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Campanha Solidária de Natal 2016

 

Por Amanda Cotrim

Como Universidade Católica, a PUC-Campinas traz em sua história e identidade confessional uma profunda marca cristã que prima, dentre outros, pelos valores da solidariedade e da cidadania. Por isso, a Instituição decidiu empreender uma Campanha de adesão voluntária, por pessoas que compõem o seu quadro de profissionais e daí surgiu a iniciativa do Natal Solidário, a qual possui consonância com a programação dos 75 anos da PUC-Campinas.

Crianças vibram com personagem/ Álvaro Jr.
Crianças vibram com personagem/ Álvaro Jr.

O Natal Solidário consistiu na adoção simbólica de crianças de duas creches carentes, como incentivo ao exercício cotidiano da solidariedade, aproveitando o espírito natalino que preenche a todos nos últimos meses do ano. As creches escolhidas foram a “Coração de Maria”, no Satélite Iris I, que atende crianças de 1 ano e 10 meses a 5 anos e 11 meses, e a “Cantinho de Luz”, no Jardim Santa Eudóxia, que atende crianças de 2 a 6 anos; ambas em Campinas.

o presente acaba sendo o de menos quando vemos o sorriso no rosto de uma criança por um simples abraço”

Gabriel Lima presenteia a criança adotada por ele e recebe carinho em dobro/ Crédito: Arquivo Pessoal
Gabriel Lima presenteia a criança adotada por ele e recebe carinho em dobro/ Crédito: Arquivo Pessoal

A entrega dos presentes pela Universidade emocionou a todos que estiveram presentes, um exemplo concreto do engajamento social verdadeiramente humanizador, que exercita o amor ao próximo.  Para o Coordenador da Divisão de Recursos Humanos da PUC-Campinas, Lucas Camargo, sempre que as pessoas participam de ações como essa realizada pela Universidade, elas passam a enxergar de forma diferente as dificuldades do dia-a-dia vividas e valorizar o que realmente importa. “Quando as crianças recebem os presentes, elas retribuem com um imenso sorriso no rosto e um abraço interminável de gratidão e alegria”, descreve.

“Essa campanha tem um sentido gigante levando em consideração a quantidade de crianças carentes que existe na cidade inteira. A campanha leva amor para quem realmente precisa; e o presente acaba sendo o de menos quando vemos o sorriso no rosto de uma criança por um simples abraço”, afirma Gabriel Lima, assistente administrativo da Coordenadoria Geral de Atenção à Comunidade Interna. “A sensação é incrível. A minha foto com a criança que adotei explica tudo. Esse, com certeza, foi o melhor abraço que recebi durante todo o ano”, resume.

A arte do presépio no mundo atual

Por Paula Elizabeth de Maria Barrantes

A primeira representação conhecida da natividade aconteceu nas Catacumbas de Priscila, em Roma, entre os séc. III e IV d.C. Do séc. IV em diante ganham força os sarcófagos, período paleocristão, momento em que o cristianismo foi autorizado por Constantino. As representações seguem na forma de trípticos, pinturas e iluminuras durante a idade média.

Em 1223, inovadoramente, São Francisco de Assis encena numa gruta de Greccio e à noite, o nascimento de Jesus, a encenação retirava os ouvintes da reflexão passiva e os colocava dentro do cenário, numa natividade dramática e tridimensional. A experiência prosperou e nos séc. XVIII e XIX os presépios pequenos começam a se espalhar pelo mundo em virtude da abertura dos canais comerciais e da imigração dos artistas.

Hoje, os lares católicos habituaram-se à montagem do presépio no Natal, todavia, sabem os católicos o significado de cada elemento que compõe o presépio? Sendo Jesus o símbolo unificador de todos os povos teria ele apenas uma etnia? Dentro da iconografia, os presépios podem ter apenas a Sagrada Família e os Magos conforme o Evangelho de Mateus (Mt. 2,2), relato dos reis e das nações, a estrela torna-se o símbolo de Deus que guia e ilumina.

Aristides. Presépio de palha de milho na cabaça, ano 2000, Minas Gerais. Coleção Valter Polettini. Foto: Paula Barrantes
Aristides. Presépio de palha de milho na cabaça, ano 2000, Minas Gerais. Coleção Valter Polettini. Foto: Paula Barrantes

Alguns podem conter apenas a Sagrada Família, ou seja, o momento do nascimento do unificador. Mas, quando a Sagrada Família e os pastores completam o presépio, incluindo aí a singular figura do Bom Pastor, estamos no Evangelho de Lucas onde anjos anunciam a chegada de Jesus aos pastores (Lc 2,15). Por fim, existem presépios que, não raro, trazem a Sagrada Família, a estrela, o anjo, os pastores e os Magos. No momento em que nos deparamos com estas interessantes obras estamos diante da união de Mateus, Lucas e do livro dos Salmos (Sl 72, 1-20). Caberá ao filho de Deus a justiça no tratar os pobres e oprimidos; aos povos do deserto e, igualmente, aos reis de Társia, da Arábia e de Sabá. Todas raças da Terra e todas as nações o proclamariam feliz.

A arte do séc. XX e XXI traduz nos materiais e nas concepções uma aproximação com a mensagem original, demonstrando que a arte e o artesanato não se afastaram da natividade. Ao elaborar os presépios de papel, cerâmica, plásticos e recicláveis, vidro, tecidos, fibras naturais, biscuit, pedra, ouro ou prata, ou seja, ao apropriar-se de materiais pertencentes ao seu universo individual o artista recria a natividade conferindo-lhe um novo aspecto social e cultural. As diversas etnias encontradas nos presépios demonstram um avanço no sentido da tolerância e do entendimento, na medida em que podem conter todos os tipos de cabelos, cor de pele e vestes. Atualmente, estas obras de arte contém uma carga considerável de crítica e reflexão, sempre respeitando a iconografia dos evangelhos.

A exposição “Presépios artesanais: a natividade no mundo” do Museu Arquidiocesano de Campinas oferece a possibilidade de uma viagem pela produção da Ásia, Oriente, Europa e Américas, pertencente ao colecionador Valter Polettini.

Paula Elizabeth de Maria Barrantes é Doutoranda em História da Arte e Curadora do Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Campinas

 

 

A hora e a vez de mercadejar

Por Wagner Geribello

O Novo Aurélio, Dicionário da Língua Portuguesa, dedica treze linhas ao verbete natal, classificado como adjetivo que identifica local de nascimento, substantivo que define data de nascimento e, restritivamente, “Dia em que se comemora o nascimento de Cristo (25 de dezembro)”.

Em artigo estampado nesta edição do Jornal da PUC-Campinas, o Professor Vinicius Ferrari mostra que, contemporaneamente, natal (e o Natal) não se identifica com as ordenações lexicográficas do termo, nem com o sentido religioso da data, reduzindo-se ao objetivo consumista daqueles que compram, articulado com a avidez lucrativa de outros que vendem, confirmando análises reveladoras (de Herbert Marcuse, por exemplo) da perversa capacidade capitalista de incorporar, transformar e aproveitar em favor próprio tudo quanto existe, incluindo, até mesmo, aquilo que, por princípio e em princípio, questiona e antagoniza o próprio capitalismo.

Todavia, como não existe prática social inconsequente nem decisão pessoal inócua, a materialização econômica, substituindo manjedoura por festival de vitrinas, solidariedade pela troca de presentes e o simbolismo da guirlanda pelo frenesi do cartão de crédito acaba por deixar a gruta do recém-(re)nascido vazia e vazio de sentido o Natal verdadeiro, explicitado no Aurélio.

As consequências dessa “economização” são profundas, amplas e drásticas, seja porque estimulam o materialismo que “desumaniza” a sociedade, seja porque acentuam as diferenças que antagonizam os seres humanos, seja ainda porque afastam as pessoas das origens culturais e das convicções religiosas.

Não são poucos nem desconhecidos estudos e análises que associam a materialização exacerbada das sociedades à deterioração das condições de vida. Rompimento de laços afetivos, solidão e sectarismo são apenas alguns exemplos dos problemas afetos às sociedades excessivamente materialistas, que formalizam o relacionamento entre as pessoas pela redução de tudo e todos à instância econômica, definida pelo binômio produzir/consumir.

Análises comparativas mostram que relacionamentos intermediados pela oferta e recebimento de bens “presenteáveis” tendem a reduzir, inversamente, suas instâncias afetivas. Por exemplo, nas sociedades consumistas é possível observar a substituição dos relacionamentos de fraternidade e solidariedade pela troca de presentes no dimensionamento das interações de amizade e companheirismo.

Mesmo nas instâncias mais sólidas, que envolvem relacionamento de sangue, presentear acaba orientando modos e práticas de autovalorização e valorização do outro, como as crianças que avaliam a família (e o Natal em família) a partir dos presentes que ganham, ou deixam de ganhar.

Criar e exacerbar diferenças valorativas também figuram entre as consequências da redução unilateral do Natal à instância econômica. Para tanto, não é preciso ir além do modo como o valor de troca (leia-se preço) dos presentes ofertados e recebidos impacta na hierarquização das pessoas e dos relacionamentos. Nesse sentido, o Natal, idealmente identificado com união e igualdade, acaba separando a sociedade em castas e colocando “cada qual no seu lugar” a partir do ordenamento simbolizado nos presentes.

O rompimento dos laços com a herança cultural também aparece entre os efeitos negativos provocados pelo consumismo, em primeiro lugar porque ele próprio, enquanto mote de todas as intenções natalinas, é alienígena, culturalmente falando. Como demonstra com bastante precisão o artigo do Professor Vinícius Ferrari, a “economização” do período natalino tem data de nascimento e local de origem, de onde foi exportada para se impor como tendência universal. Aqui, nas terras brasileiras, é possível observar com muita clareza o abandono das celebrações religiosas e familiares em favor das excursões ao shopping, bem como mudanças consequenciais diversas, como a troca do presépio pela simbologia estrangeira dos bonecos de neve e gorrinhos de frio, inversos e adversos ao verão dezembrino do hemisfério sul.

A mercantilização domina, também, a própria avaliação do Natal, que é bom quando crescem os índices e os gráficos da atividade econômica, caindo para sofrível ou ruim quando badulaques e bugigangas destinados ao redor da árvore de Natal ficam entulhadas nas prateleiras. Nos tempos que precedem e sucedem o Natal, a mídia reporta com relativa fidelidade e os estardalhaços de praxe essa indissociável relação entre a variação das cifras econômicas e o consequente “valor” do Natal.

Assim, embrulhado para presente e precificado pelo oportunismo, a cada ano um pouco mais, o Natal se afasta do que deveria ser, para ser o que nunca pretendeu: hora e vez  de mercadejar.

Prof. Dr. Wagner Geribello / Álvaro. Jr.
Prof. Dr. Wagner Geribello / Álvaro. Jr.

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Prof. Dr. Wagner Geribello é Consultor do Jornal da PUC-Campinas

Black Friday tupiniquim e as vendas de Natal em meio à crise econômica

Por Vinícius Ferrari

A origem do Dia de Ação de Graças (Thanksgiving Day)  remonta aos festivais cristãos celebrados pelos primeiros colonos norte-americanos em agradecimento às colheitas anuais. Muitos séculos depois, em 1941, o Congresso dos EUA elevou o Thanksgiving ao status de feriado nacional, que passou a ser comemorado na quinta-feira da quarta semana de novembro.

Os congressistas nutriam esperanças de que o feriado estimulasse as vendas de Natal, o nível de emprego e o lucro varejista.  Em especial, o presidente Franklin D. Roosevelt acreditava que esses acontecimentos poderiam contribuir para a superação definitiva da Grande Depressão dos anos 30.

As grandes redes comerciais dos EUA logo perceberam as oportunidades geradas pelo feriado e instituíram o dia nacional das promoções na primeira sexta-feira após o Thanksgiving, que ficou popularmente conhecida como Black Friday.

Por décadas, as promessas de vultosos descontos têm atraído milhões de norte-americanos às lojas em cada Black Friday. Desde então, o frenesi das compras, termo utilizado pela primeira vez pela polícia da Filadélfia,   tomou conta do Thanksgiving. Para muitos consumidores dos EUA, o feriado religioso transformou-se num mero prelúdio do  holiday shopping  que abre a temporada de liquidações de Natal.

A exemplo dos EUA na década de 1940, o Brasil  está vivenciando, no período atual, uma grave crise econômica. O PIB per capta, um indicador que mede a renda do país, sofreu forte retração no biênio 2014-2015. Em 2016,  pela primeira vez desde de 1999, a taxa de desemprego superou o patamar de 11% da população. O fantasma da inflação, que muitos acreditavam ter  sido eliminado, voltou a atormentar as famílias brasileiras. Não por acaso, as vendas de Natal registraram quedas em dois anos consecutivos.

Diante desse contexto de crise, o setor varejista parece ter encontrado uma nova tábua de salvação para as vendas natalinas: “importar o feriado” de Black Friday para o Brasil por meio do oferecimento de promoções através do comércio eletrônico.

A despeito da inexistência do feriado de Thanksgiving no calendário brasileiro,  o apelo dos descontos parece ter surtido efeito. De acordo com empresa Ebit, o comércio eletrônico movimentou 1,9 bilhão de reais na Black Friday de 2016. Trata-se de uma elevação de 17% frente ao ano anterior. Sob um cenário desemprego crescente, o valor médio dos pedidos foi de R$ 653, uma quantia 13% acima do valor registrado na Black Friday de 2015.

Esses dados atestam que as promoções têm estimulado as vendas de Natal em meio à crise de 2016; no entanto, esse acontecimento não está isento de questionamentos. Será que a Black Friday tupiniquim ameaça distorcer ainda mais  os valores familiares cristãos que deram origem ao Natal, tal qual ocorreu com o feriado religioso do  Thanksgiving nos EUA, que passou a representar o símbolo máximo do consumismo desenfreado.

Prof. Dr Vinícius Ferrari é Economista professor na Faculdade de Economia e Administração.

EDITORIAL: 2016- um ano de conquistas

A edição 170 do Jornal da PUC-Campinas que fecha o ano de 2016 abre oportunidade para retomar e relembrar a quantidade, variedade e importância dos eventos que marcaram este ano, comemorando o Jubileu de Diamante. Trata-se, portanto, de um convite para rever as edições precedentes, que relatam em detalhes os colóquios, palestras, conferências e eventos comemorativos, trazendo para os auditórios da Universidade figuras de destaque do meio acadêmico nacional e internacional, assim como importantes representantes da Igreja, e da sociedade, todos responsáveis por momentos memoráveis de reflexão e troca de conhecimento como cabe ao ambiente universitário.

Dezembro também é tempo de Natal e a qualificação confessional da PUC-Campinas sugere o destaque do tema, que polariza esta edição.

Data maior da cristandade, o Natal marca-se pela celebração de caráter religioso e pela comemoração de perfil social, sobretudo no ambiente familiar, configurando, também, um período de reflexão espiritual.

Focada nesses aspectos, a última edição do ano colocou o Natal em pauta, trazendo artigos que refletem sobre a data, a exemplo do processo de mercantilização que descaracteriza e mesmo confronta a identidade religiosa do 25 de dezembro.

Os modos como a arte e a literatura se envolvem com o Natal também estão presente nas pautas preparadas pela editora Amanda Cotrim, incluindo considerações muito oportunas e apropriadas sobre o cinema inspirado em livros tematizados no Natal.

O espírito de Natal que se expressa em solidariedade é um outro tema com vez e voz  nesta edição, que mostra o envolvimento da comunidade acadêmica em campanhas em favor de parcelas mais fragilizadas da sociedade.

Além do Natal, também a política internacional integra a edição, nas considerações e análises da eleição de Donald Trump, que agradou alguns, desagradou muitos e surpreendeu quase todos, ecoando nas instâncias econômicas, diplomáticas, políticas e até culturais de todo o planeta.

Isso tudo e muito mais estimulam e legitimam a leitura atenta da última edição de 2016 do Jornal da PUC-Campinas, que é, também, portadora dos desejos da equipe editorial e dos colaboradores para que todos os leitores tenham um período feliz e repousante de férias, um ano novo de muita paz e um Natal comungado com amigos, familiares e entes queridos, acrescentando o compromisso de retomar nosso contato em 2017…

Até lá.

Campanha solidária ‘adota’ crianças da creche “Irmã Maria Ângela”

Corrente de solidariedade envolve comunidade acadêmica da PUC-Campinas

Por Amanda Cotrim

Como Universidade Católica, a PUC-Campinas traz, em sua história e identidade, uma profunda marca cristã, que prima, dentre outros, pelos valores da solidariedade e da cidadania. “Assim sendo, apesar de sabermos que, em várias unidades administrativas e acadêmicas, grupos de funcionários e docentes se unem para ações sociais desse tipo no período natalino, acreditamos que, como Instituição, talvez possamos empreender uma Campanha de adesão voluntária”, explica o Coordenador da Pastoral Universitária, Padre João Batista Cesário. As crianças da Creche Irmã Maria Ângela, localizada na Vila Georgina, em Campinas, foram “adotadas” nesse fim de ano. A entidade cuida de 158 crianças carentes de zero a 6 anos.

Papai Noel interage com as crianças. Crédito: Álvaro Jr.
Papai Noel interage com as crianças. Crédito: Álvaro Jr.

A entrega dos presentes na sede da Instituição aconteceu no dia 15 de dezembro. O objetivo da Campanha Solidária de Natal era “propiciar espaço espontâneo e diversificado de convívio e de integração dos funcionários e docentes da Universidade, por meio da vivência solidária, incentivando cada membro da comunidade interna ao compromisso social em organizações não governamentais que desenvolvem diversos tipos de ações com grupos vulneráveis”, considera o Coordenador da Coordenadoria Geral de Atenção à Comunidade Interna (CACI), Prof. Me. José Donizete de Souza.

foto campanha 2

“Adotar” crianças nessa época do ano já faz parte da vida do Coordenador da Divisão de Logística e Serviços, Israel Barros. “Não é a primeira vez que participo desse formato de campanha solidária. Acho importante, porque nos faz sempre lembrar o Aniversariante do dia 25 de dezembro e sua lição de solidariedade”, reforça. O mesmo acontece com a telefonista da PUC-Campinas, Maria de Fátima Silva, que há anos “adota” crianças numa instituição no bairro dela. “Não tem preço a sensação de ter feito o bem para o outro”, resume.

A Diretora Educacional da Creche Irmã Maria Ângela, Elaine dos Santos da Cunha, explica que a entidade desenvolve projetos educacionais multidisciplinares que priorizam a construção de conhecimento pelo “brincar”, tendo como ponto de partida valores morais de respeito ao próximo, ética e cidadania junto  às famílias e à comunidade. “No mês de dezembro, queríamos tornar o Natal das crianças mais alegre com a entrega de presentes, frutos de campanha de solidariedade e arrecadação. Lembramos de que o verdadeiro sentido do Natal é trabalhado intensamente com as crianças”, finaliza.

Mais informações sobre o trabalho desenvolvido pela Creche pelo telefone 3276-0455.