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PUC-Campinas na década de 1970

Por Wagner Geribello

Quem acompanha o Jornal da PUC-Campinas já conheceu um pouco sobre a Universidade nas décadas de 40-50 e 60. Nessa edição, relembramos a década de 1970 para a Universidade.

 A concessão do título Pontifícia, em 1972, mais as inaugurações dos Campi I e II destacaram os anos 1970 como a década de maior crescimento e plena consolidação da Universidade.

 O título de Pontifícia foi o quarto concedido pela Santa Sé a Universidades Católicas brasileiras. Somente São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre precederam a PUC-Campinas nessa titulação, confirmada no dia 8 de setembro.

O título não ficou reduzido ao plano das honrarias. Nessa década são implantados nada menos que 17 novos Cursos, incluindo a tão esperada Faculdade de Medicina e a Universidade registra um grande crescimento.

O Campus I da Universidade começa a ganhar vida nos anos 1970/ Crédito: Museu Universitário.
O Campus I da Universidade começa a ganhar vida nos anos 1970/ Crédito: Museu Universitário.

A implantação desse volume de novos Cursos ultrapassa em muito a capacidade do Prédio da Marechal Deodoro e seus anexos abrigarem as instalações necessárias. Uma saída emergencial foi a transferência de alguns Cursos para o Prédio do Seminário da Arquidiocese, no bairro da Swift. Mas, ainda assim, havia clientela de mais e espaço de menos para as dimensões que a Universidade assumia.

Parte da solução veio com a doação de uma gleba da fazenda Santa Cândida, pelo agrônomo Caio Pinto Guimarães e a posterior aquisição de áreas limítrofes complementares, onde foi instalado o Campus I, que atualmente abriga 99.160 m2 de área construída, para dar abrigo aos Cursos de graduação e pós-graduação, além de instalações de suporte e administração, incluindo o prédio da reitoria, pró-reitorias, órgãos auxiliares, Secretaria Geral e Conselho Universitário.

Enquanto as obras se mantinham aceleradas e as Faculdades iam ocupando as dependências do Campus I, na região norte, do outro lado da cidade, na região sudoeste, a PUC-Campinas incorporava os terrenos do Campus II, polarizado pelas obras do Hospital Celso Pierro, completando, assim, a definição de área para seu crescimento.

Alocado no Campus II, o Centro de Ciências da vida incorpora dez Faculdades das áreas da saúde e biologia, além do Hospital Universitário, que atende a formação prática de todos esses Cursos, prestando, também, atendimento de saúde pública. Atualmente, a área construída no Campus II supera 45.000 m2,  incluindo instalações de ensino, infraestrutura e administrativas.

Tanto em capacidade instalada, como número de alunos, professores e funcionários e Cursos oferecidos, no final dos anos 1970 a PUC-Campinas tinha o dobro das dimensões verificadas no início da década e o status de Pontifícia. Assim, projeta-se como a maior Universidade particular do interior do Estado de São Paulo e um dos centros de formação superior de excelência no cenário educacional brasileiro.

Realizadas na esteira da Reforma Universitária, promulgada pelo Governo no início da década, as mudanças ocorridas na PUC-Campinas não ficaram restritas à ampliação das instalações físicas, nem à implantação de novos Cursos. Esse crescimento exigiu, também, mudanças profundas na organização e nos processos administrativos, definindo os contornos de uma Instituição disposta a crescer ajustando-se às exigências e imposições da modernidade. Desse modo, a Universidade entra nos anos 1980 maior e também mais moderna e dinâmica, pronta a responder os desafios das derradeiras décadas do Século XX.

 Wagner Geribello foi Direitor do Centro de Linguagem e Comunicação e Professor da Faculdade de Jornalismo. Atualmente é Consultor do Jornal da PUC-Campinas

Espaço Pró-Reitoria de Administração

Segura é assunto sério

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Por Pró-Reitoria de Administração

Para contribuir para a segurança nos campi, a PUC-Campinas dispõe de corpo de segurança próprio composto por Vigias e Inspetores de Alunos que atuam nos campi em postos fixos ou móveis. Em complemento às atividades, são utilizadas motocicletas e automóveis com identificação visual e luminosa.

 Todos os integrantes do serviço recebem treinamento rotineiro que tem como objetivos principais o adequado atendimento ao público, a atuação preventiva por meio da ostensividade, a orientação à Comunidade Interna e a garantia de ambientes seguros.

Como equipamentos auxiliares, a Universidade dispõe de modernos aparelhos de rádiocomunicação e de sistema de câmeras de monitoramento, controlados por uma Central de Emergência, cuja intervenção pode ser solicitada pelo telefone 3343-7387. Registre-se, também, o constante relacionamento com os órgãos de segurança pública para a atuação nos ilícitos que ocorrem na área externa da Instituição. Nesse sentido, a Universidade faz-se representar nas reuniões mensais dos Conselhos de Segurança Comunitária, Integrado de Polícia e de Trânsito e Transportes.

A Pró-Reitoria de Administração é responsável pela Segurança nos campi/ Crédito: Álvaro Jr.
A Pró-Reitoria de Administração é responsável pela Segurança nos campi/ Crédito: Álvaro Jr.

Vale lembrar que segurança é dever de todos, daí seguem algumas dicas para a Comunidade Interna:

 – mantenha os objetos pessoais sob sua guarda;

– estacione seu veículo nos bolsões internos e nas vagas demarcadas para tal;

– respeite a sinalização de trânsito interna;

– dê preferência para os pedestres;

– respeite as restrições da Lei Antifumo e das normas internas;

– utilize caixas eletrônicos em locais que tenha movimento de pessoas;

– transite em grupo na área externa da Universidade;

– não porte, ostensivamente, objetos ou valores;

– denuncie ilícitos pelo telefone 3236-3040 e utilize a opção do registro eletrônico de ocorrências pelo site da Secretaria de Segurança Pública.

Coluna Pensando o Mundo: Novo Prédio da Faculdade de Direito: um salto para o futuro

No ano de 2009, a Faculdade de Direito, juntamente com as demais instâncias da Universidade, decidiu realizar o Vestibular de Inverno para ingresso de uma nova turma no matutino e outra no noturno. Entretanto, esse novo Processo Seletivo traria novos desafios diante do aumento de número de alunos em um Curso já populoso, saltando o corpo discente de 1800 para 2400 alunos, fato que levaria a rever a infraestrutura do Campus Central, situação que provocou a retomada da antiga ideia de mudança da Faculdade de Direito para o Campus I.

Em construção o novo prédio de Direito, no Campus I da PUC-Campinas (crédito: Álvaro Jr).
Em construção o novo prédio de Direito, no Campus I da PUC-Campinas (crédito: Álvaro Jr).

A Faculdade de Direito, que funciona no Campus Central desde 1952, ano do oferecimento de sua primeira turma, tendo o Pátio dos Leões como seu maior símbolo, teria de discutir a possibilidade da mudança. Após extensa discussão com a comunidade acadêmica, corpos docente e discente concordaram com a mudança para o Campus I, em novo prédio que seria construído. Durante as discussões, foi levada em consideração, além das novas instalações, a possibilidade de maior contato com os demais alunos do Campus I, sobretudo do Centro de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (CCHSA), o que propiciaria maior riqueza na vida universitária dos alunos, podendo o Curso de Direito contribuir para os demais Cursos do CCHSA e claro, também receber contribuição.

O novo prédio irá atender às demandas específicas da Faculdade de Direito com moderna infraestrutura do Núcleo de Prática Jurídica para abrigar a Assistência Judiciária e o Juizado Especial Cível, com salas para realização de audiências reais e simuladas, Salão do Tribunal do Júri e Auditório com capacidade para 300 pessoas.

Prof. Me. Peter Panutto acompanha as obras de perto (crédito: Álvaro Jr)
Prof. Me. Peter Panutto acompanha as obras de perto (crédito: Álvaro Jr)

Em julho de 2014, as obras tiveram início para a construção do novo prédio da Faculdade de Direito no Complexo do CCHSA, ao lado das instalações da Faculdade de Educação Física (FAEFI), com previsão de entrega para dezembro de 2015. Esse novo prédio marcará um salto para o futuro da Faculdade de Direito da PUC-Campinas, uma das melhores e mais tradicionais do Brasil, a qual passará a desenvolver suas atividades em modernas instalações, fato que resultará na melhoria da qualidade do Curso, o qual conta, desde agosto de 2013, com novo projeto pedagógico, adequado às contemporâneas tendências da educação jurídica. Quanto à tradição, o Campus Central continuará em seu lugar, podendo receber eventos da Faculdade de Direito, sob a guarda do Pátio dos Leões.

Prof. Me. Peter Panutto, Diretor da Faculdade de Direito da PUC-Campinas.