estados e o Distrito Federal com indicação permanente de vacinação contra febre amarela. Figura 1

Figura 1: Área com e sem recomendação para vacinação contra a febre amarela em 2016

Fonte: Ministério da Saúde

 O Estado de São Paulo tem 70% do total dos municípios com recomendação de vacina contra febre amarela, predominantemente a região noroeste e sudoeste.  (Figura 2).

Figura 2: Mapa – Área com e sem recomendação de vacinação contra a Febre Amarela. Estado de São Paulo, 2016

Fonte: CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA “PROF. ALEXANDRE VRANJAC” Divisão de Imunização

O Ministério da Saúde orienta sobre a vacinação contra febre amarela para viajantes e residentes em áreas com recomendação da vacina. (20 estados e o Distrito Federal).

O professor da Faculdade de Medicina da PUC-Campinas, Adilson Micheloni, ressalta a importância do cidadão procurar um serviço de saúde antes de se deslocar para regiões que apresentam casos da doença. “É preciso buscar informação segura antes, verificar a necessidade de vacinação e, principalmente, saber mais sobre a doença”, destaca.

A vacina deve ser aplicada a partir dos 9 meses de idade com reforço aos 4 anos. Para maiores de 5 anos, o reforço único da vacinação acontece 10 anos após a primeira dose. Já os idosos (> 60 anos) precisam ir ao médico para avaliar se há algum risco em receber a imunização, assim como, as pessoas com doenças como lúpus, câncer e Aids, devido à baixa imunidade, as grávidas e os alérgicos a ovo e gelatina.

A vacina confere imunidade de 90% a 100% dos vacinados, devendo ser aplicada 10 dias antes da viagem à área de risco. A utilização da vacina febre amarela é uma das melhores formas de prevenção da doença.

Em Campinas, é possível conferir os dias e horários em que os Postos de Saúde aplicam a vacina contra a febre amarela no link: http://www.saude.campinas.sp.gov.br/locais_vacinacao.htm.

 

Recepção aos calouros com ações solidárias

Por Sílvia Perez

A semana de 13 a 17 de fevereiro de 2017 marcou o início do ano letivo na PUC-Campinas, com diversas atividades programadas para a acolhida aos calouros, que envolveram os Centros da Universidade – Centro de Linguagem e Comunicação (CLC), Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias (CEATEC), Centro de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (CCHSA), Centro de Economia e Administração (CEA) e Centro de Ciências da Vida (CCV) – por meio dos diretores, professores e veteranos que recepcionaram os alunos ingressantes. Algumas das ações de acolhimento se estenderão pelos meses de todo o primeiro semestre.

Assim, dentre as atividades de acolhida aos calouros da Universidade podemos destacar a arrecadação de alimentos que foram doados para instituições de caridade, gincanas, concurso de fotografia, oficinas de cupcake, plantio de mudas de árvores, pinturas de prédios de ONGs, entre outros. Essas ações têm o apoio da Coordenadoria Geral de Atenção à Comunidade Interna (CACI), que trabalhou em conjunto com o Comitê Permanente de Acolhida aos Calouros (CPAC), Centro de Cultura e Arte, Diretorias de Centro e de Faculdades. Segundo o Presidente do Comitê Permanente de Acolhida aos Calouros, Prof. Me. José Donizeti de Souza, “As ações buscam despertar o espírito solidário e de cidadania em calouros e veteranos, contribuindo para a aproximação desse público com a comunidade.

A PUC-Campinas é favorável a todo tipo de recepção que integre calouros e veteranos. No entanto, se posiciona completamente contra ao trote que constrange, intimida e machuca física e emocionalmente o calouro. “Nosso objetivo é o de transformar os antigos trotes em ações que provoquem resultados positivos para a sociedade, principalmente para os grupos sociais mais excluídos, como forma de exercício da cidadania e afirmação dos direitos de toda pessoa”, finalizou o Prof. Me. José Donizeti de Souza.

Calouros

O sonho de cursar uma Universidade e ingressar no mercado de trabalho faz parte da vida de muitos jovens. Calouro do curso de Design Digital, o campineiro Vinícius Kensuke, de 17 anos, gosta de games e viu no hobby uma oportunidade. “Jogo diariamente League of Legends, então, me interessei pela área. Espero no futuro poder trabalhar com jogos”, planeja Kensuke.

Outros vêm de longe em busca de seus sonhos, como a jovem Sayuri Yamashita, de 17 anos, que percorreu mais de mil e trezentos quilômetros ao deixar sua cidade natal Primavera do Leste, no Mato Grosso, e vir para o interior de São Paulo estudar Medicina na PUC-Campinas. “Sempre quis fazer Medicina, comecei o cursinho aos 16 anos e estudava cerca de 12 horas por dia”, comemorou a caloura.

Não é todo mundo, porém, que consegue escolher a carreira que vai seguir tão cedo, esse é o caso do calouro do curso de Comércio Exterior, Leonardo Gaeta, de 29 anos. “Cursei por dois anos Arquitetura e Urbanismo. Depois, ingressei no curso de Design Digital, que fiz por um ano. Agora, acho que vai dar certo em Comércio Exterior porque já trabalho na área administrativa”, destacou o estudante.

Ações

 Desde 2010, com a criação da Coordenadoria Geral de Atenção à Comunidade Interna (CACI), a PUC-Campinas unificou o gerenciamento e apoio logístico e financeiro aos projetos de ações solidárias que são realizadas em entidades assistenciais da periferia. As ações abrangem atividades como pintura, organização de jardins e parques infantis, conserto de computadores, revisão de rede elétrica, limpeza, banho em animais, gincanas, arrecadação de alimentos, livros e brinquedos, além de atividades de integração ocorridas dentro do campus como plantio de mudas, gincanas de matemática ou desportivas, concurso de fotografia, campanhas de doação de sangue, atividades culturais e artísticas, dentre outras propostas que tragam melhoria da qualidade de vida a comunidades carentes e melhor acolhimento interno e interação de calouros e veteranos.

Nesse período, a PUC-Campinas contabiliza mais de 50 ações solidárias e cerca de 40 atividades de integração.

Prêmios

2010
Grupo PET Arquitetura da PUC Campinas recebeu o “Prêmio Trote da Cidadania 2010 – Categoria: Melhor Peça Publicitária” da Fundação Educar DPaschoal.

2011

O Grupo PET Arquitetura da PUC Campinas recebeu Menção Honrosa no “Prêmio Trote da Cidadania 2011” promovido pela a Fundação Educar DPaschoal.

Trote é proibido

A PUC-Campinas é favorável a todo tipo de recepção que integre calouros e veteranos. No entanto, se posiciona completamente contra ao trote que constrange, intimida e machuca física e emocionalmente o calouro. O veterano que praticar atos agressivos aos calouros será punido, conforme resolução normativa da Universidade.