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Retrospectiva PUC-Campinas 2016

O ano de 2016 da PUC-Campinas foi de muitas conquistas e comemorações. Em junho, a Universidade celebrou seus 75 anos de fundação, fato que rendeu inúmeras comemorações ao longo do ano. Porém, como não é possível falar sobre tudo que a Universidade promoveu, elencamos os principais acontecimentos que foram notícia

Por Amanda Cotrim

Em maio, a PUC-Campinas realizou o Colóquio Laudato Si’: Por uma Ecologia Integral, que contou com a presença do Magnífico Reitor da PUC-Rio, Prof. Dr. Pe. Josafá Carlos de Siqueira. O tema escolhido foi baseado na Encíclica do Papa Francisco, “Laudato Si’: sobre o cuidado da Casa Comum”, que apresenta texto sobre a ecologia humana; o primeiro documento escrito integralmente pelo Papa Francisco, que buscou inspiração nas meditações de São Francisco de Assis, patrono dos animais e do meio ambiente.

Restauro do Solar do Barão, antigo Campus Central.
Restauro do Solar do Barão, antigo Campus Central.

O ano de 2016 também foi importante, pois a Universidade anunciou o restauro do Solar do Barão, antigo Campus Central. A iniciativa será possível em razão do financiamento coletivo, que se dará tanto por pessoa jurídica e física, quanto por edital de fomento. Diante da responsabilidade cultural que a legislação orienta, a PUC-Campinas observa que a preservação do patrimônio cultural é uma obrigação de toda a sociedade civil.

A Universidade foi destaque no Guia do Estudante de 2016, ficando entre as melhores universidades, segundo a avaliação realizada pelo Guia do Estudante. Ao todo, a Instituição teve 33 cursos estrelados, que constarão na publicação GE Profissões Vestibular 2017. A publicação estará nas bancas a partir do dia 14 de outubro de 2016. A Universidade recebeu 120 estrelas, tendo os cursos de Direito e Pedagogia avaliados com cinco estrelas, considerada a mais alta.  Além destes, 17 cursos, foram estrelados com quatro estrelas.

Nos 75 anos da PUC-Campinas, o Jornal da Universidade também foi especial, pois resgatou vários acontecimentos históricos que marcaram a instituição. A edição comemorativa do Jornal da PUC-Campinas resgatou fatos e pessoas que se destacaram em 75 anos de História, bem como abriu espaço para manifestações diversas sobre o significado dessa História para os tempos presente e futuro da Universidade. Esse movimento reafirmou e confirmou que, nos seus diferentes modos de ser e fazer, com variados recursos, incluindo os mais atuais e modernos, de perfil informatizado, a comunicação destacou-se como preocupação precípua e valor de primeira grandeza da Pontifícia Universidade Católica de Campinas.

A instituição também reconheceu e homenageou os Docentes Pesquisadores da PUC-Campinas, evento que fez parte das Comemorações aos 75 anos de fundação da Universidade.

Semana Monsenhor Salim: Integrando as comemorações dos 75 anos da PUC-Campinas, a Universidade, por meio do Museu Universitário e da Faculdade de História, promoveu a Semana Monsenhor Dr. Emílio José Salim, de 13 a 17 de junho, no Campus I. Em meio a palestras com mediadores e rodas de conversa, que abordaram temas como “Década de 1940: o surgimento das Faculdades Campineiras”, “Monsenhor Dr. Emílio José Salim e o seu tempo (1941 a 1968)”, “Memórias e Convivências”, a PUC-Campinas buscou refletir sobre a conjuntura nacional e internacional, no período de atuação de seu primeiro Reitor, Monsenhor Dr. Emílio José Salim. Corpo e alma da Instituição desde o seu nascedouro, e à época, uma das maiores autoridades de Ensino Superior do País, o Monsenhor Dr. Emílio José Salim foi peça chave da organização da maioria dos cursos superiores da Igreja nas décadas de 40 e 50. Tornou-se o principal esteio do projeto de implantação das Faculdades Campineiras e seu primeiro Reitor, entre os anos de 1958 a 1968.

40 anos de reconhecimento: No ano do Jubileu de Diamante da PUC-Campinas, a Faculdade de Ciências Contábeis comemorou os 40 anos de Reconhecimento do Curso.

Destaque na Extensão: a PUC-Campinas foi destaque no Congresso Brasileiro de Extensão Universitária (CBEU), o maior e principal encontro brasileiro da área de Extensão. Em 2016, em sua sétima edição, o Congresso aconteceu na Universidade Federal de Ouro Preto, no mês de setembro. A Universidade teve destaque no evento ao participar com 12 comunicações orais e 23 pôsteres, totalizando 35 apresentações.

Alunos e professores se destacaram: A Universidade, em 2016, comemorou muitas conquistas junto aos seus alunos, como a Parceria com a CPFL Energia e Dell, a qual possibilitou que os estudantes do curso de Engenharia Elétrica da PUC-Campinas, por meio da disciplina “Práticas de Engenharia”, ministrada pelo Prof. Dr. Marcos Carneiro e pelo Prof. Me. Ralph Robert Heinrich, participam do “Projeto Residência Tecnológica”, considerado um exercício inovador de ensino-aprendizagem.

Ainda na Engenharia Elétrica, o aluno Giordano Muneiro Arantes venceu em primeiro lugar Prêmio Melhor Trabalho de Conclusão de Curso, com o trabalho “Sensores para melhoria na locomoção de pessoas com deficiência visual”. Outro aluno premiado foi o estudante de Jornalismo da PUC-Campinas, Ricardo Domingues da Costa Silva, que venceu o 19º prêmio FEAC de Jornalismo, na categoria Produto Universitário, assim como Jhonatas Henrique Simião, de 22 anos, que ficou em primeiro lugar no 9º Prêmio ABAG/RP de Jornalismo “José Hamilton Ribeiro”.

Em 2016, a Profa. Dra. Maria Cristina da Silva Schicchi, docente do Programa de Pós-Graduação em Urbanismo da PUC-Campinas foi outorgada com o Prêmio ANPARQ 2016, da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, na categoria Artigo em Periódico, pela publicação “The Cultural Heritage of Small and Medium- Size Cities: A New Approach to Metropolitan Transformation in São Paulo-Brazil”, editado na traditional Dwellings and Settlements Review (v. XXVII, p. 41-54, 201).

Semana Cardeal Agnelo Rossi: Integrando às comemorações dos 75 anos da PUC-Campinas, a Universidade, por meio do Museu Universitário e da Faculdade de História, promoveu a Semana Cardeal Agnelo Rossi, em setembro de 2016. A Instituição reuniu a comunidade universitária e a sociedade em geral e homenageou o Cardeal Agnelo Rossi, que ajudou a consolidar os alicerces da PUC-Campinas.

Outorga do Título Doutor Honoris Causa ao prof Dr José Renato Nalini - Lançamento do livro Cardeal Agnelo Rossi
Outorga do Título Doutor Honoris Causa ao prof Dr José Renato Nalini – Lançamento do livro Cardeal Agnelo Rossi

A PUC-Campinas também viveu dois momentos muito importantes em 2016: outorgou o título de Doutor Honoris Causa ao Professor Doutor José Renato Nalini, formado em Direito pela PUC-Campinas, Mestre e Doutor em Direito Constitucional pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Leciona desde 1969, quando iniciou suas atividades no Instituto de Educação Experimental Jundiaí (atual E.E. Bispo Dom Gabriel Paulino Bueno Couto) dando aula de Sociologia em aperfeiçoamento para professores. Desde então, nunca mais deixou de lecionar.

A Instituição também foi palco da terceira edição do projeto “Palavra Livre – Conscientização Política no Processo Eleitoral”, com sabatina aos candidatos à Prefeitura e à Câmara de Vereadores de Campinas, no mês de setembro. O projeto “Palavra Livre” acontece desde 2005 e promove debates democráticos sobre temas diversificados da atualidade. Em 2008, como parte do projeto, foi realizada a primeira Sabatina com candidatos à Prefeitura de Campinas, o que se repetiu em 2012 e em 2016.

Dom Gilberto participa da Semana em sua homenagem
Dom Gilberto participa da Semana em sua homenagem

Semana Dom Gilberto: Integrando às comemorações dos 75 anos da PUC-Campinas, a Universidade promoveu a Semana Dom Gilberto Pereira Lopes, em outubro, reunindo comunidade universitária e a sociedade em geral, homenageando o Bispo Emérito de Campinas Dom Gilberto Pereira Lopes, que atuou como Arcebispo Metropolitano de Campinas e Grão-Chanceler da Pontifícia Universidade Católica de Campinas no período de 1982 a 2004. A homenagem mostrou o histórico trabalho de Dom Gilberto frente à Arquidiocese de Campinas e à PUC-Campinas e prestou agradecimento pela sua dedicação e amor para com a Universidade e para com o seu povo.

Colóquio “A Doutrina Social da Igreja: Ciência e Sociedade”: Integrando às comemorações dos 75 anos da PUC-Campinas, a Universidade realiza de 07 a 10 de novembro de 2016 o Colóquio “A Doutrina Social da Igreja: Ciência e Sociedade”. O evento foi organizado pelo Núcleo de Fé e Cultura e teve o objetivo de discutir a Doutrina Social da Igreja, por meio de conferências e mesas-redondas.

Universidade Católica: entre o amor e o saber

PUC-Campinas celebra os 25 anos da Constituição Apostólica “Ex Corde Ecclesiae”

 Por Eduardo Vella

A PUC-Campinas promoveu nos dias 6 e 7 de maio o Colóquio “A identidade da Universidade Católica: em comemoração aos 25 anos da Constituição Apostólica “Ex Corde Ecclesiae”. O eventou contou com a presença de diversas autoridades eclesiásticas, civis e militares, Diretores de Centro e de Faculdades da PUC-Campinas, além de docentes, alunos e funcionários. O Colóquio marcou o primeiro evento organizado pelo Núcleo de Fé e Cultura da Universidade, que teve na sua abertura a conferência “A identidade da Universidade Católica à luz da Constituição Apostólica “Ex Corde Ecclesiae”, ministrada pelo Prefeito da Congregação para a Educação Católica, sua Eminência Reverendíssima Cardeal Zenon Grocholewski.

O Colóquio marcou o primeiro evento organizado pelo Núcleo de Fé e Cultura da Universidade
O Colóquio marcou o primeiro evento organizado pelo Núcleo de Fé e Cultura da Universidade

De acordo com o Arcebispo Metropolitano de Campinas e Grão-Chanceler da PUC-Campinas Dom Airton José dos Santos, o Colóquio contribui para que “sintamos a presença de Deus”, considerou.  “Confirmo e reforço o sucesso do Colóquio, pois ele é uma oportunidade de buscarmos na Constituição Apostólica “Ex Corde Ecclesiae” a reflexão necessária para nossa missão educacional”, ressaltou a Reitora da PUC-Campinas Profa. Dra. Angela de Mendonça Engelbrecht.

 Identidade

Para delinear a identidade das Universidades Católicas, o Cardeal Zenon Grocholewski levantou uma questão: “Porque a Igreja Católica possui Universidades?”. Respondeu citando o Evangelho. “Ide e fazei com que todos os povos da terra se tornem discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo quanto vos tenho ordenado”. E emendou: “Por isso, a Igreja, por mandato do Divino Pastor, desde as suas origens, vem apascentando e velando sobre a grei do Senhor desde todo ponto de vista”.

Na Foto: A Reitora da PUC-Campinas, Profa. Dra. Angela de Mendonça Engelbrecht, o Cardeal  Zenon Grocholewski e Grão-Chanceler da PUC-Campinas Dom Airton José dos Santos
Na Foto: A Reitora da PUC-Campinas, Profa. Dra. Angela de Mendonça Engelbrecht, o Cardeal Zenon Grocholewski e Grão-Chanceler da PUC-Campinas Dom Airton José dos Santos

O Cardeal Grocholewski esclareceu que quando se fala no dever e no direito de educar da Igreja, não se está referindo unicamente à educação religiosa. “A Igreja participa também da educação nas ciências, por quanto, desde sempre, e ao longo da história, ela se preocupou de formar integralmente à pessoa”, assegurou.

Ele explicou que as Universidades Católicas têm como de contribuir com a sociedade, seja mediante a pesquisa, seja mediante a educação ou a preparação profissional. “Esta contribuição nasce desde o momento que a Universidade compromete-se a ser universitas, ou seja, consagra-se a pesquisa, o ensino e a formação dos estudantes, livremente reunidos com seus docentes, animados todos pelo mesmo amor de saber”, destacou. “Faço votos que esta Pontifícia Universidade Católica siga crescendo”.

A Constituição Apostólica “Ex Corde Ecclesiae”, promulgada pelo Papa João Paulo II em 15 de agosto de 1990, orienta as Universidades Católicas na perspectiva doutrinal e, ao mesmo tempo, pastoral. A Constituição é uma reflexão sobre a importância histórica e atual das Universidades Católicas, a partir de sua identidade e de sua missão de serviço à sociedade, principalmente no diálogo entre fé e ciência, fé e cultura. Deste modo, a Constituição conduz, através de normas gerais, a atuação das Universidades Católicas na sociedade contemporânea.

O Colóquio também refletiu sobre a Relação entre Fé e Ciência na Universidade Católica, com Prof. Dr.Rogério Miranda de Almeida (Pontifícia Universidade Católica do Paraná) / Prof. Dr. Pe. Paulo Sérgio Lopes Gonçalves (Pontifícia Universidade Católica de Campinas) e a Conferência “ A Presença da Teologia e da Filosofia na Universidade Católica” – Cardeal Zenon Grocholewski.

 

A Educação Católica é a busca da verdade

Por Amanda Cotrim

Pela primeira vez na PUC-Campinas, o Prefeito da Congregação para a Educação Católica, Cardeal Zenon Grocholewski, ministrou a palestra “A identidade da Universidade Católica à luz da Constituição Apostólica Ex Corde Ecclesiae”. Em entrevista ao Jornal da Universidade, o Cardeal falou sobre fé e ciência na constituição do ensino católico e a necessidade de um diálogo permanente entre fé e razão. “O significado da investigação científica e da tecnologia, da convivência social, da cultura, está, profundamente, em causa com o próprio significado do homem”, ressaltou. Confira a entrevista abaixo

Qual é a importância do Colóquio que a PUC-Campinas promoveu sobre a educação católica?

Eu fui muito bem acolhido pela PUC-Campinas e fiquei muito satisfeito com a iniciativa. Senti-me honrado de estar aqui na Universidade compartilhando estes dias de Colóquio sobre um documento tão importante para a missão evangelizadora da Igreja, por meio das universidades católicas. Agradeço o Grão-Chanceler, a Magnífica Reitora e todas as autoridades desta Pontifícia Universidade Católica de Campinas pelo seu convite. Deus as bendiga.

Penso que é muito importante falarmos sobre o ensino católico, pois um dos modelos mais fortes das universidades católicas é unir ciência e religião, seguindo a Constituição Apostólica Ex Corde Ecclesiae do Sumo Pontífice, promulgada pelo Papa São João Paulo II, o qual diz que a vida universitária é a procura da verdade  e de sua transmissão abnegada aos jovens e a todos aqueles que aprendem a racionar com rigor, para agir e servir melhor a sociedade .

Prefeito da Congregação para a Educação Católica, Cardeal Zenon Grocholewski/ Crédio Álvaro Jr.
Prefeito da Congregação para a Educação Católica, Cardeal Zenon Grocholewski/ Crédio Álvaro Jr.

Como o senhor avalia a educação universitária católica no Brasil, o maior país católico do mundo? O senhor entende que os alunos das universidades católicas as procuram por alguma filiação com a religião ou por outras razões?

O Brasil é um dos países em que há mais universidades católicas e isso é muito bom. Aqui há um forte ensino universitário católico, o que mostra que estamos praticando o que diz o Papa Francisco: devemos servir as pessoas. As universidades católicas mediam o encontro entre a riqueza da mensagem do Evangelho e a pluralidade dos campos do saber, permitindo um diálogo com todos os homens de qualquer cultura. A Pontifícia Universidade Católica de Campinas está no caminho, promovendo a fecundidade da inteligência cristã no coração de cada cultura.

Como a Igreja Católica consegue difundir sua doutrina na educação católica do mundo, uma vez que cada país tem sua particularidade?

A universidade católica tem uma missão e vive por essa missão, que é evangelizar, segundo sua identidade, em todos os lugares, em todas as ocasiões, sem demoras, sem medo. A alegria do Evangelho é para todo o povo, sem excluir ninguém. A universidade católica precisa manter os olhos permanentemente abertos, já que “fechar os olhos ante o próximo converte-nos também em cegos ante Deus”, como disse o Papa São João Paulo II. Por exemplo em Taiwan, na China, temos belas universidades católicas onde os católicas são 1% do País e na Universidade Católica tem 2% de estudantes católicos, que corresponde a três universidades católicas. É necessário que a universidade católica viva sua missão evangelizando, segundo sua identidade, em todos os lugares. A alegria do Evangelho é para todo o povo, não pode excluir a ninguém. Na Coréia (do Norte) apenas 1% eram católicos, agora são 10%, algo como 5 milhões de pessoas e oito universidades católicas.

palestra “A identidade da Universidade Católica à luz da Constituição Apostólica Ex Corde Ecclesiae”. Crédito: Álvaro Jr.
palestra “A identidade da Universidade Católica à luz da Constituição Apostólica Ex Corde Ecclesiae”. Crédito: Álvaro Jr.

Todas as universidades católicas recebe a proteção da Santa Sé?

Normalmente, não é imediatamente que uma universidade católica nasce que a Santa Sé a reconhece. É preciso que a universidade demonstre um certo nível, um certo prestígio, um certo ensinamento, para que a Santa Sé coloque essa universidade sob sua própria proteção, como é o caso da Pontifícia Universidade Católica de Campinas e as outras seis Pontifícias no Brasil.

A campanha da Fraternidade 2015 tem como tema a Igreja e a Sociedade. Pensando nesse tema, qual é a importância da educação no desenvolvimento social?

Como nos ensinou o Papa São João Paulo II, o significado da investigação científica e da tecnologia, da convivência social, da cultura, está, profundamente, em causa com o próprio significado do homem. As universidades católicas, mediante a investigação e o ensino, ajudam-na a encontrar de maneira adequada aos tempos modernos os tesouros antigos e novos da cultura.

Numa universidade católica, a investigação compreende necessariamente: perseguir uma integração do conhecimento, o diálogo entre a fé e a razão, uma preocupação ética, e uma perspectiva teológica. A universidade católica deve empenhar-se mais especificamente no diálogo entre fé e razão, de modo a poder ver mais profundamente como fé e razão se encontram na única verdade. A preocupação das implicações éticas e morais, ínsitas tanto nos seus métodos como nas suas descobertas.