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Ensino e Saúde: Hospital da PUC-Campinas, um patrimônio regional

Por Antônio Celso de Moraes

O Hospital e Maternidade Celso Pierro (HMCP), o Hospital da PUC-Campinas, funciona há mais de 35 anos e nasceu da necessidade de servir como base para a capacitação e prática dos alunos da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), que, neste ano, completa 40 anos. O Hospital caminha em conjunto com a PUC-Campinas, a Sociedade Campineira de Educação e Instrução (SCEI), sua mantenedora, e a Igreja Católica e tem como missão cuidar da educação e da saúde de sua comunidade.

Dr. Antonio Celso de Moraes: “O HMCP cresceu com a cidade de Campinas” / Crédito: Álvaro Jr.
Dr. Antonio Celso de Moraes: “O HMCP cresceu com a cidade de Campinas” / Crédito: Álvaro Jr.

São quase quatro décadas de contribuição para o ensino, a pesquisa e a promoção da saúde. Hoje, o Hospital atende as dez faculdades da área da saúde do Centro de Ciências da Vida (CCV) da PUC-Campinas, bem como a faculdade de Serviço Social. Como Hospital Universitário, possui, também, os Programas de Residência Médica e Multiprofissional, que já contribuíram para a formação de mais de mil duzentos e cinquenta médicos de todo o Brasil.

Criado inicialmente para ser um Hospital-Escola, não deixou de lado o assistencialismo. Localizado na região noroeste da cidade de Campinas, que abrange cerca de 190 mil habitantes, distribuídos por diversos bairros de população simples, situados entre as rodovias Anhanguera e Bandeirantes, faz divisa com os municípios de Hortolândia, Sumaré e Monte Mor, oferece atendimento à população mais carente. Além disso, atende a Região Sudoeste com 240 mil habitantes, bem como a demanda das 19 cidades que compreendem a Região Metropolitana de Campinas (RMC).

O HMCP cresceu com a cidade de Campinas, especialmente em atendimento e complexidade. Hoje, realiza anualmente mais de 2 milhões de atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) sendo que Campinas possui 1.154.617 habitantes e 660 mil atendimentos são de convênios privados, com mais de 30 operadoras de saúde e atendimento particular. Como centro de excelência na Região Metropolitana de Campinas (RMC), o Hospital possui Certificação Nível 2 de Qualidade pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que garante qualidade e segurança no atendimento prestado. No Brasil, há, aproximadamente, 6 mil hospitais, sendo que, menos de 224 são acreditados.

O HMCP mostra, dia a dia, que é um hospital completo, com equipe multidisciplinar, certificado para atendimentos de alta complexidade, com destaque em traumatologia, neurologia e cardiologia. A cardiologia (adulto/infantil) é referência no Estado de São Paulo, com índices de resultado em parâmetros internacionais.

Na última década, a produtividade do HMCP quadruplicou consequência do trabalho em equipe e do apoio da Mantenedora e da Universidade na gestão de recursos e investimentos destinados ao Hospital.

Uma Instituição que ensina,  acredita e desenvolve a humanização/ Crédito: Álvaro Jr.
Uma Instituição que ensina, acredita e desenvolve a humanização/ Crédito: Álvaro Jr.

Uma Instituição que ensina, beneficia a população, acredita e desenvolve a humanização em seu ambiente. Trata-se de um local em que é propícia a troca de experiências de vida entre alunos, professores, colaboradores, cidadãos comuns e a Igreja Católica, com base em sua missão de ‘prestar atendimento na área da saúde e contribuir para a geração e promoção do conhecimento, considerando sua orientação cristã e seu caráter de Hospital Universitário’.

Dr. Antônio Celso de Moraes- Superintendente do HMCP

 

PUC-Campinas Informa

Missão Social:

Compromisso social faz parte da própria carga genética da PUC-Campinas e se manifesta desde os primeiros momentos da história da Universidade.  Pioneiras na interiorização do ensino superior, até então restrito às capitais de Estado, as Faculdades Campineiras, criadas pelo bispo da cidade, Dom Francisco de Campos Barreto, em 1941, foram o ponto de origem da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, hoje, uma das maiores universidades particulares do interior paulista.

A identificação Católica e o compromisso de agir socialmente para transformar e inovar marcaram a embrionária Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, que reunia oito Cursos, voltados à formação de professores. Com isso, a Instituição ofereceu grande contribuição para os programas de alfabetização e incremento da escolaridade efetuados naquele período, ampliando a oferta de professoras e professoras para as redes públicas e privadas de ensino, na época denominada educação primária, ginasial e colegial. Mais de setenta anos depois desses primeiros passos, a PUC-Campinas, constituída como Universidade, mantém Licenciaturas que respondem pela formação docente em diversas áreas.

A grande sensibilidade que a sociedade brasileira tem manifestado em relação à educação, colocando o tema como prioridade e condiçãos fundamental de crescimento econômico e desenvolvimento social, mostra que a PUC-Campinas trilha o caminho mais adequado e mais desejado, canalizando atenção e recurso para formar professores em Cursos de qualidade.  Formar educadores… compromisso social que faz parte da História da PUC-Campinas, desde 1941.

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Planejamento Acadêmico 2015

A PUC-Campinas levou para o centro das discussões acadêmicas, junto aos seus docentes e gestores, as práticas de ensino na sala de aula; esse foi o tema do Planejamento Acadêmico Pedagógico 2015: “A Docência no Ensino Superior: múltiplas práticas na relação ensino-aprendizagem”. O evento, que aconteceu entre os dias 2 e 20 de fevereiro, trouxe mais de 20 atividades entre palestras, oficinas, encontro pedagógico e apresentações culturais, além de atividades distintas que ocorrem em cada Centro/Faculdade.

A ideia sobre o tema do Planejamento deste ano se baseou nos resultados da Avaliação de Ensino, na qual a Universidade convida os alunos a participarem com avaliações semestrais sobre a Instituição. Essas avaliações relatam avanços e fragilidades em aspectos como: desenvolvimento da disciplina em sala de aula, avaliação da aprendizagem, formação do aluno, postura do professor, entre outros. Diante desse contexto, no sentido de qualificar o ensino de graduação, justifica-se a temática do evento. “Queremos que os nossos docentes possam se capacitar, conhecer novas metodologias de ensino que sejam inovadoras, trocar experiências com outros colegas e, principalmente, qualificar a atividade docente em sala de aula, participando das atividades que acontecerão durante esse período”, explicou o Pró-Reitor de Graduação da PUC-Campinas, Prof. Dr. Orandi Mina Falsarella.

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Hospital da PUC-Campinas recebe Acreditação

O Hospital e Maternidade Celso Pierro (HMCP), da PUC-Campinas, conquistou o Nível 2 da Acreditação pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). O processo de Acreditação da ONA possui três níveis, sendo o segundo alcançado pelo HMCP. O Nível 2 -ou Acreditado Pleno- analisa cuidadosamente o Processo de Qualidade na instituição como um todo e foca principalmente a segurança e a gestão integrada. Esta certificação comprova o quanto o Hospital tem trabalhado para fortalecer a interação entre todos os processos e para melhorar a segurança e o desempenho institucional.

A Acreditação é um sistema de avaliação e certificação de qualidade de serviços de saúde, periódico, reservado e voluntário (não é um certificado obrigatório para o funcionamento dos hospitais) e sua conquista significa mais segurança para pacientes, colaboradores e para a própria Instituição, que aprimora a qualidade dos serviços oferecidos pelo Hospital.

Combate ao vírus Ebola e a desinformação sobre a doença

Hospital da PUC-Campinas aplica plano de  contingência para atendimento de casos


Por Amanda Cotrim

O Hospital e Maternidade Celso Pierro (HMCP), mais conhecido como Hospital da PUC-Campinas, está organizado para assistir eventuais pacientes suspeitos de doença pelo vírus do Ebola. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou todos os países para que o plano de prevenção fosse reforçado. Segundo a OMS, o atual surto do vírus se concentra nos países africanos: Libéria, Serra Leoa e Guiné, com 8.376 casos, dos quais, 4.024 são fatais. Atualmente, não há tratamento para a infecção, mas uma vacina está em elaboração pela empresa farmacêutica britânica GSK (Glaxo SmithKline), com previsão para ser disponibilizada em 2016.

De acordo com a Coordenadora da Comissão de Controle de Infecção do Hospital e Professora no curso de medicina, da PUC-Campinas, Dra. Irene Rocha Haber, o HMPC já está se organizando para qualquer eventualidade. “Preparamo-nos por meio de um processo de sensibilização das equipes que atuam nos serviços de Pronto-Socorro do Sistema Único de Saúde (SUS) e Pronto Atendimento de Convênios, para a suspeição de casos, além da criação de fluxos de encaminhamento”, explica.

A chance de ocorrência de um caso de infecção pelo vírus Ebola no Brasil, segundo a Doutora Irene, é pouco provável. “Obviamente numa sociedade globalizada como vivemos, no qual o trânsito de pessoas é extremamente fácil, mesmo sendo uma possibilidade remota, é necessário contar com um plano de contingência. A ocorrência desse caso suspeito no Paraná, depois descartado deixou isso bem claro”, expôs. Para a médica infectologista, é fundamental ter preocupação com a biossegurança, com o uso de equipamentos de uso individual, que oferecem proteção rigorosa ao profissional, além de cuidado com o resíduo ou material proveniente da assistência ao paciente.

Além da prevenção, a Doutora Irene acredita que outro combate também deve ser feito: o combate à desinformação sobre a doença. “Todo evento desconhecido, que acomete a humanidade, causa grande impacto. Contudo, outra forma de encarar o problema é fornecer sua real dimensão, não exagerando, mas também não atenuando essa grave situação de saúde que estamos vivenciando enquanto população mundial, pois a mesma não pode nem deve ser negligenciada”, afirma. Para ela, é natural se ter medo do desconhecido, ainda mais quando ele está relacionado à morte. Contudo, “o equilíbrio é sempre o objetivo e para tal é imprescindível que os órgãos de imprensa repassem com precisão as informações da OMS e, no caso do Brasil, do Ministério da Saúde e de Departamentos de Vigilância em Saúde”, ressalta.

O Vírus Ebola
O vírus Ebola não é novo. Surgiu pela primeira vez em 1976, em alguns países da África, em uma região próxima ao rio Ebola. De acordo com a Doutora Irene, o segundo grande surto ocorreu em 1995 e, novamente, em 2000, 2007 e 2012. Contudo, o número de infectados e mortos, lembra, foi inferior ao surto atual. “Só em agosto, a epidemia foi decretada como emergência de saúde pública internacional”, reforça a médica.


TRANSMISSÃO
O vírus Ebola é transmitido pelo sangue, secreções e fluidos corporais, como o suor e a saliva, inclusive na manipulação de cadáver. A mortalidade pelo vírus pode chegar a 90%. Os sintomas podem aparecer entre dois e 21 dias após a exposição ao vírus, são eles: febre, fraqueza, dores de cabeça e musculares, além de dor de garganta. Esse quadro inicial é seguido de vômitos, diarreia, além de alteração renal e hepática, podendo haver sangramento interno e externo. A confirmação da infecção é feita por exame laboratorial.

Leia Mais:  Campanha destaca papel do jornalismo científico no controle do vírus ebola

Mês das crianças no Hospital da PUC-Campinas

MURAL

Para comemorar o Mês das Crianças, o Hospital e Maternidade Celso Pierro, da PUC-Campinas, realizou no dia 10 de outubro a Festa das Crianças. O evento contou com entrega de presentes para cerca de 300 pacientes mirins do Hospital. O objetivo foi garantir momentos alegres e descontraídos para os pais e as crianças que aguardavam atendimento ou estavam internadas. O evento contou com a animação dos Hospitalhaços e dos Griots, Contadores de Histórias.

Confira as fotos do dia!
Crédito: Milca Goulart

Foto: Álvaro Jr.
Mês da Criança no Hospital da PUC-Campinas
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Pais e filho são desenhados por artista
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Pai e filho recebem caricatura no Mês das Crianças
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Presentes para os pacientes mirins do Hospital da PUC-Campinas
Foto: Álvaro Jr. Mês da Criança no Hospital da PUC-Campinas
Hospital da PUC-Campinas comemora o mês das Crianças