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Mídias Sociais: uma realidade que não tem mais volta

Relacionamento no mundo digital foi tema do 30º Fórum de Debates em Relações Públicas, no dia 1o de setembro, no auditório Dom Gilberto, no Campus I da PUC-Campinas

Por Amanda Cotrim

Fugir de um cenário cada vez mais interativo, mediado pelas redes sociais, é algo praticamente impossível. Em vez de “brigar” com essa já não tão nova realidade, a especialista em mídias sociais e professora na Universidade de São Paulo (USP), Carolina Terra, uma das palestrantes do 30º Fórum de Debates em Relações Públicas da PUC-Campinas, sugere que os profissionais de comunicação se adaptem. Mais do que saber mexer nas redes sociais, “o profissional precisa entender as novas mídias, porque este é um cenário que não tem mais volta”, ressalta.

Carolina Terra é consultora em mídias sociais- Crédito: Álvaro Jr
Carolina Terra é consultora em mídias sociais- Crédito: Álvaro Jr

Para ter uma divulgação bem-sucedida, seja em que área for, é fundamental não ter apenas visibilidade, mas, sobretudo, estratégia. “A marca que não entender que a comunicação mudou e que para estar nas mídias sociais é essencial interagir com o seu público, nem abra uma Fan Page”, recomenda Carolina. Além de a “interação” ser quase uma palavra de ordem, é muito importante que a marca seja transparente: “se a marca ou a empresa não der sua versão, os usuários darão, e a imagem da empresa será pautada a partir de terceiros”, considera.

O palestrante e Relações Públicas, Pedro Vitor de Melo Alves- Crédito: Álvaro Jr
O palestrante e Relações Públicas, Pedro Vitor de Melo Alves- Crédito: Álvaro Jr

O 30º Fórum de Debates em Relações Públicas da PUC-Campinas recebeu também o especialista em mídias digitais, Pedro Vitor de Melo Alves. Para ele, a comunicação digital, hoje, faz parte da vida das pessoas e das empresas, afetando a forma como consumimos e nos relacionamos, “sendo assim, se faz necessário conhecermos melhor esse mundo digital”. De acordo com Alves, num mundo cada vez mais conectado, a atenção das pessoas parece ser o produto mais importante. “Mas para que o profissional de mídias sociais consiga captar a atenção das pessoas, ele precisa estar atento ao contexto”, considera. “Saber o que está acontecendo, entender qual é o seu público-alvo e buscar onde está a sua audiência é essencial”, completa Carolina.

Para uma boa divulgação é importante, segundo a consultora, que o conteúdo seja de interesse, isto é, que mais do que uma informação seja uma prestação de serviço. “Se a marca/empresa apenas divulgar conteúdo institucional, isso não vai gerar interesse e visibilidade”, defende.

"As redes sociais não são neutras"- Foto: Álvaro Jr.
“As redes sociais não são neutras”- Foto: Álvaro Jr.

A docente também ressalta que as redes sociais, assim como qualquer veículo de comunicação, não são neutras, “quem paga, aparece mais. No entanto, é importante lembrar que há alternativas de divulgação, para além de mídias como Facebook. Às vezes, uma boa estratégia num blog ou num site pode gerar engajamento”.

O Fórum de Debates em Relações Públicas é um evento tradicional na PUC-Campinas, dirigido a toda comunidade interessada, como profissionais de comunicação, e principalmente aos profissionais da área de Relações Públicas.

Tome Ciência: Mês de outubro

Formatação de Texto!

Calma! Não é uma tarefa de outro planeta. Escrever em uma linguagem acadêmica pode ser complicado. Mas se há algo que dá tanto trabalho quanto é a formatação do texto dentro das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

O ideal é que a produção do texto e a formação aconteçam simultaneamente, para que o trabalho árduo de formatação não fique para o final do processo. Assim, fica mais fácil “memorizar” as normas. Contudo, como as dificuldades sobre a ABNT não são consenso, estudantes da Universidade Federal de Pernambuco criaram uma plataforma onde é possível editar o texto já dentro de templates padronizados. Confira a reportagem da Revista Galileu clicando aqui. E abra este link para usar a plataforma.

Estudo compara padrões do sono em casas com e sem luz elétrica:

Um novo estudo observou diferenças no ciclo diário e na produção de melatonina entre pessoas que têm energia elétrica em casa – e são expostos à luz artificial à noite – e quem não tem acesso à eletricidade.

O estudo foi feito por pesquisadores do Brasil, do Reino Unido e da Suécia, que compararam padrões de sono de uma população de seringueiros e operários que vivem e trabalham em áreas remotas da Amazônia brasileira.

Confira a reportagem completa no site da FAPESP. 

CIAPD prepara pessoas com deficiência para o mercado de trabalho

Uma das formas mais significativas de inclusão social é a entrada no mercado de trabalho. Pensando deste modo, o Centro Interdisciplinar de Atenção à Pessoa com Deficiência (CIAPD) da PUC-Campinas, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da PUC-Campinas, abre as portas para pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida, sensorial, intelectual e múltipla, a partir de 16 anos de idade.

O CIAPD foi criado na década de 90, e desde então promoveu diferentes modalidades de projetos sempre com ênfase na inclusão social da pessoa com deficiência. Especificamente, no ano de 2014, adentrou uma nova fase no trabalho de inclusão social, voltada para a preparação da pessoa com deficiência para o mercado de trabalho.

 Confira a reportagem completa, aqui.