Arquivo da tag: editorial

Páscoa, cultura e tradição

Por Prof. Dr. Wagner José Geribello – Assessor Especial da
Reitoria da PUC-Campinas

Páscoa compõe o tema central desta edição de abril, mês em que a Liturgia Católica celebra a Ressurreição de Jesus Cristo, legitimando a abordagem religiosa do assunto.

A Pascoa é, também, evento cultural, implicando comportamentos e características específicas ao período, desde repercussões econômicas, até hábitos que a sociedade incorpora e transforma em tradição. Assim, as matérias desta edição cobrem variado leque de enfoques do período, como as oscilações de preços de produtos “sobrevalorizados” nesta época, a exemplo do peixe e do chocolate, até a tendência cada vez mais acentuada de oferecer “presentes vivos”, no caso coelhos.

O Jornal da PUC-Campinas de abril também abre espaço para tratar de assuntos da atualidade que, de certa forma, caminham na contramão dos sentimentos e valores pascais, em especial aqueles referentes à solidariedade. A intensificação de fluxos migratórios e a tragédia dos refugiados tematizam artigo que resgata as origens e expõe as razões desse fenômeno que persiste na mídia internacional e tem reclamado ações e posições dos governos e das sociedades nacionais ao redor do Planeta.

Questões urbanas relevantes também figuram no cardápio de matérias, algumas positivas, como as perspectivas promissoras das Cidades Inteligentes, ou negativas, como a nefasta relação entre a falta de tratamento de esgoto e a consequente redução quantitativa e qualitativa da água potável disponível.

Eventos internos também estão na pauta, com destaque para a Mostra de Talentos, que valoriza e dá ampla visibilidade à produção dos Trabalhos de Conclusão de Cursos (TCC) na Graduação.

Além disso tudo, o Jornal da PUC-Campinas ainda tem cinema e informações importantes sobre o cotidiano acadêmico, reunindo razões de sobra para ser lido, comentado e também usado como instrumento de ensino e aprendizagem em aulas, estudos e trabalhos, justificando o encerramento deste editorial com desejos sinceros de boa Páscoa, boa leitura e bom aproveitamento.

 

Febre amarela, ecologia e outras ações

Logo nos primeiros dias do ano, quando alunos e professores aproveitavam os derradeiros momentos das férias, integrantes do Departamento de Comunicação Social (DCOM) e da Reitoria realizaram reuniões de avaliação e planejamento referentes às edições de 2017 do Jornal da PUC-Campinas. Objetivando melhorar sempre e qualificar cada vez mais o Jornal, as reuniões, entre diversos itens, focaram propostas de assuntos merecedores de destaque nas edições temáticas que vão circular até dezembro.

A Campanha da Fraternidade, a recepção aos alunos ingressantes e a febre amarela formam o elenco de temas centrais, contemplados nesta edição de março de 2017.

Baseada em uma temática de perfil ecológico, mas também de profundo apelo social, a Campanha da Fraternidade remete aos biomas brasileiros, riqueza maior de um País generosamente brindado pela Obra Criadora com exuberância e diversidade de flora, fauna e gente, compondo um presente que merece cuidados e zelo das instituições todas, bem como de todos os cidadãos do Brasil. Nesta edição, você vai conhecer razões, objetivos e detalhes da Campanha da Fraternidade 2017 “Biomas Brasileiros e Defesa da Vida”.

Neste mês, o Jornal da PUC-Campinas relata, também, como foi a recepção aos novos alunos, descrevendo e ilustrando os diversos programas que buscam facilitar a ambientação à vida universitária. Com mais de 75 anos de História, dois Campi, vários Cursos de Graduação, Pós-Graduação e Extensão, bem como atividades diversas, sobretudo nos campos das ciências, das artes e da cultura, a PUC-Campinas é um universo plasmado em uma Instituição que o ingressante precisa conhecer em detalhe, para explorar com intensidade na sua formação profissional, social e pessoal.

A febre amarela, que tem merecido destaque nos meios de comunicação por conta do surto registrado em algumas regiões brasileiras, integra outro destaque entre os temas tratados nesta edição. O assunto é abordado do ponto de vista das ciências médicas, trazendo esclarecimentos e recomendações oportunas, pertinentes e mesmo necessárias para o enfrentamento de uma situação marcada pelo aumento de casos e, por vezes, desconhecimento sobre ações para evitar o contágio e contribuir para reduzir a propagação do problema.

Todavia e infelizmente, essa não é a primeira vez que a região de Campinas se vê às voltas com a febre amarela. Na passagem dos séculos XIX e XX, a população local foi dizimada pela doença, com sérias consequências não só na área da saúde, mas também sérias repercussões econômicas, sociais e administrativas, incluindo ações (e por vezes a falta delas) urbanísticas de saneamento, mudança de hábitos e a noção de que o combate a moléstias dessa espécie vai muito além da competência de médicos e sanitaristas.

O jornal da PUC-Campinas resgata a febre amarela, do ponto de vista histórico e destaca o tratamento do assunto em publicações assinadas por pessoas que são ou foram alunos ou professores desta Universidade.

Além disso tudo, esta edição abre espaço para marcar o Dia da Mulher, traz a agenda atualizada de eventos e realizações e toca diversos outros assuntos, configurando um mosaico especialmente composto pelo público acadêmico, para o público acadêmico, como você.

Não ensina quem não organiza e não organiza quem não planeja…

Na atividade docente o planejamento não tem valor menor nem ocorre em menor frequência que aulas, atividades laboratoriais, procedimentos de avaliação e de recuperação que recheiam nosso cotidiano acadêmico.

A rigor, ensinar pressupõe planejamento continuado de cada aula e de cada passo, ao longo de toda a jornada que nos dispomos a percorrer, juntamente com alunos e alunas, na direção do conhecimento.

Sabemos que a aula começa no dia anterior, nos preparativos, seleção de recursos e avaliação dos métodos que definimos para momentos e conteúdos determinados. Só então, nos sentimos seguros e confiantes para entrar em sala e, como costumamos dizer “dar uma boa aula”.

Docentes mais experientes conhecem a capacidade dos alunos para distinguir e reconhecer o professor que planeja e traz a aula organizada, com ponto de partida definido, percurso traçado e objetivo ancorando, solidamente, todo o processo.

O planejamento, que trazemos introjetado, na condição de professor e professora, tem dimensões diversas, desde o microuniverso de um exercício didático, até o macroplanejamento de todo um semestre letivo.

Ajustados a essas dimensões variadas estão o tempo dedicado e o envolvimento articulado de diversas pessoas. Normalmente conduzimos sozinhos e por conta própria o planejamento das nossas aulas, mas ao planejamento individual precedem instâncias mais amplas e coletivas, como a que nos compete fazer agora, nesta Semana de Planejamento Pedagógico.

Sob orientação da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), contando com a colaboração de pessoas com amplo conhecimento de pedagogia, didática e planejamento, atuando como um Corpo Docente com objetivos congruentes e valores similares, constituímos um grupo eficiente e capacitado para planejar os largos caminhos vislumbrados para o semestre entrante, que formam a base de orientação para todas as demais ações pedagógicas, até o final de junho.

Nesse sentido, o planejamento não é só exercício de orientação técnica, mas, também, contributo à segurança que queremos e precisamos na sala de aula.

Portanto, acima e além de quaisquer outras considerações, cabe lembrar que o Planejamento Pedagógico é tão importante para cada um de nós, como todos nós, participando ativamente, somo vitais para que o planejamento renda orientação segura e ferramentas eficientes, que vamos usar a cada dia letivo.

Boas-vindas a um semestre produtivo e compensador.

 

Profa. Dra. Angela de Mendonça Engelbrecht

Reitora

EDITORIAL: 2016- um ano de conquistas

A edição 170 do Jornal da PUC-Campinas que fecha o ano de 2016 abre oportunidade para retomar e relembrar a quantidade, variedade e importância dos eventos que marcaram este ano, comemorando o Jubileu de Diamante. Trata-se, portanto, de um convite para rever as edições precedentes, que relatam em detalhes os colóquios, palestras, conferências e eventos comemorativos, trazendo para os auditórios da Universidade figuras de destaque do meio acadêmico nacional e internacional, assim como importantes representantes da Igreja, e da sociedade, todos responsáveis por momentos memoráveis de reflexão e troca de conhecimento como cabe ao ambiente universitário.

Dezembro também é tempo de Natal e a qualificação confessional da PUC-Campinas sugere o destaque do tema, que polariza esta edição.

Data maior da cristandade, o Natal marca-se pela celebração de caráter religioso e pela comemoração de perfil social, sobretudo no ambiente familiar, configurando, também, um período de reflexão espiritual.

Focada nesses aspectos, a última edição do ano colocou o Natal em pauta, trazendo artigos que refletem sobre a data, a exemplo do processo de mercantilização que descaracteriza e mesmo confronta a identidade religiosa do 25 de dezembro.

Os modos como a arte e a literatura se envolvem com o Natal também estão presente nas pautas preparadas pela editora Amanda Cotrim, incluindo considerações muito oportunas e apropriadas sobre o cinema inspirado em livros tematizados no Natal.

O espírito de Natal que se expressa em solidariedade é um outro tema com vez e voz  nesta edição, que mostra o envolvimento da comunidade acadêmica em campanhas em favor de parcelas mais fragilizadas da sociedade.

Além do Natal, também a política internacional integra a edição, nas considerações e análises da eleição de Donald Trump, que agradou alguns, desagradou muitos e surpreendeu quase todos, ecoando nas instâncias econômicas, diplomáticas, políticas e até culturais de todo o planeta.

Isso tudo e muito mais estimulam e legitimam a leitura atenta da última edição de 2016 do Jornal da PUC-Campinas, que é, também, portadora dos desejos da equipe editorial e dos colaboradores para que todos os leitores tenham um período feliz e repousante de férias, um ano novo de muita paz e um Natal comungado com amigos, familiares e entes queridos, acrescentando o compromisso de retomar nosso contato em 2017…

Até lá.

EDITORIAL- Criança: responsabilidade de todos

Usando e abusando da imagem infantil, a propaganda costuma estampar rostinhos sorridentes e sadios para alavancar o consumismo, desde a ingestão de hamburger gorduroso, até o automóvel de luxo, cuja posse transforma o pai em herói aos olhos do filho. Todavia, para além da ficção publicitária, a realidade mostra que parte das crianças não frequenta o consumo e todas, sem exceção, precisam mais que bens e serviços para conhecer um tantinho de felicidade.

Protagonista de tantos desvios e contradições da sociedade contemporânea, especialmente nos cantos atrasados em civilidade e primários em civilização, as crianças polarizam esta edição do Jornal da PUC-Campinas, que reúne artigos, entrevista e reportagens sobre a postura da academia e o olhar dos acadêmicos em relação à infância.

No campo da Tecnologia, o jornal trata dos encontros e desencontros da infância com a informação, nesses tempos em que a criança aprende a correr os dedos pela tela do celular antes de conseguir desenvoltura mínima no manejo da colher.

 O CEA colabora com o tema mostrando características e distorções dos liames entre criança e consumo, enquanto a coluna Pensando o Mundo contribui com uma análise muito atualizada do Trabalho Infantil, medievalismo que assola intensamente a cultura e a realidade brasileiras, consequenciando, nos pequenos, a esdruxula distribuição de renda na qual elites e oligarquias insistem em manter o Brasil aprisionado.

Horários, obrigações e responsabilidades que a contemporaneidade impõe à gurizada, já nos primeiros meses de vida, estão na entrevista, cujo tema é tão instigante quanto preocupante: ser criança é o mesmo que ter infância?

Apresentação de Projetos de Extensão e resumo de Dissertação de Mestrado centrados nas crianças, das Faculdades de Fisioterapia e Psicologia são as contribuições do CCV ao assunto do mês, enquanto a CACI mostra as atividades que trazem crianças para a Universidade nos períodos de férias.

Completando, a coluna cinematográfica indica dois filmes que tratam das consequências dolorosas sobre as crianças da militância política em tempos de ditadura.

A leitura disso tudo certamente vai levar a reflexões sobre a responsabilidade de todos nós, adultos e quanto os universitários podem fazer para efetivar a premissa de que o melhor da vida é ser criança.

Boa leitura!

________________

Editorial: Comunicação e História

Em 2005, dos seis mil calouros que entraram na PUC-Campinas, 52% vinham de outras cidades e boa parte deles se preparava para viver a experiência de morar fora da casa dos pais, incluindo a “república” como alternativa de residência. Enquanto isso, os veteranos, representados pelo Diretório Central de Estudantes, DCE, expunham críticas e reparos à Reforma Universitária, à época item de pauta do meio acadêmico brasileiro.

Quase 60 anos antes disso, em 1946 o casal italiano Pietro Maria Bardi e Lina Bo Bardi chegavam ao Brasil, iniciando uma jornada dedicada às artes, cujo ápice foi a criação do MASP (Museu de Arte de São Paulo). O tema foi tratado na tese de doutorado da professora da Faculdade de Arquitetura da PUC-Campinas, Vera Santana Luz, defendida em 2004.

Rememorando os anos de 1930, o neto adotivo do Barão de Itapura resgatou reminiscências do tempo em que morou no palacete que, na década seguinte, seria o primeiro campus universitário de Campinas.

Apesar de datas diferentes e temas diversos, os parágrafos acima têm um elemento comum: foram extraídos de matérias publicadas no Jornal da PUC-Campinas, que nesta edição dedica todo seu espaço às comemorações do Jubileu de Diamante da Universidade.

O Jornal é só um exemplo do compromisso de transparência e diálogo que a Instituição mantém com sua comunidade e com a sociedade em geral, mantendo, desde sua fundação, processos e recursos de comunicação, expondo fatos, ideias e posicionamentos nascidos no meio universitário ou de interesse da comunidade acadêmica.

Assim, no mais amplo sentido do termo, incluindo aspectos jornalísticos, comunicação é um item que se agrega com relevância a tantos outros que a Universidade cultiva e faz florescer desde sua fundação.

Em 75 anos, a comunicação na Universidade, voltada à comunidade acadêmica, alunos em especial e da Universidade, voltada à comunidade externa, acompanhou e divulgou os passos mais importantes e significativos dessa caminhada, como também abriu espaço para o cotidiano e as temáticas rotineiras, mostrando-se abrangente e permanente na missão de informar, sem nunca deixar de promover a interação entre os diversos componentes da comunidade acadêmica e desta com a sociedade.

A edição comemorativa o Jornal da PUC-Campinas resgata fatos e pessoas que se destacaram em75 anos de História, bem como abre espaço para manifestações diversas sobre o significado dessa História para os tempos presente e futuro da Universidade. Esse movimento reafirma e confirma que, nos seus diferentes modos de ser e fazer, com variados recursos, incluindo os mais atuais e modernos, de perfil informatizado, a comunicação destaca-se como preocupação precípua e valor de primeira grandeza da Pontifícia Universidade Católica de Campinas.

Editorial: Como estamos nos alimentando?

A edição 168 do Jornal da PUC-Campinas, referente aos meses de julho e agosto de 2016, traz para o centro do debate acadêmico a questão da alimentação. Na edição, refletimos sobre os vários sentidos que a palavra alimento produz, desde o sentido literal até o cultural e filosófico.

A comida está no cotidiano de toda a sociedade, mas ainda vivemos num mundo em que a fome é o grande problema a ser enfrentado. Além disso, vale a pena pensar nas perguntas: O que estamos comendo e como estamos nos alimentando?

O Jornal traz uma entrevista com o diretor do curso de Ciências Econômicas, que reflete sobre a soberania e a saúde alimentar do brasileiro e os desafios para o futuro. Nessa edição abordamos temas como a agricultura familiar, o uso de agrotóxicos, o direito do consumidor que se sentiu lesado ao consumir determinado alimento e o papel da religião na vida humana. O jornal da PUC-Campinas também traz um artigo sobre educação alimentar, pensando, principalmente, no estudante PUCC.

O alimento, no entanto, não é apenas uma questão de necessidade biológica, mas também a própria materialidade da cultura de um povo. A reportagem sobre os pratos típicos brasileiros conta um pouco sobre a importância da gastronomia pra o turismo e para a cultura.

O jornal também traz reportagens sobre a influência da mídia na alimentação da sociedade e os transtornos alimentares.

Oferecemos ainda dicas no Tome Ciência e a resenha do filme A Comilança, na coluna Cinema.

Confira essa apetitosa edição.

Boa leitura!

 

Editorial: As deficiências e as barreiras

O Jornal da PUC-Campinas, edição 166, aborda duas questões que se tornam uma: as deficiências e as barreiras. Pensar o que são as deficiências é pensar, necessariamente, o que impede que nós as compreendamos.

A linguagem é fundamental para esse processo- em construção- sobre a compreensão das deficiências. Afinal, o que significa uma deficiência? A significação será mediada pela linguagem, pelos discursos, por isso, o Jornal da PUC-Campinas acha fundamental uma edição que debata essa questão por vários pontos de vistas, calcados em pesquisas científicas e projetos acadêmicos da Universidade.

Falar sobre a questão das deficiências e suas barreiras contribui para que possamos desvendar alguns mitos e algumas evidências acerca das deficiências. Nesta edição, trazemos reportagens sobre a relação de pais e mães com os filhos autistas, a inclusão social no esporte, o universo do trabalho para pessoa com deficiência, a violência contra essa população, o sujeito com deficiência na inclusão escolar, uma dica de leitura sobre o tema, além de uma entrevista com uma ex-aluna da Universidade, que tem cegueira congênita.

O jornal também traz uma crítica sobre o filme O Homem Elefante, que se tornou um clássico do cinema, com um forte conteúdo social e de enorme reflexão para uma sociedade que depois de muitos anos ainda produz um discurso de normalidade.

Precisamos pensar no que é dito sobre a pessoa com deficiência, pois é esse dizer que vai se configurar em barreiras simbólicas, discursivas e sociais, atingindo a esfera do político.

 Boa leitura!

 

Editorial: O Meio Ambiente não é exterior às pessoas

Na edição 165 do Jornal da PUC-Campinas, reservamos espaço para debater o tema do Meio Ambiente por meio de artigos, reportagens e entrevista. Nesse sentido, o jornal da Universidade vai ao encontro do tema da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016: “Casa Comum, Nossa Responsabilidade” cujo lema é “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”, tratando principalmente o Saneamento Básico. A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 coloca a questão ambiental no centro do debate e o acesso à informação é um bom caminho para que esse debate seja qualificado.

A Universidade, enquanto instituição de Ensino, Pesquisa e Extensão, está comprometida com a questão do Meio Ambiente dentro dos Campi I e II e do Colégio de Aplicação PIO XII, mas, também, fora desses lugares, porque o conhecimento e as ações concretas para uma mudança de consciência e de hábitos não enxerga barreiras. É preciso cuidar da Casa Comum, do nosso quintal, apartamento, casa, do nosso mundo. Do micro ao macro.

Entre os objetivos da Campanha da Fraternidade Ecumênica, que o Jornal da PUC-Campinas aborda, está o debate sobre o dever do Estado na questão do Saneamento Básico, as políticas públicas, o mosquito Aedes Aegypti, a participação da população e a sociedade do consumo. Precisamos pensar o Meio Ambiente não como algo exterior a nós, mas como a própria condição para que os seres vivos sejam constituídos. PUC-Campinas.

Editorial: Vamos falar sobre Ciência?

Na edição 164, o Jornal da PUC-Campinas dedica espaço para artigos, reportagens e entrevistas que analisam diversos aspectos da Ciência, esse lugar tão importante para o desenvolvimento da sociedade, mas também tão mitificado.

Produzir e falar sobre Ciência é fundamental para que ela se popularize e faça parte, cada vez mais, do dia a dia das pessoas. Por isso, o Jornal da PUC-Campinas preparou uma reportagem que aborda a relação entre jornalistas e cientistas, dois personagens fundamentais para que a divulgação da ciência aconteça.

O Jornal também debate a importância do ensino da Ciência e o preparo de novos cientistas desde os primeiros anos escolares: um exemplo bem-sucedido é o do Colégio de Aplicação PIO XII, da PUC-Campinas, que há oito anos mantém projetos que iniciam crianças e adolescentes na prática da pesquisa.

Há, também, nesta edição, a preocupação em abordar as diferenças entre Ciência e Tecnologia. O resultado é uma reportagem que mostra que a Tecnologia e a Ciência, quando juntas, podem e devem beneficiar toda a sociedade. Como contraponto, o Jornal também traz o artigo sobre ética e o uso político que muitas vezes é feito do conhecimento científico.

Produzir e falar sobre Ciência é fundamental para que ela se popularize e faça parte, cada vez mais, do dia a dia das pessoas.

Você sabia que a primeira mulher que se dedicou à Ciência data do ano 370 (depois de Cristo)? Em artigo elucidativo, professores pesquisadores da Matemática resgatam a trajetória de mulheres que transformaram o campo da Ciência.

Além dos artigos e matérias que orbitam a temática central, esta edição também abre espaço para os Projetos de Extensão da Universidade que têm impacto real na vida da população de Campinas e Região.

Informações e noticiário sobre Ciência, mais as seções fixas completam a edição 164, do mês de dezembro de 2015 do Jornal da PUC-Campinas. Aproveite o conteúdo e não deixe de encaminhar sugestões, críticas e comentários para o endereço eletrônico imprensa@puc-campinas.edu.br. Afinal, participar é o melhor caminho para fazer o jornal que você quer.