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Como os Diretores estão se organizando para o Planejamento do seu Centro?

Entendemos que o Planejamento Acadêmico-Pedagógico é o momento fundamental para que as ideias sejam discutidas e organizadas pelos docentes. Rompe a clássica organização pedagógica do semestre, uma vez que oferece às direções e aos professores a oportunidade do debate. Além dos assuntos e dos temas inerentes às faculdades, em 2017 o CLC organizou um conjunto de atividades integradas para o mês de maio, com o objetivo de discutir as áreas das linguagens, das mídias e das artes.

Diretor do Centro de Linguagem e Comunicação/ Crédito: Álvaro Jr.

 

O CEATEC oferecerá a todos os docentes do Centro uma palestra sobre Neurociência e Educação. O objetivo é oferecer subsídios aos professores, como o aprimoriamente de metodologias e das práticas de ensino, a partir da Neurociência. No âmbito das faculdades, discutiremos os resultados das avaliações internas e externas, com vistas na avaliação do Enade 2017.

Prof. Dr. Ricardo Luís de Freitas, Diretor do CEATEC- Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologia. Crédito: Álvaro Jr.

 

No dia 08 de fevereiro, haverá além do acolhimento aos docentes, uma apresentação do Núcleo de Fé e Cultura e da Direção do CCV sobre ações desenvolvidas em atenção ao documento Laudato Si, e uma reunião com a Central de Atendimento ao Aluno sobre Fluxos de Revisão de Nota e Frequência e utilização do Diário de Classe Eletrônico.  Nos demais dias, as faculdades desenvolverão reuniões específicas visando aprimorar as atividades pedagógicas para 2017.

Prof. Dr. Gustavo Henrique da Silva
Diretor do CCV- Centro de Ciências da Vida

Procuramos no Planejamento Acadêmico-Pedagógico intensificar a participação mais próxima e direta dos próprios docentes. Especialmente no primeiro semestre, o calendário, felizmente, tem permitido que cada Faculdade e Programa aproveite o conhecimento e envolvimento do corpo docente para melhoria contínua do processo de ensino-aprendizagem, o que se dá por meio de palestras, oficinas, debates e reuniões setoriais e temáticas.

Prof. Dr. Luis Arlindo Feriani Filho- Diretor do CCHSA- Centro de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.

O Centro de Economia e Administração prepara sua reunião de Planejamento Pedagógico com muita atenção e comprometimento, pois trata-se de um momento fundamental para o sucesso do ano letivo que se inicia. Neste espaço para planejar se exercita uma reflexão sobre as ações executadas no anos anteriores e a preparação para a ação rumo aos objetivos que queremos alcançar no presente ano, como está definido na frase síntese que escolhemos para a reunião de planejamento 2017 – “CEA: Refletindo a prática, inspirando a ação.” Assim, mais do que planejar, trata-se de um momento de encontro, de acolhimento, em que todos são reconhecidos como partes importantes para os resultados que pretendemos serem alcançados ao longo do percurso.

Prof. Dr. Eduard Prancic- Diretor do Centro de Economia e Administração/ Crédito: Álvaro Jr.

 

 

 

 

 

Planejamento Acadêmico 2017

O Planejamento Acadêmico do 1º semestre de 2017 tem início no dia 1º de fevereiro com atividades que se estendem até o dia 11. Nos dias 1, 2, 3 e 6 a programação é de responsabilidade da Pró-Reitoria de Graduação, onde serão oferecidas palestras, cursos, mini-cursos e oficinas, cujo propósito é capacitar o corpo docente da Universidade.  A temática do evento é Ensino Superior: Fundamentos, metodologias e práticas. A palestra de abertura, com o título Fundamentos filosóficos e pedagógicos das metodologias de ensino, será proferida pelo Prof. Demerval Saviani, professor emérito da Faculdade de Educação da Unicamp.

Merece destaque, também, a palestra a ser proferida pelo Grupo de Trabalho Estratégias de Aprendizagens Inovadoras, cuja temática será Trilhas de aprendizagem: Gamificação, PBL, Sala de aula invertida e Portifólio. Aberta a todos os professores, diretores de faculdade e de centro, IAGs, GAPs, Gestores e Membros do NDE. O propósito dessa apresentação é estimular o conjunto de professores a fazerem esses cursos, de modo a colocarem essas metodologias de ensino em uso na sala de aula.

Não podemos esquecer que de 7 a 11 de fevereiro as atividades do Planejamento Acadêmico acontecerão nos Centros e Faculdades com o objetivo de acolher os docentes, refletir sobre o Projeto Pedagógico dos Cursos (PPC) considerando o ingresso de novos docentes e o uso de metodologias específicas, discutir sobre Avaliação Externa e Avaliação Institucional, inclusive as autoavaliações realizadas pelos docentes em 2016, entre outros.

Pró-Reitoria de Graduação. 

 

Planejamento que gera eficiência

Por Prof. Dr. Ricardo Pannain

 A Pró-Reitoria de Administração – PROAD – órgão de planejamento, supervisão e coordenação, que oferece apoio para todas as atividades-fim da Instituição é composta pelas Divisões de Logística e Serviços; Orçamentos, Contas e Materiais; Infraestrutura e Recursos Humanos.

A Divisão de Logística e Serviços – DLS – conta com frota de veículos que são utilizados para o deslocamento de funcionários, professores e alunos, além de atender às demandas administrativas e coletivas do dia a dia. Gestora do plano de gerenciamento de resíduos sólidos, a DLS tem a incumbência de realizar o armazenamento adequado dos resíduos infectantes, químicos, biológicos, orgânicos e recicláveis que são destinados corretamente para preservação do Meio Ambiente. Somadas a essas atividades, cabe, ainda, à DLS a conservação e higienização de todos os Campi e das áreas verdes. Segurança patrimonial também é atribuição da Divisão de Logística e Serviços.

A Divisão de Orçamento, Contas e Materiais – DOCM – atua na gestão do orçamento da Instituição e é a responsável por todas as aquisições de materiais e serviços e distribuição dos suprimentos necessários para o desenvolvimento das atividades administrativas e acadêmicas.

A Divisão de Infraestrutura e Espaços Físicos – DIEF – conta com equipe de arquitetos, engenheiros e manutentores responsáveis pelos projetos e layouts, pela manutenção e conservação das edificações, além da supervisão e gerenciamento das novas obras edificadas nos Campi. Em conjunto com o Departamento de Segurança Universitária da Divisão de Logística e Serviços e com o Departamento de Engenharia e Segurança do Trabalho da Divisão de Recursos Humanos, a DIEF também elabora os planos de emergência fazendo o controle e a manutenção dos sistemas de prevenção e combate a incêndios.

A Divisão de Recursos Humanos – DRH – responde pelas contratações, desenvolvimento e gerenciamento do quadro de pessoal da Universidade e assessorada pelos Departamentos de Engenharia e Segurança do Trabalho e de Medicina do Trabalho, zela pela segurança e pela saúde dos funcionários do Corpo Técnico-Administrativo e do Corpo Docente, implementando medidas de segurança, avaliações ergonômicas e programas de qualidade de vida, buscando sempre o bem-estar dos funcionários.

Ao longo dos anos, a PROAD, cuja denominação, anteriormente, era Vice-Reitoria Administrativa, por meio de suas divisões, deu suporte às demais Pró-Reitoras em suas atividades-fim (Ensino, Pesquisa e Extensão), promovendo a atualização do parque computacional, novas construções, reformas das instalações, atualização e modernização das tecnologias de higienização, conservação, manutenção, segurança e saúde, além de promover a atualização de seus colaboradores, para melhor atendimento à comunidade.

A finalidade primeira da PROAD no âmbito da Instituição é propiciar sempre que o Ensino, a Pesquisa e a Extensão sejam praticados pela Universidade, com qualidade, eficácia e excelência.

Prof. Dr. Ricardo Pannain é Pró-Reitor de Administração da PUC-Campinas

PUC-Campinas Informa

Missão Social:

Compromisso social faz parte da própria carga genética da PUC-Campinas e se manifesta desde os primeiros momentos da história da Universidade.  Pioneiras na interiorização do ensino superior, até então restrito às capitais de Estado, as Faculdades Campineiras, criadas pelo bispo da cidade, Dom Francisco de Campos Barreto, em 1941, foram o ponto de origem da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, hoje, uma das maiores universidades particulares do interior paulista.

A identificação Católica e o compromisso de agir socialmente para transformar e inovar marcaram a embrionária Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, que reunia oito Cursos, voltados à formação de professores. Com isso, a Instituição ofereceu grande contribuição para os programas de alfabetização e incremento da escolaridade efetuados naquele período, ampliando a oferta de professoras e professoras para as redes públicas e privadas de ensino, na época denominada educação primária, ginasial e colegial. Mais de setenta anos depois desses primeiros passos, a PUC-Campinas, constituída como Universidade, mantém Licenciaturas que respondem pela formação docente em diversas áreas.

A grande sensibilidade que a sociedade brasileira tem manifestado em relação à educação, colocando o tema como prioridade e condiçãos fundamental de crescimento econômico e desenvolvimento social, mostra que a PUC-Campinas trilha o caminho mais adequado e mais desejado, canalizando atenção e recurso para formar professores em Cursos de qualidade.  Formar educadores… compromisso social que faz parte da História da PUC-Campinas, desde 1941.

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Planejamento Acadêmico 2015

A PUC-Campinas levou para o centro das discussões acadêmicas, junto aos seus docentes e gestores, as práticas de ensino na sala de aula; esse foi o tema do Planejamento Acadêmico Pedagógico 2015: “A Docência no Ensino Superior: múltiplas práticas na relação ensino-aprendizagem”. O evento, que aconteceu entre os dias 2 e 20 de fevereiro, trouxe mais de 20 atividades entre palestras, oficinas, encontro pedagógico e apresentações culturais, além de atividades distintas que ocorrem em cada Centro/Faculdade.

A ideia sobre o tema do Planejamento deste ano se baseou nos resultados da Avaliação de Ensino, na qual a Universidade convida os alunos a participarem com avaliações semestrais sobre a Instituição. Essas avaliações relatam avanços e fragilidades em aspectos como: desenvolvimento da disciplina em sala de aula, avaliação da aprendizagem, formação do aluno, postura do professor, entre outros. Diante desse contexto, no sentido de qualificar o ensino de graduação, justifica-se a temática do evento. “Queremos que os nossos docentes possam se capacitar, conhecer novas metodologias de ensino que sejam inovadoras, trocar experiências com outros colegas e, principalmente, qualificar a atividade docente em sala de aula, participando das atividades que acontecerão durante esse período”, explicou o Pró-Reitor de Graduação da PUC-Campinas, Prof. Dr. Orandi Mina Falsarella.

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Hospital da PUC-Campinas recebe Acreditação

O Hospital e Maternidade Celso Pierro (HMCP), da PUC-Campinas, conquistou o Nível 2 da Acreditação pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). O processo de Acreditação da ONA possui três níveis, sendo o segundo alcançado pelo HMCP. O Nível 2 -ou Acreditado Pleno- analisa cuidadosamente o Processo de Qualidade na instituição como um todo e foca principalmente a segurança e a gestão integrada. Esta certificação comprova o quanto o Hospital tem trabalhado para fortalecer a interação entre todos os processos e para melhorar a segurança e o desempenho institucional.

A Acreditação é um sistema de avaliação e certificação de qualidade de serviços de saúde, periódico, reservado e voluntário (não é um certificado obrigatório para o funcionamento dos hospitais) e sua conquista significa mais segurança para pacientes, colaboradores e para a própria Instituição, que aprimora a qualidade dos serviços oferecidos pelo Hospital.

O próximo gerente pode ser você

Estudo afirma que a sucessão planejada é o caminho para o sucesso 

Por Amanda Cotrim

A competitividade do mercado exige que as empresas busquem sempre um diferencial inovador. “Não é fácil capacitar um líder para gerir pessoas nos dias de hoje, pois além dessa qualidade, ele precisa ter conhecimento técnico adequado para assumir essa posição”. Uma gestão moderna é o grande desafio das empresas; essa é uma das constatações do estudo desenvolvido pela ex-aluna do curso de especialização em Desenvolvimento do Potencial Humano nas Organizações , da PUC-Campinas, Laís Nassar Marcondes dos Reis, que aplicou o plano de sucessão em uma empresa americana multinacional de componentes eletrônicos. O estudo concluiu que a prática de um programa de sucessão é uma ferramenta fundamental para o mercado.

Segundo Laís, que é formada em Psicologia também pela Universidade, com o plano de sucessão desenvolvido, a empresa diminui a preocupação em substituir funcionários que estão prestes a se aposentar ou que podem deixar a empresa em razão da rotatividade do cargo. “Uma promoção pode ter um efeito negativo, se o profissional não estiver preparado. A empresa precisa estar atenta a isso”, considera.

Perfil dos futuros gerentes

O estudo feito na multinacional selecionou 20 funcionários/supervisores (dos 480 trabalhadores), sendo 19 homens e uma mulher. A pesquisa identificou que a maioria dos entrevistados tem ensino superior completo e está na faixa dos 30 a 50 anos de idade. Contudo, Laís observou que o tempo de serviço não é garantia de promoção. A pesquisa apontou que a maioria dos candidatos à promoção, que foram entrevistados, tem em média sete anos de empresa. O estudo também mostrou que as competências mais valorizadas pelos funcionários consultados, no momento de ocupar um cargo de liderança, é o “autocontrole” e “trabalho em equipe”.

Para Laís, um dos “braços” que as empresas têm para mapear futuros gerentes é a área de Recursos Humanos. “Nos dias de hoje, muitas empresas buscam implantar um plano de sucessão, justamente pela dificuldade de encontrar força de trabalho qualificada. Ter um acesso mais fácil a esse tipo de informação, bibliografia, cursos ou consultorias ajudaria na implantação desse processo nas grandes empresas”, explica.

Impasses no momento da sucessão

“Quando se trata de empreendimento familiar, os problemas vão além da empresa, estes podem ser transformados em grandes conflitos pessoais, porque nem sempre os empresários conseguem solucionar os problemas de forma racional”, aponta. Laís defende que o processo de substituição “deve ser iniciado desde cedo para que o sucessor esteja bem preparado para dirigir a organização e o cargo que a ele foi designado, seja familiar ou não”.

Segundo ela, muitos empresários acreditam que manter os familiares no controle é o melhor para o sucesso da organização. Outros, contudo, preferem apostar em profissionais de fora, com pensamentos diferentes, inovadores, pois esse pode ser um ponto positivo para o crescimento da empresa.

De acordo com Laís, o sucessor deverá ser a pessoa mais compatível com o modelo de seguimento que antes era exercido pela organização. “O planejamento de sucessão não deve existir isoladamente; ele deve estar alinhado com os objetivos estratégicos da organização e sustentar a maneira pela qual ela pretende evoluir para atingir suas metas” conclui.

A Cidade do Conhecimento

Planejamento estratégico quer transformar Campinas em referência nacional

O Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia (CMCT) de Campinas foi criado oficialmente no primeiro semestre de 2014. O objetivo é que o CMCT auxilie o poder público para que, em 10 anos, Campinas se torne referência e seja reconhecida internacionalmente como a “Cidade do Conhecimento”. Para isso, o Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia elaborou o Planejamento Estratégico, que prevê ações que potencializam a “vocação” da cidade na área de ciência e tecnologia, desde infraestrutura, recursos humanos, planos de energia, cidade “conectada”, formação de alunos em escolas técnicas até captação de indústria e de pesquisadores. O Planejamento Estratégico será uma espécie de “guia” do poder municipal e tem previsão para se tornar um livro a ser lançado ainda em 2014.

O mais novo Conselho Municipal de Campinas é consultivo e conta com 30 membros, entre titulares e suplentes. A PUC-Campinas está participando dessa iniciativa e é representada no Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia pelos docentes Prof. Dr. José Oscar Fontanini de Carvalho (titular) e pelo Prof. Dr. Juan Manuel Adán Coello (suplente).

1 – Gostaria que vocês se apresentassem, mencionando a área de formação e de atuação:
Oscar de Carvalho (O.C.): Sou graduado em Análise de Sistemas, com mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica (automação e engenharia de software, respectivamente). Atualmente, sou diretor da faculdade de Análise de Sistema, da PUC-Campinas.

Adán Coello (A.C.): Tenho mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica. Sou diretor da faculdade de Engenharia de Computação da PUC-Campinas.

2 – Como surgiu o Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia (CMCT)?
O.C.: Já existia um grupo de pessoas, representado por algumas entidades, interessado em montar um conselho voltado para a Ciência, Tecnologia e Inovação. Essas pessoas já se encontravam, informalmente, e discutiam a ideia. A partir daí, foi feita uma carta aberta chamando a sociedade para participar. A PUC-Campinas foi um das instituições de ensino convidadas, a outra foi a Unicamp.

3 – Apesar de o CMCT existir há menos de um ano, o Conselho já criou o Planejamento Estratégico de Ciência e Tecnologia de Campinas. Em que ele consiste?
O.C.: Os participantes foram divididos em grupos temático e passaram a desenvolver estratégicas para que, num período de 10 anos (2014-2024), Campinas se torne a Cidade do Conhecimento. O que poderá ser feito na próxima década? Planejamos ações desde a parte de infraestrutura e recursos humanos, até planos de energia, formação de alunos em escola técnica e superior e a captação de indústria, com incentivos. Esse plano se transformará em um livro, que será publicado ainda em 2014 e servirá de material para o poder municipal se “guiar”. Lembrando que não há qualquer obrigação nisso, o material ficará disponível para ser seguido ou não.
A.C.: O plano é transformar Campinas na cidade referência de ciência e tecnologia. Para isso, em vez de o município trazer um parque químico de produção, por exemplo, poderá trazer o grupo de tecnologia e desenvolvimento dessas empresas.

4 – Pode citar algumas mudanças no cotidiano que seriam implantadas com esse Plano Estratégico?
O.C.: O plano prevê aumentar e melhorar a rede lógica da cidade. Ou seja, teríamos uma rede digital muito melhor. Essa rede promoveria a conexão entre centros de saúde, hospitais e escolas.

5 – Além do Planejamento Estratégico de Ciência, Tecnologia e Inovação, existe alguma ação efetiva que será executada em curto prazo?
A.C.: Estamos planejando a Feira de Ciência e Tecnologia para Campinas. O objetivo é que essa feira tenha a duração de uma semana e seja um espaço de intercâmbio entre estudantes, inicialmente, do estado de São Paulo, mas, futuramente, de todo o país. A expectativa é que já em sua primeira edição, a feira atraia cinco mil jovens do Ensino Médio ou que estão buscando uma profissão. A previsão é que essa feira se realize em 2015.
O.C.: A gente precisa atrair os estudantes para as áreas de ciência e tecnologia. Precisamos investir nisso. E a Feira de Ciência e Tecnologia vai ter papel fundamental nisso.

6 – Como o Planejamento Estratégico idealizou atrair empresas nas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação?
A.C.: O município está reformulando a lei de incentivo fiscal. O Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia vai sugerir qual área terá incentivo, além de uma série de medidas que estimule a instalação de empresas em Campinas. Uma cidade com qualidade de vida, atrairá pessoas.

7 – Em razão das ações que visam transformam a cidade de Campinas em um município de referência para o Brasil em Ciência e Tecnologia, em que medida o CMCT vem dialogando com o Conselho Municipal do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Urbano, por exemplo, para que essas ações não sejam, de alguma forma, danosas para Campinas?
O.C.: Essa questão é fundamental. Ainda não fomos chamados para dialogar com os outros conselhos. Imagino que isso acontece entre os secretários envolvidos. No caso do Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia, o coordenador é o Secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Samuel Ribeiro Rossilho. Imagino que isso será feito. Precisa ser feito. Mas, até agora, não houve discussão interdisciplinar. O que tem sido feito é a participação da sociedade na discussão da Ciência, Tecnologia e Inovação. Eu acho até que podemos levar essa pergunta para a reunião do conselho.
A.C.: O que ficou claro é que o padrão de vida da cidade é importante para atrair novas empresas e investimentos. Certamente, essas preocupações são fundamentais.

8 – É a primeira vez que vocês participam de um Conselho Municipal?
A.C.: É a primeira vez e estamos gostando. A Universidade tem de procurar, sempre que possível, sair do campus. É uma oportunidade de encontrar pessoas de outras áreas, que atuam dentro da Ciência, Tecnologia e Inovação. Além do contato com o poder público.
O.C.: Eu também nunca tinha participado. E, para mim, está sendo uma experiência muito enriquecedora. É uma maneira de retribuirmos para sociedade, que deu chance para nós. A PUC-Campinas tem uma missão: as pesquisas da Universidade trabalham em âmbito regional. É uma vocação da PUC-Campinas.