Espaço Pró-Reitoria de Administração: O que é o Vírus Influenza (Gripe)?

Em 2016, foram notificados 1.189 casos e a região Sudeste registrou 87,2% dos casos, sendo que 16,4% evoluíram a óbito.

O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. A transmissão ocorre através das secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada ao falar, espirrar ou tossir. A transmissão também pode ocorrer por meio das mãos, que após contato com superfícies contaminadas por secreções respiratórias de um indivíduo infectado, podem carrear o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos.

Alguns indivíduos estão mais propensos a desenvolverem complicações graves, especialmente aqueles com condições e fatores de risco para agravamento, entre esses: gestantes, adultos com idade maior que sessenta anos, crianças com idade menor que dois anos e indivíduos que apresentem doença crônica especialmente doença respiratória crônica, cardiopatia, obesidade, diabetes descompensada, síndrome de Down e imunossupressão e imunodepressão. Sendo assim, esses indivíduos têm indicação para serem imunizados na rede básica de saúde.

Prevenir o Vírus Influenza (Gripe)
Prevenir o Vírus Influenza (Gripe)

 

 

 

 

 

 

 

 

Combate ao mosquito Aedes Aegypti!

A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) agradece o empenho de todas as nossas Instituições de Ensino Superior e Escolas, no Pacto da Educação Brasileira contra o Zika. O relatório parcial foi apresentado ao Ministério da Educação (MEC), no dia 08 de março. “No combate ao mosquito Aedes Aegypti, toda a comunidade educativa sentiu-se comprometida com a causa. Um processo que envolveu crianças da Educação Infantil, de tenra idade; do Fundamental I e II; do Ensino Médio; jovens universitários dos cursos de graduação e pós-graduação, nas modalidades presencial e de EaD; funcionários; professores; famílias e comunidade externa”, expõe a ANEC.

O envolvimento da comunidade universitária se deu por duas vias: por uma, ela se formou, criou estratégias para que todos pudessem ser conscientizados quanto ao combate ao mosquito; e por outra, ela assumiu seu papel formativo na sociedade, como referência na abordagem dos temas, quer pela formação-reflexão quer pela pesquisa.

 Mosquito Aedes Aegypti/ Crédito: Divulgação
Mosquito Aedes Aegypti/ Crédito: Divulgação

A mobilização continua!

 

 

 

Orientações sobre Zika vírus, febre Chikungunya e a Dengue

O Ministério da Saúde registrou em 2015 mais de um milhão e meio  de casos de dengue no Brasil, um aumento de 176% em comparação a 2014. Em relação ao número de habitantes, Campinas foi o município que mais apresentou casos da doença em todo o Brasil.

Em 2015, foram registrados 2.401 casos de zika vírus, em 549 municípios, em 20 estados, a maioria deles no Nordeste. No mesmo ano, foram notificados 20.661 casos suspeitos da febre de chikungunya, sendo 7.263 confirmados.

Para a prevenção destas doenças, é necessário combater o mosquito Aedes Aegypti, pois sem ele não haverá a disseminação.

Sendo assim, é muito importante que cada um faça a sua parte, seguindo as recomendações abaixo.

Orientações sobre a Caxumba

A caxumba é uma doença viral e a transmissão se dá por via aérea, através da disseminação de gotículas, ou por contato direto com saliva de pessoas infectadas. Caracteriza-se principalmente por febre baixa e aumento de volume de uma ou mais glândulas salivares e parótida. No entanto, a infecção pode ser inaparente em 30 a 40% dos indivíduos infectados, os quais têm importante papel na disseminação da doença. Nos homens adultos pode ocorrer orquiepididimite (processo inflamatório ou infeccioso envolvendo os testículos) em aproximadamente 20 a 30% dos casos. O período de transmissibilidade é de 6-7 dias antes e até 9 dias após o início do edema da parótida.

A vacina utilizada para a prevenção e disseminação da doença é a Tríplice Viral (SCR) imunizando contra o Sarampo, Caxumba e Rubéola.  Ela está disponível em toda a rede básica de saúde, mas, atenção: é contra indicada em mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez e indivíduos imunossuprimidos (baixa imunidade).

Com informações do Departamento da Medicina do Trabalho da PUC-Campinas