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Tecnologia para a democratização da informação

Por Prof. Dr. Wagner José Geribello – assessor especial da reitoria

Quando quiser, onde estiver…

A partir desta edição, fica assim o acesso ao Jornal da PUC-Campinas, agora disponível também em equipamentos móveis.

Isso significa que se o celular está à mão, o Jornal da PUC-Campinas também está, graças ao novo aplicativo que permite ler, armazenar, reler e consultar cada edição, no momento desejado, ou necessário, de modo tão fácil como enviar um WhatsApp, ou rolar uma Play List.

Ampliar, melhorar e facilitar o acesso via aplicação tecnológica faz parte do conceito que norteia este Jornal, buscando mudar sempre e melhorar cada vez mais o envolvimento com a comunidade acadêmica, informando, comentando, provocando o posicionamento crítico e trazendo à baila temas que estimulem o debate sobre a atualidade, em todo espaço e momento do ambiente universitário.

Assim, o aplicativo está sendo oferecido sem custo nem pré-condição e esperamos sua manifestação, com críticas, sugestões e apreciações que nos ajudem a continuar nossa política de aprimoramento do Jornal da PUC-Campinas que é de todos nós, por direito, preceito e, agora, também pela facilidade de acesso.

Marcando o lançamento do novo aplicativo de acesso, esta edição traz muitos e variados temas, incluindo as perspectivas de viagens e intercâmbios para o período das férias que se aproximam. Traz, também, um tanto de resgate cultural e outro tanto de reflexão sobre as Festas de Junho, em que os Santos Pedro, Antônio e João são lembrados com a peculiar afeição das manifestações culturais nascidas do povo e nele arraigadas, na forma de quermesse, mastro, quadrilha e casamento na “roça”.

Cinema também aparece com destaque nesta edição, no comentário do Professor Cauê Nunes e nas sugestões do Festival Varilux de Cinema Francês.

A programação das solenidades, bem como das atividades científicas e culturais marcando os 76 anos de fundação da PUC-Campinas, comemorados neste mês, está presente em igual medida nesta edição, que coloca você em sintonia com a comunidade acadêmica, naquilo que ela tem de mais atual e marcante, tudo isso disponível no seu celular.

Sustentabilidade e eficiência energética no Campus

Mais uma etapa do projeto Campi Inteligentes

Por Sílvia Perez

Na edição de maio do Jornal da PUC-Campinas, foi apresentado o projeto Campi Inteligentes, que é trabalhado em cinco dimensões sobre as quais os novos projetos estarão sendo desenvolvidos, são elas: Energia, Água e Resíduos, Mobilidade, Segurança e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

A dimensão abordada fala de Energia, focando na participação da PUC-Campinas no PEE2016 da CPFL, cujo escopo do projeto foi da substituição da iluminação de todas as salas de aula e laboratórios dos dois Campi por lâmpadas a LED, que consomem 50% menos que as fluorescentes utilizadas; além da construção de uma pequena usina de energia fotovoltaica no Centro de Tecnologia, localizado no Campus I da Universidade.

Como os projetos não param por aí, é importante destacar o que está atualmente em andamento para a substituição das luminárias externas também pela tecnologia LED. Para se ter ideia da diferença, basta andar pela Avenida Dom Cardeal Agnelo Rossi (avenida principal do Centro de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas – CCHSA), que já faz uso dessas luminárias. O projeto encontra-se em fase de teste técnico das luminárias que já podem ser vistas em diversos modelos na Avenida Reitor Benedito José Barreto Fonseca (entrada do Portão 2 – Campus I).

De acordo com o Diretor da Faculdade de Engenharia Mecânica, responsável pelo projeto, Prof. Dr. Marcos Carneiro da Silva, a substituição deverá melhorar a iluminação do local. “Essas luminárias passaram por um avanço tecnológico importante e, hoje em dia, têm capacidade para cerca de 150 lumens por watts, isso significa que as áreas ficarão mais bem iluminadas”, explica.

Outro projeto interessante, que está em fase inicial, prevê rotas de segurança com luminárias LED que não precisam de ligação com a rede de energia. Isso porque elas possuem uma placa fotovoltaica que carrega um conjunto próprio de baterias, durante o dia, que garantirá o acendimento da luminária durante a noite. Essas luminárias terão uma altura menor, possibilitando uma potência melhor da lâmpada de LED e, consequentemente, uma maior duração da bateria.

Segundo o Prof. Dr. Marcos Carneiro da Silva, a mudança trará outro benefício. “Estamos dimensionando uma luminária que permitiria desligar toda a iluminação de segurança do Campus I, que utiliza energia da CPFL, resultando em uma economia muito significativa”, explica.

Para o futuro, ainda serão estudadas as possibilidades para a geração alternativa com a utilização de gás natural nos horários de ponta, nos quais o custo da energia é mais caro e, também, a verificação do potencial eólico do Campus, no entanto, essa última opção, possivelmente, deve ser estudada apenas para fins acadêmicos.

 

Conheça o Escritório de Talentos e Carreiras da PUC-Campinas

O Escritório de Talentos e Carreiras da PUC-Campinas tem o objetivo de inserir o estudante universitário no mundo do trabalho por meio de estágios. E para isso, auxilia os alunos da Instituição em seu processo de capacitação, confecção de currículo, network, preparação para entrevistas, além, é claro, de criar uma Central de Vagas e gerenciar os estágios obrigatórios e não obrigatórios dos alunos da Universidade.

Ex-alunos também podem contar com os serviços do Escritório de Talentos e Carreiras para vagas de estágio, trainees e empregos efetivos.

Mais informações no link: https://www.puc-campinas.edu.br/escritoriodetalentosecarreiras/

II Congresso Internacional de Criatividade acontece de 27 a 29 de junho na PUC-Campinas

Por Sílvia Perez

Entre os dias 27 e 29 de junho, a PUC-Campinas, em parceria com a Associação Brasileira de Criatividade e Inovação – CRIABRASILIS – realizará o II Congresso Internacional de Criatividade e Inovação – Teorias e Práticas em Contextos Interdisciplinares.

O objetivo do Congresso é divulgar a produção brasileira sobre criatividade e inovação, possibilitar o intercâmbio de pessoas e organizações, contribuir para uma reflexão criativa e atuação inovadora, fazer a interface entre os diferentes campos de expressão criativa e de inovação, incentivar as produções científicas, artísticas, culturais e educacionais no país.

O evento contará com a participação de conferencistas pesquisadores brasileiros e estrangeiros, com trabalhos em 22 áreas temáticas: Políticas públicas inovadoras; Ética na criatividade e inovação; Inovação e impacto social; Educação e criatividade; Ciência e tecnologia; Inovação e sustentabilidade; Inovação e Empreendedorismo; Projetos sociais inovadores; Invenções e Patentes; Educação de Talentos; Economia criativa; Criação e invenção; Patrimônio cultural; Cidades inteligentes; Complexidade e metadesign; O papel da criatividade na saúde; Ambientes inteligentes; Inovação e processos organizacionais; Criatividade e inovação na mídia brasileira; Psicologia positiva e bem-estar subjetivo; Ecoinovação e desenvolvimento sustentável; Artes e Literatura.

De acordo com a presidente do Congresso, Profa. Dra. Solange Muglia Wechsler, o evento é muito importante, principalmente, nesse momento de crise em que o país atravessa. “Por ser um Congresso Interdisciplinar, vamos debater os mais diferentes temas, porque queremos pensar de maneiras diferentes, já que em momentos de crise precisamos ser criativos, desenvolver soluções inovadoras para construirmos um país melhor”, destaca.

A programação conta com 43 opções de minicursos e oficinas no primeiro dia de evento; já no segundo e terceiro dias, acontecerão mesas-redondas, debates, conferências, pôsteres para que os participantes possam pensar em soluções criativas para as mais variadas situações.

Mais informações sobre o evento e inscrições estão disponíveis no link: www.congressocriatividade.org.br

Eclesiocom

E no dia 17 de agosto de 2017, a PUC-Campinas sedia a XII Conferência Brasileira de Comunicação Eclesial, a Eclesiocom, das 8h às 17h. As atividades no período da manhã acontecerão no Auditório Dom Agnelo Rossi, já no período da tarde, os Grupos de Trabalho serão nas salas do Centro de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (CCHSA), no Campus I da Universidade.

Podem ser inscritos trabalhos científicos que foquem a relação entre a Comunicação e Religião, em especial que abordem o cenário brasileiro contemporâneo, a partir dos campos da Comunicação Social e das Ciências Humanas. O prazo de inscrição vai até o dia 15 de junho (http://portal.metodista.br/eclesiocom/2017/inscricoes).

Informações pelo e-mail: clc.12eclesiocom@puc-campinas.edu.br

A profusão de vozes no ativismo em rede

Por Tarcisio Torres Silva, Doutor em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP; Mestre em Artes (Cultura Audiovisual e Mídia) pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP; Graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo – USP; Graduado em Comunicação Social pela Escola Superior em Propaganda e Marketing – ESPM; é Docente Pesquisador da PUC-Campinas, e integra o corpo Docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Linguagens, Mídia e Arte da PUC-Campinas.

Compreender as crescentes manifestações de ativismo no mundo contemporâneo não é tarefa fácil, ainda mais quando se leva em consideração a complexidade das redes em que essas ações acontecem. Ainda assim, aponto algumas direções para que seja minimamente possível localizarmos o que está acontecendo e o que esperar dos movimentos daqui para frente.

O que observamos no mundo contemporâneo, por todos os lugares, é uma profusão de vozes que clamam por suas causas. Causas que se multiplicam, interconectam-se e produzem novas formas de fazer política. Mas o que justifica esse crescimento?

Podemos dizer que determinados modelos que produziam sentido para a vida enfrentam uma fase de crise sem volta. Politicamente, as estruturas que por tanto tempo sustentaram a democracia como a melhor solução para a representatividade e participação política têm sido constantemente questionadas, seja pela corrupção excessiva, seja pelo sentimento de não representatividade por parte da população.

Além disso, a dinâmica do capitalismo recente está fazendo cair por terra determinadas narrativas que por tempos deram sustentação, ainda que ilusória, para uma ideia de sujeito íntegro e centralizado. Modos de ser e de se entender no mundo, que se apresentavam a homem e mulheres como pré-estabelecidos socialmente, pairam hoje num espectro nebuloso que coloca em xeque a veracidade de tais determinações. Sem antigos modelos totalizantes, opressores e limitadores, o sujeito se vê frente a um leque de possibilidades para compor seus interesses e sua razão de ser.

As redes digitais de comunicação cumprem o papel de aproximar pessoas com interesses similares. Auxiliam-nas a enxergar que não estão sozinhas em sua luta e que seu sentimento compartilhado tem potencial para ganhar força dentro e fora dos ambientes digitais. Por outro lado, a comunicação organizada de forma ramificada e descentralizada também gera excessos. A palavra do ano de 2016, a “pós-verdade”, é efeito, entre outras coisas, do compartilhamento pouco responsável de informações fundadas em valores já inerentes aos sujeitos que contribuem para sua disseminação. As redes também geram sentimentos de grupo que em vez de promover o diálogo, abrem novos tipos de exclusão. Uma exclusão ideológica que, se não remediada, pode retirar do debate quem ainda não compreendeu plenamente as discussões principais de um determinado movimento.

Como até pouco tempo atrás convivíamos com modelos prontos para entender e estar no mundo, este tempo de transformação e de emergência de novas vozes políticas requer um projeto de reeducação que envolve a todos nós. Só assim saberemos falar sobre assuntos que até pouco tempo atrás não encontrávamos espaço para debater; e também ouvir, a fim de começar a pensar a alteridade sob uma nova perspectiva.

Nem moradora local, nem turista: a experiência de viver em Barcelona

Por Ana Maria Vieira Fernandes, Doutora em Geografia Humana na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Turismóloga e Professora das Faculdades de Turismo e de Geografia da PUC-Campinas.

Por ser apaixonada por artes, cultura e patrimônio, sempre alimentei o sonho de um dia viver no Velho Mundo, o que se concretizou durante o meu Doutorado. O momento de vida não era muito convidativo para uma mudança desse tamanho, afinal, eu estava preparando o meu casamento, decorando o novo apartamento e acabava de ser contratada na Universidade.

Como as oportunidades não escolhem hora, me candidatei sem pestanejar no processo seletivo e fui contemplada com uma bolsa de pesquisa na Universidade de Barcelona! Quando percebi, já estava com as malas prontas cruzando o Atlântico rumo ao Mediterrâneo, cheia de expectativas e incertezas. Por mais que lhe digam – como eu digo agora – que morar no exterior é uma experiência maravilhosa, foi um “baque” chegar lá. Não importou quantas vezes eu já tinha viajado e tampouco quantos países eu conhecia. Morar no exterior foi diferente de qualquer viagem, foi único e transformador.

A primeira barreira foi a língua. Não o espanhol, mas o catalão, uma mistura de francês, português, espanhol e italiano, língua oficial da Catalunha, onde se localiza Barcelona. Para a minha surpresa, as aulas na Universidade eram ministradas em Catalão, apesar de toda a população ser bilíngue e falar o espanhol fluente. Foi então, no primeiro dia de aula, que compreendi a expressão “sentir-se um peixe fora d’água”. Era “si us plau” para cá, “benviguts[1] pra lá e eu confusa no meio de tanta gente nova sem conhecer nada e nem ninguém. Foi no cotidiano, ao abrir uma conta no banco, ao fazer os trâmites para alugar um apartamento, ao ligar para um chaveiro tarde da noite, ao comprar produtos de limpeza no mercado e ao responder as questões para o professor na classe, que me dei conta de que estava me comunicando sem perceber.

Morar fora ampliou meus horizontes, me aproximou de novas culturas e costumes, me proporcionou conhecer outra arquitetura, gastronomia e belas paisagens. Também me fez entender que alguns aspectos de outras culturas também podem dificultar a sua vida, mesmo que momentaneamente, como quando você “dá com a cara na porta” no comércio após o almoço. Sim, a siesta espanhola não é um mito. Aí você faz o quê? Se adapta; se encaixa àquela cultura. Além do contato com a cultura local, morar em uma cidade global como Barcelona ainda me fez vivenciar a diversidade nas ruas, no prédio onde morava, na Universidade, na praia, nos espaços públicos, nos centros culturais turísticos e de lazer… O “vai e vem” de pessoas do mundo todo, abrindo horizontes, me tornando mais tolerante e livre. Sem contar os novos amigos que só entraram em minha vida pelo fato de eu ter ido morar lá.

Fiz grandes amigos dos quatro cantos do mundo, em especial japoneses, alemães e ingleses, que se tornaram companheiros especiais, quebrando preconceitos e esteriótipos de que são povos “frios” e “fechados”. Ainda aprendi a lidar com as perdas, uma vez que amigos estrangeiros geralmente estão de passagem e a alegria da convivência dava lugar à tristeza das despedidas.

A experiência também é enriquecedora profissionalmente. Ao conviver com novos professores, alunos e outros profissionais da minha área, ao me deparar com outras formas de pensar. Conheci bibliotecas e livros que não tinha acesso. Participei de grupos de pesquisa e de congressos. Viajei muito, sozinha e com amigos, e conheci lugares maravilhosos. Retornei mais forte e confiante, inspirada por novas ideias, o que tornou o meu trabalho ainda mais prazeroso e desafiador.

É claro que alguns medos nos afligem no meio do caminho e a saudade de casa bate forte, mas isso era superado a cada descoberta diária. Nesse tempo lá fora, me permiti mergulhar em mim mesma e me redescobrir. Mais do que cruzar o oceano para estudar em outro continente, cruzei as minhas próprias fronteiras e barreiras e saí do meu próprio universo em uma trajetória de compreensão acerca de mim mesma e do mundo. Se “viajar é mudar a roupa da alma”, como diz o poeta, então viver no exterior foi trocar o meu “guarda-roupa” por completo; uma jornada de autoconhecimento que ficará marcada para sempre. Ao voltar para casa, tudo estava em seu lugar, com a diferença do meu olhar sobre o mundo e de que um pedacinho do meu coração também havia ficado do outro lado do oceano, em minha segunda casa.

[1] [“Por favor”, “Bem-vindo”].

Viajar para aprender

Por Armando Martinelli

Desenvolver um segundo idioma de forma mais ágil e sólida, conhecer uma nova cultura, adquirir experiência, continuar a vida acadêmica com Mestrados e Doutorados, enfim, são muitos os motivos relacionados com a procura por intercâmbios ou viagens ao exterior, e todos sempre válidos, especialmente quando conectados ao aprendizado.

Ciente dessa valiosa contribuição para a vida acadêmica, profissional e pessoal dos alunos, a PUC-Campinas, por meio do Departamento de Relações Externas (DRE), estimula e fomenta iniciativas com esse propósito.

O Coordenador do Departamento de Relações Externas da PUC-Campinas, Prof. Dr. Douglas Ferreira Barros, informa que atualmente o DRE possui 95 parcerias com Instituições de Ensino Internacionais. “Na página do DRE, no Portal da PUC-Campinas, o aluno pode encontrar essa listagem completa, bem como outras informações sobre programas de intercâmbio acadêmico”, disse o Prof. Dr. Douglas Ferreira Barros.

http://www.puc-campinas.edu.br/dre/intercambio/#1457549172853-ea3782c8-c221

Ainda para o Coordenador do DRE da PUC-Campinas, os alunos podem se aprofundar no tema por meio do Buddy Program, programa de apadrinhamento de alunos de intercâmbio. “O Buddy Program é uma excelente oportunidade dos alunos da PUC-Campinas entrarem em contato direto com outra cultura, treinarem o idioma, fazerem novas amizades com os alunos de intercâmbio estrangeiros e integrá-los à comunidade da PUC-Campinas”, reforça o Prof. Dr. Douglas Ferreira Barros.

https://www.puc-campinas.edu.br/dre/programa-de-apadrinhamento-buddy-program/

Idiomas

Pensando em auxiliar no aperfeiçoamento da proficiência nos idiomas inglês e espanhol de alunos, professores e funcionários, a PUC-Campinas oferece cursos em diferentes níveis, de forma gratuita. Os cursos são elaborados em conjunto pela Diretoria da Faculdade de Letras e a Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PROEXT) e, normalmente, oferecidos a cada novo semestre.

Além disso, a PUC-Campinas possui programas específicos com três instituições externas, são elas:

University of Victoria (UVIC): para aprender inglês no Canadá, com 30% de desconto.

Fundación de La Lengua: com bolsa de estudos no valor de 510 euros para estudar espanhol em Valladolid, Espanha.

Campos Magnolie: desconto de 22% sobre o valor do curso para estudar italiano em Castelraimondo, Itália.

Os destinos mais procurados pelos alunos de intercâmbio, em 2016:

Viajantes por país

Figura 1. Distribuição percentual de alunos out de Intercâmbio, por País. PUC-Campinas. Departamento de Relações Externas, 2016.

Cursos em que os alunos de intercâmbio mais viajaram, em 2016:

Viajantes por curso

Figura 2. Distribuição percentual de alunos out de Intercâmbio, por Curso da Universidade. PUC-Campinas. Departamento de Relações Externas, 2016.

Informações adicionais nos seguintes links:

http://www.puc-campinas.edu.br/dre/#1459269998965-46cc33b9-600a

https://www.puc-campinas.edu.br/extensao/curso-de-extensao/?curso=236990&classe=01&aass=20171

https://www.puc-campinas.edu.br/extensao/curso-de-extensao/?curso=236740&classe=01&aass=20171

PUC-Campinas 76 anos

Por Prof. Dr. Wagner José Geribello – assessor especial da reitoria

Junho é mês do aniversário da PUC-Campinas. Precisamente no dia sete, a Universidade completa 76 anos da sua trajetória crescente e profícua, iniciada em 1941, com a implantação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, prioritariamente voltada à formação de professores.

Setenta e seis anos depois daquele dia 7 de junho, a Instituição transformou-se na mais importante Universidade privada da região polarizada pela cidade de Campinas, que continua formando professores, mas forma, também, mais de quatro dezenas de modalidades profissionais de nível universitário, cobrindo praticamente todas as áreas de atuação, incluindo Ciências Exatas, Econômicas, Sociais e Sociais Aplicadas, Biológicas e das áreas Médicas e da Saúde.

Além do Ensino, aos 76 anos de atividades, a PUC-Campinas é um importante polo de Pesquisa, enquanto a Extensão consolida laços fortes da Universidade com a sociedade.

Em 76 anos de História, a Instituição manteve com determinação as bases do projeto inicial, constituindo-se como entidade disposta ao crescimento continuado e ao melhoramento permanente das suas competências e objetivos.

O sucesso dessa História explica, legitima e endossa o calendário comemorativo programado para o mês de junho, incluindo sessões artísticas, resgate de eventos, momentos e personalidades importantes na trajetória da Universidade, além de atividades que marcam a atualidade e a contemporaneidade da PUC-Campinas, em especial no campo da tecnologia do Século XXI.

A programação comemorativa expõe os fundamentos da cultura da Universidade, que jamais deixa de lembrar e reverenciar seu passado, sem descuidar do compromisso com o tempo presente, projetando um futuro cada vez melhor.

Orientada pela fé cristã, em sua condição de Instituição Confessional, que implica um compromisso irrestrito com o desenvolvimento social e a cultura da paz, da solidariedade e da fraternidade, a PUC-Campinas comemora com entusiasmo seu 76o ano de fundação convidando a comunidade acadêmica a participar ativamente dos festejos. Anote na sua agenda, convide seus colegas e não deixe de participar… afinal, você faz parte dessa História.

Jornal da PUC-Campinas inova e agora estará disponível também em aplicativo

Por Sílvia Perez

Garantir o rápido acesso à informação, ao jornalismo científico, a artigos e novidades da academia, por esses motivos, a PUC-Campinas lança no dia 7 de junho o aplicativo do Jornal da PUC-Campinas.

A publicação, que já era digital, se modernizou para garantir mais facilidade e agilidade aos leitores. Na ferramenta mobile estarão armazenadas as edições do Jornal a partir de maio de 2017, funcionando, assim, como uma espécie de “banca” ou “biblioteca” de consulta.

A cada nova edição, o usuário receberá uma notificação o convidando para a leitura. O aplicativo estará disponível para aparelhos com tecnologia Android ou IOS e pode ser baixado gratuitamente na Play Store ou na Apple Store.

De acordo com o Coordenador do Departamento de Comunicação Social da PUC-Campinas, Alcino Ricoy Júnior, a ideia do aplicativo surgiu para conquistar um público mais jovem. “O Jornal traz temas atuais, interessantes e de reflexão, muitas vezes em debate em sala de aula, por isso, oferecer o aplicativo nos aproxima ainda mais dos nossos estudantes, que poderão acompanhar e até mesmo repercutir as nossas matérias, com uma abordagem mais científica”, destaca.

 

Dia Mundial Sem Tabaco – Iniciativas reforçaram os malefícios do tabagismo

Por Armando Martinelli

Celebrado no dia 31/5, o Dia Mundial Sem Tabaco mobiliza inúmeras instituições ao redor do mundo em campanhas pelo controle do tabagismo, causa de diversas doenças, incluindo o câncer, e responsável por seis milhões de mortes por ano, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

A Fundação do Câncer (www.cancer.org.br) mostrou o impacto econômico do tabagismo no crescimento sustentável dos países e os riscos à saúde da população, por meio de ações em seus diferentes canais nas redes sociais. As peças trouxeram imagens e frases sobre os efeitos do tabagismo na natureza e na vida das pessoas. Na campanha, também foram apresentados dados relevantes sobre o desmatamento global, desigualdade social, poluição, custos para saúde, entre outros.

Outra campanha de impacto foi realizada pela Associação de Defesa da Saúde do Fumante (ADESF), que procurou conscientizar o público sobre os problemas do cigarro, mostrando de forma criativa, como fumar pode trazer um risco maior à vida do que atividades normalmente consideradas mais perigosas do que o ato de dar uma tragada.

São três filmes que colocam pessoas mergulhando com crocodilos; desarmando bombas ou pulando de base jump, situações cujo número de mortalidade é bem inferior ao decorrente do tabagismo. Em um deles, no comercial que compara o mergulho com crocodilos com os problemas provocados pelo cigarro, por exemplo, a taxa de mortalidade provocada pela atividade perigosa é de 250 óbitos por ano no mundo, contra uma média anual de seis milhões de mortes causadas pelo tabagismo.

Confira os vídeos nos links abaixo:

Crocodilo: https://www.youtube.com/watch?v=jE53_bE-h-U

Bomba: https://www.youtube.com/watch?v=hcefusJxxOw

Base Jump: https://www.youtube.com/watch?v=5amV8QHdhKE