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Tempos de crise: como trabalhar a imagem e a reputação das empresas

Por Prof. Dra. Maria Rosana Ferrari Nassar – Professora da Faculdade de Relações Públicas da PUC-Campinas

As novas tecnologias da informação e de comunicação realocaram as relações sociais, modificando as instâncias de mediação política, econômica e social da dimensão espacial para a temporal, instituindo o princípio da instantaneidade. No mundo altamente interconectado da atualidade, em que tudo pode ser divulgado instantaneamente, as organizações estão mais suscetíveis a abalos à sua imagem. Veja-se, por exemplo, a mais recente crise em que se veem envolvidas algumas empresas do setor da carne, resultante de uma ação conduzida pela Polícia Federal.

Sob a perspectiva da comunicação, crises são acontecimentos que potencialmente podem desestabilizar a organização, causando danos à sua imagem. A melhor ação sempre é a prevenção. Para tanto, conhecimento do mercado, aperfeiçoamento de processos internos; políticas de comunicação e de qualidade; treinamento e respeito ao consumidor são essenciais. A organização precisa conhecer seu público e estabelecer formas eficientes de comunicação com ele. E, assim, definir uma política preventiva de conflitos e crises, elaborando manuais, treinando seus colaboradores, fazendo a gestão de relacionamentos com seu público, pesquisas de satisfação, dentre outras ações.

Contudo, quando a crise se instala, a organização, que atua segundo valores sólidos, tem melhor condição para agir com mais eficiência. Se a organização coloca o cliente em primeiro lugar, esse é um valor que tende a orientar sua ação no gerenciamento de crises. Para tanto, a recomendação é agir com alteridade. Nessa situação, o ideal é instalar de imediato um comitê de crise que deve agir com cautela, inteirando-se dos fatos e das versões que assumem nas diferentes mídias e agir com transparência, rapidez, confiança, comunicar-se com clareza e eficiência. A melhor política é não mentir. Recomenda-se não subestimar a situação e nem negligenciar seus colaboradores. A organização também não deve colocar-se como vítima e nem agir como se o problema não existisse ou não fosse com ela. Nesses casos, superiores, sócios e colaboradores devem ser informados rapidamente. E não se deve acreditar que o respaldo legal seja suficiente para proteger a organização. Afinal, quando se trata da imagem, os aspectos éticos são mais relevantes. De qualquer modo, seja para prevenir ou para remediar, a atuação do profissional de Relações Públicas é essencial para identificar possíveis ameaças, formas de evitá-las ou detê-las e mesmo para reconstruir a imagem da organização.

 

 

A violência contra as florestas e a crise hídrica do Sudeste Brasileiro

Por Rafael Faria

No dia 21 de março, comemorou-se o Dia Internacional das Florestas e, não por acaso, no dia 22, o Dia Mundial da Água. As florestas estão intimamente relacionadas à disponibilidade de recursos hídricos no planeta. A Terra, chamada pelo astrônomo Carl Sagan de pálido ponto azul, possui a maior parte de sua crosta coberta por água, mas apenas uma ínfima parte desta é água doce e líquida. Uma pequena porção que necessita das florestas para que se mantenha perene e conservada. As áreas florestais do globo são verdadeiras usinas de serviços ambientais: a produção e a purificação da água representam apenas dois deles. Nesse contexto, o desmatamento é uma das piores formas de violência contra o meio ambiente e contra a humanidade.

O desmatamento é uma das piores formas de violência contra o meio ambiente e contra a humanidade/  Crédito: Álvaro Jr.
O desmatamento é uma das piores formas de violência contra o meio ambiente e contra a humanidade/ Crédito: Álvaro Jr.

Desde a segunda metade de 2012, a crise hídrica no Sudeste brasileiro vem se agravando e pode ser consequência dessa interação violenta com as florestas do Brasil. A população passou por verões anomalamente secos, em especial, em 2014. É certo que as razões para a diminuição do regime de chuvas são complexas e não há uma única resposta para a pergunta: “por que não choveu?”. Muitos especialistas apontam que o desmatamento deve ter participação crucial nesse cenário.

O Sudeste brasileiro está inserido em latitudes médias, em que, normalmente, em outras porções do globo, há condições climáticas de aridez, pois os ventos vindos de latitudes baixas chegam secos. Muitos acreditam que o Sudeste brasileiro e as regiões próximas não são desérticos graças às massas de ar úmidas que aqui chegam provindas, principalmente, da Amazônia.

As árvores de uma floresta funcionam como verdadeiras bombas bióticas que, por meio da evapotranspiração, produzem vapor d’água para a atmosfera. Normalmente, os ventos úmidos vindos do litoral vão ficando cada vez mais secos à medida que adentram o continente, mas, na Amazônia, os ventos vindos do Atlântico se mantêm úmidos até o interior do continente, graças à referida bomba biótica. Parte desse vapor d’água é transportado até as latitudes médias, até o Sudeste brasileiro. Tais massas de ar úmido são conhecidas como “rios voadores”, um nome apropriado, dado que a quantidade de água bombeada, diariamente, para a atmosfera, pela Floresta Amazônica, é maior do que a quantidade de água diariamente transportada para o Oceano Atlântico pelo Rio Amazonas.

O que acontece, então, quando a usina de serviços ambientais amazônica é tratada com violência? Sem tentar responder a complexa pergunta de “por que pouco choveu nos últimos anos” com uma única resposta, é tentador e é lógico de se pensar que o desmatamento da Floresta Amazônica certamente pode ter consequências no regime hídrico da Região Sudeste.

As florestas, além de atuarem como bombas bióticas, são cruciais para a infiltração da água que chove, para a manutenção das reservas subterrâneas e perenidade das nascentes. As bacias de captação das principais represas do Sistema Cantareira estão extremamente degradadas, com pouca cobertura vegetal nativa. Se há pouca floresta, há baixo índice de infiltração da água e, portanto, as reservas subterrâneas podem não ser suficientes para evitarem que uma nascente seque em uma época de aridez.

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Dessa forma, há também de se pensar que a crise hídrica pode ser resultado da violência contra as florestas da Região Sudeste. Assim, na Amazônia, não tão próxima, ou na Mata Atlântica e no Cerrado, é urgente que a valoração do meio ambiente se torne pauta política prioritária e que a violência contra as usinas de serviços ambientais seja amenizada.

 Prof. Dr. Rafael Faria é docente na Faculdade de Engenharia Ambiental e Faculdade de Ciências Biológicas da PUC-Campinas

 

Água na tela

CINEMA

A escassez nos reservatórios que abastecem grandes cidades da Região Centro-Sul e usinas hidroelétricas tem colocado a água nas manchetes e no debate público. Regime de chuva atípico e administração pública deficiente aparecem como vilões causadores do problema, cuja solução virá com a estação das águas e mais investimento público no setor. Todavia, a questão do abastecimento de água se espraia muito além das fronteiras brasileiras e incorpora variáveis mais críticas que regime de chuva e administração pública.

Atualmente, fatias significativas da população mundial padecem de escassez crítica, cenário que vai agravar-se com o crescimento vegetativo da população e aumento do consumo per capita que vem embutido na dinâmica da economia e nos conceitos de boa qualidade de vida. Futuristas de plantão apostam que a água será cada vez mais rara e cara. Gente como o “CEO” da Nestlé já deu o recado: “A água deve ser das empresas e os outros devem pagar por ela”. Frase alarmista? Infelizmente não. A Nestlé já tem projetos nesse sentido e não está sozinha no negócio. No mundo todo, em especial nas nações ricas, existem corporações gestando projetos para lucrar (muito) com a água.

Assunto sério, que tem agendamento inferior ao merecido no debate público, a questão merece mais atenção e conhecimento para evitar que a voracidade econômica suplante o desenvolvimento social, como já acontece com petróleo e transgênicos.

pag12-2Dois filmes encaram a questão da água e ajudam muito a entender o tema.

“A Corporação” (Mark Achbar) é um documentário canadense, lançado no Festival Internacional do Filme de Toronto, em 2003, que mostra como e porque as empresas se constituem em corporações e as dimensões do poder dessas instituições globais. Com muito detalhe e informação, parte do filme mostra a tentativa de privatizar e mercantilizar o abastecimento público de água na Bolívia, por corporações internacionais.

O mesmo tema aparece em “Até apag12-3 Chuva” (Iciar Bollain) ou “También La Lluvia”, no original espanhol. Com roteiro de Paul Laverty, a produção espanhola, de 2010, é um filme dentro de outro filme, mostrando uma equipe cinematográfica trabalhando em Cochabamba, Bolívia, em uma película histórica sobre a conquista espanhola. Enquanto trabalha como figurante, a população local resiste à tentativa de privatização da água (a mesma descrita no documentário citado) e acaba envolvendo, também, a equipe técnica e os atores. A produção, que conta com Luis Tosar e Gael Garcia Bernal no elenco, faturou uma razoável coleção de prêmios e citações em Festivais e Mostras, classificando-se como cinema da melhor qualidade.

As duas produções são fáceis de encontrar no mercado, existe muita informação sobre ambas na Internet e valem um bom debate acadêmico.

Pensando o Mundo: Nas águas da insensatez

No Brasil, é costume associar aos fenômenos climáticos a exclusiva responsabilidade pelas mazelas que afligem a nossa sociedade. É certo que São Pedro tem a sua parcela de culpa, mas, em geral, ela é pequena diante da responsabilidade dos próprios homens.

Entretanto, ao apresentar, por exemplo, a falta de chuvas como a causa fundamental da miséria nordestina mascara-se um processo brutal de dominação e exclusão social, econômica e política que caracteriza o compadrio e o coronelismo. E, da mesma forma, responsabilizar o excesso de chuvas pelos desmoronamentos e inundações é ocultar a lógica perversa da apropriação e especulação com o solo urbano transformado em mercadoria.

Mas, dessa forma, faça chuva ou faça sol, o pobre São Pedro acaba se tornando o grande vilão do país, enquanto os verdadeiros responsáveis prosseguem com suas práticas espoliadoras, perscrutando novas oportunidades por entre as nuvens.

Na atual crise hídrica não é diferente. Não há dúvidas que tivemos, nos últimos meses, uma das maiores estiagens de todos os tempos. Mas ela apenas acelerou um desastre já anunciado há, pelo menos, cinco anos.

Desde 2009 os níveis dos reservatórios do sistema Cantareira vêm baixando de forma preocupante. Se em dezembro daquele ano os níveis de água estavam em 92,5% da capacidade, mesmo sem a estiagem, esses níveis caíram para 72,5% (2010), 62% (2011), 47,6% (2012) chegando aos exíguos 30,3% ao final de 2013.

Mas nada disso deve ter surpreendido as autoridades do setor. Desde 2009, quando ficou pronto o relatório final do Plano da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, o Governo do Estado de São Paulo já estava ciente dos riscos de abastecimento de água para as regiões metropolitanas de Campinas e São Paulo. O mesmo relatório apontava a vulnerabilidade do Sistema Cantareira e sugeria um conjunto de ações a serem tomadas pela Sabesp para garantir uma melhor gestão da água.

Quase nada foi feito. Ciosa das boas práticas do mercado financeiro, a Sabesp, empresa de capital aberto com ações nas bolsas de valores de São Paulo e Nova Iorque, priorizou investimentos que maximizavam sua rentabilidade, dentre os quais não estavam o controle das perdas de água e nem a solução para os problemas dos
reservatórios do Sistema Cantareira.

Assim, embora suas ações sejam recomendadas pela sua alta rentabilidade e a empresa tenha distribuído mais de R$ 4 bilhões de lucros aos acionistas nos últimos anos, um quarto de toda água captada pela empresa se perde antes sequer de chegar às torneiras de seus consumidores, deixando clara, mais uma vez, a  incompatibilidade entre a lógica da maximização dos lucros- e da água como mercadoria- ,com a lógica da água enquanto bem escasso e essencial e um direito de toda a população.

E o que foi feito, então? No início deste ano, a Sabesp contratou uma empresa para tentar produzir chuva artificial sobre o Sistema Cantareira, com resultados pífios, apesar de caros. Em maio, quando os níveis dos reservatórios atingiram os preocupantes 8,2%, a empresa passou a captar a água do volume morto, prática que vem sendo adotada até hoje.

O volume morto é uma reserva de água que fica abaixo dos canos de captação, uma espécie de fundo do poço. Como essa água está abaixo dos níveis da captação, ela foi se tornando densa em resíduos, que foram decantando ao longo dos anos. Embora a empresa garanta que o tratamento da água do volume morto está dentro dos padrões de “potabilidade” necessários, várias têm sido as críticas pela sua utilização.

Altas densidades de mercúrio, chumbo e outros metais pesados, que não são eliminadas pelo tratamento convencional, podem colocar em risco a saúde da população e provocar alterações no material genético, doenças degenerativas, problemas na tireóide, pâncreas e rins, além de intoxicações alérgicas e diarréia, é o que afirmam os críticos.

Mesmo assim, a água do Sistema Cantareira continua secando. Se nada mudar, as reservas se esgotam no início de novembro. E, pelo visto, nada vai mudar. Recentemente a imprensa divulgou a existência de um plano da Sabesp que indicava a necessidade do racionamento de água na Região Metropolitana de São Paulo, decisão que foi abortada pelo Governo do Estado, que considerou tal medida “inadequada”.

No final de julho de 2014, em sintonia com as manifestações de especialistas e entidades ligadas ao setor, o Ministério Público Federal recomendou ao Governo do Estado e à Sabesp a apresentação de um plano para a imediata implantação do
racionamento de água na capital.

Talvez seja tarde. Se as chuvas não chegarem em grande quantidade, o estado mais rico da federação terá que conviver com a mais grave crise de abastecimento de água de toda a sua história. E quase nada poderá ser feito para resolver o problema em tão pouco tempo. A não ser algumas orações ou, quem sabe, resgatar dos povos da floresta a sabedoria milenar da “dança da chuva”.

Quem sabe, talvez, seja a oportunidade que São Pedro esperava para aparecer como herói, pelo menos dessa vez…

Prof. Dr. Antonio Carlos A. Lobão
Docente no Centro de Economia e Administração da PUC-Campinas

Uso da água era insustentável, diz pesquisador

Estudo mostra que aparato Institucional não conseguiu equacionar o problema

Muito antes das mudanças climáticas globais preverem o aumento tanto da escassez hídrica como das enchentes, os indicadores hídricos que o Grupo de Pesquisa Sustentabilidade Ambiental das Cidades, da Faculdade de Engenharia Ambiental da PUC-Campinas, elaborou já mostravam que o uso da água na Macrometrópole Paulista era insustentável. Isso é o que afirma um dos pesquisadores, o docente do Curso de Mestrado em Sistemas de Infraestrutura Urbana da PUC-Campinas, Prof. Dr. Antonio Carlos Demanboro.

A questão hídrica é uma das frentes de estudo do Grupo, que surgiu em 2000 e, desde então, tem suas pesquisas relacionadas ao contexto da Engenharia Ambiental, envolvendo as áreas de Planejamento e Gestão Ambiental, Sustentabilidade Hídrica, Resíduos Sólidos, Florestas Urbanas e Energia. Para o Pesquisador Demanboro, a escassez de água que está ocorrendo em toda a Região Sudeste e, em especial, nas Regiões Metropolitanas de São Paulo e Campinas, é por causa de um período de estiagem, classificado por ele como “excepcional”.

“O que esta escassez está trazendo à tona é que todo o aparato Institucional criado desde a década de 1980 para lidar com a gestão dos recursos hídricos, não deu conta de equacionar o problema e procurar alternativas para sua solução. O “Banco de Águas” do Sistema Cantareira faliu, ao se usar o volume morto das barragens para abastecer a Capital”, afirma.

Há 14 anos, o Grupo de Pesquisa “Sustentabilidade Ambiental das Cidades” se dedica a pesquisar o uso racional da água e a sustentabilidade hídrica, como estudos de planejamento das bacias hidrográficas críticas do Estado de São Paulo; a gestão da demanda nos setores residencial, industrial e comercial; estudos de Controle de Perdas em sistemas de distribuição de água; reflorestamento; conservação da biodiversidade; preservação das nascentes e de produção de água, entre outros. “Esta escassez está deixando extremamente claro que não se pode solucionar o problema da quantidade dos recursos hídricos apenas construindo reservatórios de acumulação de água, como se tem feito ultimamente”, defende Demanboro.

Para tratar o problema hídrico, o pesquisador lembra que foram criadas inúmeras políticas e instituições – federal, estadual e municipal – entre elas o Sistema Nacional de Recursos Hídricos (SNRH), o Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, o Comitê das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (CBH-PCJ), o Comitê da Bacia do Alto Tietê (CBH-AT), os Consórcios Municipais de Bacias, as Agências de Águas, a Agência Nacional de Águas (ANA), dentre outros.

Segundo Demanboro, é necessário atuar na diminuição da demanda de todos os usuários, por meio do incentivo ao uso de dispositivos poupadores de água, ao reuso de água, à captação das águas de chuva. “Atuar na diminuição das perdas nos sistemas de abastecimento de água administrados pelas Empresas de Saneamento que, em alguns casos, são da ordem de 50%; atuar na produção de água, o que significa proteger todas as nascentes, além de plantar e preservar as florestas nas cabeceiras e ao longo dos rios”, propõe.

Bacia do Rio Atibaia em processo de degradação ambiental

O Grupo de Pesquisa Sustentabilidade Ambiental das Cidades já publicou inúmeros artigos sobre o tema da água, como o estudo realizado sobre a bacia do Rio Atibaia, em São Paulo. O estudo identificou que a maior parte da Bacia do Rio Atibaia corresponde ao uso Rural, seguindo por Floresta, área urbanizada, Reflorestamento/sivilcultura, Pastagem, Lago e Solo Exposto.

“O estudo mostrou que, apesar de relativamente pouco urbanizada, a bacia hidrográfica do Rio Atibaia encontra-se em processo de degradação ambiental”, afirma o pesquisador. Contribuem para esse quadro, segundo a pesquisa, além do alto grau de intervenção antrópica na bacia, os elevados valores do consumo de água e os despejos de efluentes domésticos, que promovem a deterioração dos corpos d’água. “Apesar das áreas cobertas por vegetação natural apresentarem um valor relativamente alto, sua distribuição espacial não é homogênea, concentrando-se nas cabeceiras dos cursos d´água”, explica. “É possível pensar em conservação ambiental em bacias hidrográficas urbanizadas, desde que estas venham a ser manejadas de forma adequada”, resume.

Foto: Álvaro Jr. Rio Atibaia
Foto: Álvaro Jr.
Rio Atibaia

Atualmente, o Grupo de Pesquisa Sustentabilidade Ambiental das Cidades, da Faculdade de Engenharia Ambiental da PUC-Campinas, conta com três pesquisadores e docentes do Curso de Mestrado em Sistema de Infraestrutura Urbana: Prof. Dr. Antonio Carlos Demanboro, Profa. Dra. Regina Márcia Longo e Profa. Dra. Sueli do Carmo Bettine. Também participam alunos de Graduação, que desenvolvem trabalhos de Iniciação Científica, além de alunos do curso de Mestrado.